
Foto DR David Munir (à dir.) e Nazira estão casados desde janeiro de 2014. Vivem na Mesquita de Lisboa, onde ocorreu a agressão 5 COMENTÁRIOS > O MAIS VOTADO “ e esta heim. quem havia de dizer que o sheik que ate era ouvido nas tvs, sobre questões religiosas, era capaz de uma ... seixal PARTILHAR4034TWEET 20LER MAIS TARDE ENVIARIMPRIMIR 08.08.2015 01:24 Líder islâmico agride mulher à cotovelada Companheira do sheik Munir agredida, em Lisboa. Por Miguel Curado Osheik David Munir, líder da Mesquita Islâmica Central de Lisboa, é acusado pela mulher de lhe ter desferido duas cotoveladas, deixando-a a esvair-se em sangue, e com necessidade de internamento hospitalar. Confrontado pelo Correio da Manhã com estas denúncias, David Munir não comentou. Os factos, segundo refere o auto policial a que o CM teve acesso, ocorreram pouco depois da meia-noite de terça-feira, 4 de agosto, no quarto do casal dentro da mesquita. Nazira Barakzay, uma refugiada do Afeganistão de 29 anos, casada com David Munir, de 52 anos, desde janeiro de 2014, afirmou à PSP ter discutido com o marido. A mulher diz ter sido insultada, deitando-se em seguida. Foi então que o sheik a atingiu com duas cotoveladas no nariz. Nazira disse aos agentes ter saído do quarto, em busca de ajuda. Telefonou a uma amiga afegã, que chamou o socorro. À PSP, David Munir começou por desmentir a agressão, vindo a acusar Nazira de ter doença bipolar. O INEM levou a vítima ao Hospital de Santa Maria. Foi assistida a um hematoma no nariz, com muita perda de sangue. Quando teve alta acompanhou uma patrulha à PSP de Campolide. Nazira Barakzay apresentou queixa-crime contra o marido pelo crime de ofensas corporais. A refugiada afegã regressou à Mesquita de Lisboa, mas desde então que não fala com o marido e pernoita no quarto da filha. Uma equipa do CM tentou, ontem à tarde, obter um comentário de David Munir. O sheik islâmico afirmou que se trata de uma "questão pessoal" e não se pronunciou.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/20150808_0124_lider_islamico_agride_mulher_a_cotovelada.html
Espera que o ministério público cumpra a sua função
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