quinta-feira, 20 de julho de 2017




In cvc.instituto-camões.pt:

"FIDELINO FIGUEIREDO

Fidelino Figueiredo, por Carlos Leone

Fidelino de Sousa Figueiredo (Lisboa, 1888 – Lisboa, 1967)

Fidelino de Sousa Figueiredo

Fidelino de Figueiredo é há muito um autor esquecido mesmo por aqueles que contactam com a sua imensa Obra. A mais forte das razões para esta situação é a dificuldade em enquadrá-la no seu tempo. Com efeito, nascido no mesmo ano que, por exemplo, Vieira de Almeida, a sua atividade parece anterior (apesar de ter morrido até mais tarde). O que sucede é algo simples de compreender (o próprio Fidelino o observou) mas difícil de contrariar: o seu pensamento e mesmo a sua sensibilidade eram tributários de um século XIX, liberal e seleto, que não chegou a tempo de viver.

Homem de Letras, espírito fino e elevado, o seu tempo não poderia ser o século XX que conheceu em Portugal (e Espanha): o de regimes conflituosos e populares, e depois violentos e antiliberais. E se começou por fazer nome em sucessivos trabalhos de grande extensão dedicados à crítica literária como ciência (pós-positivista, no entanto) e à História da Literatura Portuguesa, nas décadas de 1910 e 1920, o seu espírito era o de um homem do mundo, mas não exatamente do seu tempo. Isso mesmo era óbvio quando o jovem José Régio, para melhor vincar a genialidade de Pessoa, comparava favoravelmente os breves prefácios deste com as longas obras de Fidelino. E o mesmo se poderia dizer dos géneros mistos (romanescos) que também ensaiou, nos quais o seu estilo sobressaía mas, de igual modo, o seu anacronismo também. Contudo, crescentemente considerado em Espanha, fruto do seu interesse pelos temas iberistas, obteve aí sucesso junto do público e da crítica, bem como de vastos setores académicos com duas obras: As Duas Espanhas e Pyrene (1932 e 1935, respetivamente). Mas desenvolveu o seu magistério académico não tanto na Península Ibérica quanto nos EUA, México e, sobretudo, Brasil (São Paulo, onde dirigiu a revista Letras e deixou discípulos). Por esta altura, cerca de 1950, mesmo antigos críticos, como o presencista Adolfo Casais Monteiro, já o estimavam quer intelectualmente quer civicamente. Veio a morrer, após longa doença, em Lisboa.

Neste ponto convém observar que a vida de Fidelino de Figueiredo não decorreu apenas entre livros e bibliotecas, embora aí se sentisse em casa. Na verdade, foi político (ministro de Sidónio Pais), duas vezes diretor da Biblioteca Nacional (a primeira na década de 1910, a segunda na de 1920) e exilado político, fugindo ao desterro para as colónias (após tentar derrubar a ditadura instalada em 1926 num golpe em 1927). Mesmo reiterando o seu desinteresse pela política, nunca abdicou do seu liberalismo, tanto na vida literária como na pública. Foi, por isso, incompreendido tanto pelo regime do Estado Novo como por muitos dos mais novos que se lhe opunham. De certo modo próximo de Ortega y Gasset, só que sem esperança em renovar o liberalismo, que entendia ter sido superado pelo democratismo na Europa pós-Segunda Guerra Mundial, Fidelino desejava que o pós-guerra trouxesse uma governação global mais eficaz que a experiência da Liga das Nações, mas para todos os efeitos nunca foi um pensador político.

Por outro lado, o seu pensamento tem numerosas facetas. O melhor estudo compreensivo de que dispomos, de Mário Carneiro, subdivide-o enquanto Filosofia em Epistemologia, Filosofia da Cultura e Filosofia da Educação, reconhecendo embora como o tempo acrescentou a estas áreas trabalhos de teoria da História, Música, etc. Em rigor, o pensamento de Fidelino é de tal modo diverso que melhor é identificar o que nele falta: ciências sociais. Como os seus estudiosos mais rigorosos notaram, mesmo a Psicologia e a História que encontramos nos seus escritos têm maiores afinidades com o século XIX do que com o XX, e isso deve-se ao modo de pensar, mais do que a falta de conhecimentos.

Leitor incessante, Fidelino correspondeu-se com numerosos estudiosos de muitas origens. Sempre atento aos grandes temas do seu tempo, talvez melhor do que em outros temas seja no pensamento sobre as crises da época em que viveu que melhor se vê a marca original da sua Obra. De facto, Fidelino via o seu tempo como um de crise, mas pela positiva, isto é, como um de «cultura intervalar» (título de um dos seus livros). Entendia por este termo o período de passagem de uma era cultural para outra; assim, a Idade Média (finda logo com Carlos Magno, de resto) teria sido intervalar entre duas eras, e mesmo assim também original em muitas coisas, desde o Direito até aos registos vernaculares entretanto promovidos a línguas de cultura e oficiais. Mesmo hoje é discutível até que ponto tal leitura é rigorosa, mas independentemente de outros aspetos, a sua originalidade é real e merece interesse.

Embora Fidelino nunca tivesse obtido consolo com semelhante singularidade: «roubar a alguem a pátria é talvez o maior crime da malevolência politica, porque é desenquadrar uma vida da moldura social que lhe dá significado e finalidade, é demolir toda a architectura duma vida.» (Notas para um Idearium Português, p. 221). Ele perdera a sua, o liberalismo de Oitocentos.

Referências bibliográficas:

Carneiro, Mário, O Pensamento Filosófico de Fidelino de Figueiredo, INCM, Lisboa, 2004.

Serra, Pedro, Um Intelectual na Fobolândia, Angelus Novus, Coimbra e Braga, 2004.

Lemos e Moreira Leite, orgs, A Missão Portuguesa : Rotas Entrecruzadas, ed. UNESP, S. Paulo, 2002.


Helmut Khol, in Net:

"
"Sabemos que a única fonte duradoura de bem-estar e desenvolvimento de um país é o homem que sendo livre sente-se autonomamente responsável, seja empresário ou trabalhador"...Ver Mais

DE PORTUGAL...


António Baptista
18 h ·



Um " hino"a' fantochada da " disciplina" no....exército !
Generais e outros que tais a' portuguesa...com certeza !
Um limpeza ,em beleza!
Que tristeza !


Tancos: Chefe do Exército volta a nomear os cinco comandantes exonerados
O chefe do Estado-Maior do Exército diz que estão “ultrapassadas as razões que justificaram a exoneração dos comandantes”. O chefe do Estado-Maior do…

TUGA.PRESS|POR TUGA.PRESS

Bom dia, meus amigos!


Através de José Flath: União Bancária???????


Jose Flath Costa partilhou uma ligação.
16 h


""Não é, pois, natural que fiquem sérias dúvidas sobre a “bondade” e sobre os verdadeiros objectivos da União Bancária?""
19 de Julho de 2017, 10:00 por Ricardo Cabral.
O que é, e para que serve a União Bancária?

A União Bancária, que visa melhorar a arquitectura da regulação e supervisão do sistema financeiro da União Europeia e da zona euro, é complexa e multifacetada e reflecte, como não podia deixar de ser, os objectivos de diferentes grupos de interesse.

E, tendo objectivos e resultados diferenciados para diferentes pessoas e grupos de interesse, é difícil perceber o que verdadeiramente é.

As decisões sobre o sector financeiro, que tipicamente envolvem elevados volumes financeiros, parecem uma casa de espelhos, em que cada parte procura ser mais inteligente que a outra, obtendo ganhos (mais-valias) enquanto a outra parte não nota que está a sofrer perdas. Uma analogia possível seria um jogo de xadrez, em que não se detecta o xeque-mate quatro jogadas à frente.

O que se observa, então, no caso da “jovem” União Bancária?

Na sequência do resgate, pelo governo italiano, de dois pequenos bancos, com cerca de 55 000 milhões de euros (M€) de activos, com uma injecção de dinheiros públicos de 5 200 M€ (a Comissão Europeia fala em 4 785 M€), mas que poderá subir até 17 000 M€, muitos argumentam que a Itália, como sempre, não tendo a “disciplina” para impor perdas a cidadãos e grupos de interesse italianos usa dinheiros públicos para recapitalizar empresas (bancos) ineficientes.

É essa a “história” que peritos internacionais e responsáveis europeus parecem assumir como a verdadeira história da União Bancária em acção: as autoridades europeias não tiveram força, e cederam perante o governo italiano.

Mas existe outra possível interpretação da mesma história. De um dia para outro, o erário público de Itália comprometeu-se com encargos que poderão ir até 17 000 M€, para dois pequenos bancos que já tinham beneficiado de injecções de capital no total de 3 438 M€ em Junho de 2016 e em Janeiro de 2017, e de elevadas garantias públicas. Apareceu um banco “salvador” que pagou um euro pela parte boa desses dois bancos resgatados, tendo recebido em troca cerca de 5 000 M€ de dinheiros públicos, a que acrescem mais 12 000 M€ de dinheiros públicos que serão disponibilizados para cobrir potenciais perdas na carteira de activos dos dois bancos.

O ministro das finanças italiano defende-se dizendo que não tinha alternativa, porque a liquidação não era uma verdadeira alternativa.

Com efeito, o governo italiano foi “encostado à parede” entre duas opções colocadas pelas autoridades europeias: a liquidação de dois pequenos bancos, solventes, com mais de dois milhões de clientes, aos quais o governo italiano tinha previamente garantido 10 000 M€ de dívida titulada; a entrega dos dois bancos e de 17 000 M€ de dinheiros públicos, a um grande banco privado italiano. Como é óbvio, a primeira era uma alternativa, apenas aparente, para se poder argumentar, perante a opinião pública, que existia mais do que uma alternativa! Como se a existência de duas alternativas péssimas, numa decisão de tal montante, fosse suficiente…

O governo italiano foi levado pelas autoridades europeias à única alternativa que verdadeiramente estava em cima da mesa: vender os dois bancos por um euro e injectar a referida soma – enorme, mesmo para a Itália -, em benefício de um comprador privado.

Algo parecido ocorreu em Portugal com vários bancos e, recentemente em Espanha, com o Banco Popular. Negócios de milhares de milhões de euros, “do dia para a noite”.

Em nenhuma democracia de um país desenvolvido se gastam (nem se deveriam poder gastar) tais somas de dinheiros públicos tão depressa e com tão pouco escrutínio, sem transparência, sem concorrência e sem acesso prévio à justiça.

Não é, pois, natural que fiquem sérias dúvidas sobre a “bondade” e sobre os verdadeiros objectivos da União Bancária?


O que é, e para que serve a União Bancária?
A União Bancária, que visa melhorar a arquitectura da regulação e supervisão do sistema financeiro da União Europeia e da zona euro, é complexa e multifa
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quarta-feira, 19 de julho de 2017

BOA NOITE, AMIGOS!


LUSIBERO TEM PÁGINA NO FACEBOOK:







https://www.facebook.com/mariaelisa.ribeiro.75


The New York Times
44 min ·


"President Trump is the show’s subject, its programmer, its publicist and its virtual fourth host."
— Our TV critic on "Fox & Friends"


Watching ‘Fox & Friends,’ Trump Sees a Two-Way Mirror
Sometimes the president’s tweets program his go-to cable morning show. And sometimes the show programs him.
NYTIMES.COM


Le Figaro
7 min ·


100.000 euros de butin avec seulement... une bombe lacrymogène! 💶💶


Découvrez l'histoire de ce cambriolage digne des pires films de gangsters
LEFIGARO.FR

Mr. MACRON e les militaires...

partilhou a publicação de Rodrigo Sousa Castro.
2 min
Todos os " pavões " gostam de se exibir!
Não têm outro modo de justificar o " milho" com que enchem o papo e o cu'!
Rodrigo Sousa Castro
5 h
Este post é dedicado a todos os militares que tendo sido Chefes dos Estados Maiores portugueses, ao longo de décadas, calaram e não tugiram e agora, reformados, vêm mandar " postas de pescada" nas TV's e dar alfinetadas no Poder Politico.
Deviam ser mais recatados.
".......O chefe das forças armadas francesas demitiu-se depois de um choque com o presidente Emmanuel Macron sobre os cortes no orçamento.
O general Pierre de Villiers disse em um comunicado que não podia mais "garantir a durabilidade do modelo do exército" que considerava necessário para garantir a protecção da França.
O governo da França na semana passada revelou cortes importantes para trazer seu déficit orçamental abaixo do nível de um limite da UE.
O Sr. Macron disse que não toleraria a dissidência dos militares...."

O rei D.José I de PORTUGAL e o Marquês de POMBAL------História de PORTUGAL


José I de Portugal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



José I


Rei de Portugal e Algarves
Reinado 31 de julho de 1750
a 24 de fevereiro de 1777
Aclamação 8 de setembro de 1750
Antecessor(a) João V
Sucessores Maria I e Pedro III

Esposa Mariana Vitória da Espanha
Descendência Maria I de Portugal
Maria Ana Francisca de Portugal
Maria Doroteia de Portugal
Benedita de Portugal
Casa Bragança
Nome completo
José Francisco António Inácio Norberto Agostinho
Nascimento 6 de junho de 1714
Paço da Ribeira, Lisboa, Portugal
Morte 24 de fevereiro de 1777 (62 anos)
Palácio de Sintra, Sintra, Portugal
Enterro Panteão da Dinastia de Bragança, Igreja de São Vicente de Fora, Lisboa, Portugal
Pai João V de Portugal
Mãe Maria Ana da Áustria
Assinatura


José I (Lisboa, 6 de junho de 1714Sintra, 24 de fevereiro de 1777), apelidado de "o Reformador", foi o Rei de Portugal e Algarves de 1750 até sua morte. Era o terceiro filho do rei João V e sua esposa a rainha Maria Ana da Áustria.

O reinado de José I é sobretudo marcado pelas políticas do seu secretário de Estado, o Marquês de Pombal, que reorganizou as leis, a economia e a sociedade portuguesa, transformando Portugal num país moderno.

Quando subiu ao trono, José I tinha à sua disposição os mesmos meios de acção governativa que os seus antecessores do século XVII, apesar do progresso económico realizado no país, na primeira metade do século XVIII.

Esta inadaptação das estruturas administrativas, jurídicas e políticas do país, juntamente com as condições económicas deficientes herdadas dos últimos anos do reinado de João V, vai obrigar o monarca a escolher os seus colaboradores entre aqueles que eram conhecidos pela sua oposição à política seguida no reinado anterior.

A 1 de novembro de 1755, José I e a sua família sobrevivem à destruição do Paço Real no Terremoto de Lisboa por se encontrarem na altura a passear em Santa Maria de Belém. Depois desta data, José I ganhou uma fobia a edifícios de pedra e cal, vivendo o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda, em Lisboa.

Outro acontecimento notável do seu reinado foi a tentativa de regicídio que sofreu a 3 de setembro de 1758 e o subsequente processo dos Távoras. Os Marqueses de Távora, o Duque de Aveiro e familiares próximos, acusados da sua organização, foram executados ou colocados na prisão, enquanto que a Companhia de Jesus foi declarada ilegal e os jesuítas expulsos de Portugal e das colónias.

D. José I faleceu no dia 24 de fevereiro de 1714. Jaz no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa.



Índice [esconder]
1Início de vida
1.1Nascimento e família
1.2Educação
2Casamento
2.1Nova crise diplomática
2.2A Troca das Princesas
3Reinado
3.1O terramoto de Lisboa
3.2O processo dos Távoras
3.2.1O atentado
3.2.2Consequências
3.3A regência
4Morte
5Legado
6Títulos, estilos, e honrarias
6.1Títulos e estilos
6.2Honrarias
7Descendência
8Ancestrais
9Referências
10Bibliografia
11Ligações externas


Início de vida[editar | editar código-fonte]
Nascimento e família[editar | editar código-fonte]

José, Duque de Bragança por Domenico Duprà c. 1725.

José Francisco António Inácio Norberto Agostinho nasceu no Paço da Ribeira, Lisboa no dia 6 de junho de 1714, recebendo o título de Duque de Bragança no nascimento. Dentre sete filhos era a terceira criança e segundo varão de João V de Portugal e de sua consorte, Maria Ana da Áustria, filha do imperador Leopoldo I do Sacro Império Romano-Germânico. Foi baptizado a 27 de agosto de 1714, sendo afilhado do rei Luís XIV de França e da imperatriz Isabel Cristina de Brunsvique-Volfembutelconsorte do imperador de Carlos VI do Sacro Império Romano-Germânico.

Embora não tenha nascido sucessor da coroa portuguesa, por não ser primogênito, logo em outubro do mesmo ano, devido ao falecimento do seu irmão Pedro, veio a adquirir esse estatuto.
Educação[editar | editar código-fonte]

Os seus primeiros tempos de infância passou-os junto de sua mãe, recebendo a sua influência altamente religiosa, bem como a do seu confessor o jesuíta António Stief que lhe ministrou as primeiras letras de latim.

Recebeu a educação adequada a um príncipe do seu tempo, no domínio das ciências e das línguas bem como da nobre arte da Cavalaria. Muito embora se saiba pouco sobre a sua educação musical, ao contrário da sua irmã D. Maria Bárbara, que beneficiou dos ensinamento dum dos grande músicos do seu tempo Domenico Scarlatti, que com ela seguiu para Espanha quando do seu casamento, o certo é que ficou conhecida a grande paixão de D. José pela ópera italiana.
Casamento[editar | editar código-fonte]
Nova crise diplomática[editar | editar código-fonte]

A infanta Dona Mariana Vitória, antes da Troca das Princesas.

Na sequência da curta, mas para a Espanha desastrada guerra contra as quatro potências em 1718-1720, o rei de Espanha tinha ainda prometido uma filha ― a infanta Mariana Vitória ― a Luís XV da França, para também tentar melhorar as relações com esse reino. Com menos de quatro anos de idade foi a pequena princesa por isso enviada além-Pirenéus. Mas o rei francês entretanto não quis esperar que a pequena princesa crescesse, e acabou por optar por outra esposa. Em março de 1725, a pequena princesa, agora com sete anos, regressou a Espanha.

Entretanto, novos conflitos tinham surgido entre Portugal e a Espanha, por causa da fundação pelos portugueses de Montevidéu, no Rio da Prata, a 22 de novembro de 1723. Isto era uma zona que os portugueses consideravam ser o limite meridional natural do Brasil, enquanto os espanhóis de Buenos Aires queriam controlar todo o estuário do Rio da Prata.[1]

Os portugueses tinham desde 1680 a Colónia do Sacramento na região, que fora ocupada pelos espanhóis durante a Guerra da Sucessão Espanhola, mas devolvida pelo tratado de paz de 1715. No entanto, o tratado nada dizia sobre novas fundações na zona. Exatamente três meses após a fundação de Montevidéu, a 22 de Fevereiro de 1724, os espanhóis de Buenos Aires julgaram-se por isso justificados em ocupar a praça. Apenas um ano após o contrato de casamento entre Maria Bárbara e o Príncipe das Astúrias, estes acontecimentos, nesta remota parte dos respetivos impérios, causaram assim novos atritos diplomáticos entre as coroas ibéricas..[2]
A Troca das Princesas[editar | editar código-fonte]

A família real espanhola, por volta de 1743. À esquerda, de pé, o príncipe herdeiro, o futuro Fernando VI da Espanha, e sentada, de azul, a sua mulher, D. Bárbara de Portugal.

Para evitar novas controvérsias e fortalecer ainda mais a aliança que se pretendia, a diplomacia espanhola propôs então um duplo matrimónio: para além do casamento entre o príncipe herdeiro espanhol e Maria Bárbara, o príncipe herdeiro português poderia casar com a regressada Mariana Vitória. João V aceitou a proposta, e dois anos mais tarde, tendo os príncipes e infantas chegado a idade um pouco mais crescida, firmaram-se então os acordos pré-nupciais: o Príncipe do Brasil e Mariana Vitória a 27 de dezembro de 1727, e o Príncipe das Astúrias e Maria Bárbara de Portugal a 11 de janeiro de 1728.[3]

Coche da Mesa (séc. XVIII) no Museu Nacional dos Coches. Este veículo foi utilizado durante a troca das princesas.

Por fim, após demorada preparação, a Troca das Princesas realizou-se a 19 de Janeiro de 1729. A troca foi feita no Rio Caia, que faz fronteira entre Elvas no Alentejo, em Portugal, e Badajoz na Extremadura, em Espanha. A cerimónia fez-se literalmente a meio do rio, numa grande ponte-palácio de madeira ricamente decorada construida para a ocasião, com vários pavilhões em ambas as margens também. Praticamente toda a Corte participou, tendo todas as vilas e lugares entre Lisboa e Elvas sido enfeitadas com arte efémera, tal como arcos triunfais, jardins artificiais, fontes, etc., para receber os imensos cortejos na ida e na volta da fronteira. As preparações para a troca das princesas foram de tal modo detalhadas que já em Janeiro de 1727 a Coroa colocava encomendas de berlindas em Paris,[4] e pedia contribuições extraordinárias dos quatro cantos do império para financiar todo o esplendor desejado ― incluindo da Capitania de Minas Gerais no Brasil.[5]

Dona Mariana Vitória logo após o casamento, como Princesa do Brasil.

De notar que todo este panorama de arte efémera se voltou a registar meio século mais tarde, aquando do novo consórcio duplo entre Portugal e a Espanha em 1785, com os casamentos do então apenas João e da irmã, a Maria Ana Vitória, e foi descrito recentemente em pormenor.[6]

Depois de casada, Mariana Vitória e o Príncipe do Brasil passariam ainda vinte e um anos como príncipes herdeiros, antes de subir ao trono em 1750. Durante esse período, e com o piorar da saúde de Filipe V, Bárbara e o marido tiveram que enfrentar a animosidade da rainha e madrasta do príncipe, Isabel Farnésio, que queria manter o enteado longe da corte. Em 1733 foram aprovadas regras de conduta do príncipe herdeiro que eram, no dizer de um historiador, uma "especie de arresto domiciliario":[7]

Pouco depois deu-se ainda o chamado Incidente das Embaixadas em 1735, e apesar da troca das princesas as relações entre Portugal e a Espanha deterioraram-se ao ponto do monarca português enviar uma forte esquadra ao Rio da Prata, e de passar a existir de facto um estado de guerra entre as duas coroas, apenas solucionado em 1737 (ver João V).[8]

Ainda assim, durante todo este período, e durante todo o posterior reinado, a princesa teve o conforto da companhia de Domenico Scarlatti, o seu velho mestre de música em Lisboa, que seguiu com a sua aluna para Espanha, onde permaneceria o resto da vida. Aqui, o cravista napolitano compôs mais de quinhentas sonatas, muitas delas dedicadas a Bárbara, que passava grande parte do seu tempo a tocar composições do seu antigo professor.
Reinado[editar | editar código-fonte]

O reinado de José I é sobretudo marcado pelas políticas do seu secretário de Estado, o Marquês de Pombal, que reorganizou as leis, a economia e a sociedade portuguesa, transformando Portugal num país moderno.Quando subiu ao trono, José I tinha à sua disposição os mesmos meios de acção governativa que os seus antecessores do século XVII, apesar do progresso económico realizado no país, na primeira metade do século XVIII.

Esta inadaptação das estruturas administrativas, jurídicas e políticas do país, juntamente com as condições económicas deficientes herdadas dos últimos anos do reinado de João V, vai obrigar o monarca a escolher os seus colaboradores entre aqueles que eram conhecidos pela sua oposição à política seguida no reinado anterior.

Diogo de Mendonça Corte-Real, Pedro da Mota e Silva e Sebastião José de Carvalho e Melo passaram a ser as personalidades em evidência, assistindo-se de 1750 a 1755 à consolidação política do poder central e ao reforço da posição do marquês de Pombal, com a consequente perda de importância dos outros ministros.
O terramoto de Lisboa[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Terramoto de 1755

"Marquês de Pombal" e a cidade de Lisboa, de Louis-Michel van Loo (1707-1771) e Claude-Joseph Vernet (1714-1789), Museu da Cidade, Lisboa

O desastre abateu-se sobre Portugal na manhã do dia 1 de novembro (dia de Todos os Santos) de 1755. Nesta data, Lisboa foi abalada por um violento tremor de terra, com uma amplitude que em tempos actuais é estimada em cerca de nove pontos na escala de Richter. A cidade foi devastada pelo tremor de terra, pelo maremoto e ainda pelos incêndios que se seguiram.

Sebastião de Carvalho sobreviveu por sorte, mas não se impressionou. Imediatamente tratou da reconstrução da cidade, de acordo com a famosa frase: "E agora? Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos". Apesar da calamidade, Lisboa não foi afectada por epidemias e menos de um ano depois já se encontrava parcialmente reconstruída.

A baixa da cidade foi redesenhada por um grupo de arquitectos, com a orientação expressa de resistir a terramotos subsequentes. Foram construídos modelos para testes, nos quais os terramotos foram simulados pelo marchar de tropas. Nesta altura, e pela orientação do Marquês do Pombal, teve início o modelo de construção de edifícios denominado "Gaiola", em que todas as obras eram edificadas a partir de uma estrutura de madeira, semelhante a uma gaiola. A partir deste período, todos os edifícios eram obrigados a respeitar esta norma, com o fim de tornar as construções resistentes aos terramotos, devido à sua flexibilidade.[9]

Surgiram também os primeiros edifícios dotados de saneamento próprio, através de condutas ligadas diretamente ao rio, e as ruas adquiriram dimensões em torno dos 20 metros de largura - para as estradas principais - uma característica nunca antes vista.[10]

Os edifícios e praças da Baixa Pombalina de Lisboa ainda prevalecem, sendo uma das atracções turísticas de Lisboa, construídos sob a assinatura do Marquês de Pombal.

Sebastião de Melo fez também uma importante contribuição para a sismologia: elaborou um inquérito enviado a todas as paróquias do país. Exemplos de questões aí incluídas: os cães e outros animais comportaram-se de forma estranha antes do evento?; O nível da água dos poços subiu ou desceu?; Quantos edifícios foram destruídos? Estas questões permitiram aos cientistas portugueses a reconstrução do evento e marcaram o nascimento da sismologia enquanto ciência.
O processo dos Távoras[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Processo dos Távoras

O atentado sofrido por D. José I em 1758. Este atentado foi o catalisador do Processo dos Távoras.

Na sequência do terramoto ficou só menos de dois anos mais como Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra. O rei D. José I deu ao seu primeiro-ministro poderes acrescidos, tornando-o numa espécie de ditador, e fê-lo Conselheiro de Estado e Comendador de Santa Marinha da Mata de Lobos e de São Miguel das Três Minas, ambas na Ordem de Cristo. À medida que o seu poder cresceu, os seus inimigos aumentaram e as disputas com a alta nobreza tornaram-se frequentes.
O atentado[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 1758, a carruagem do rei foi alvejada quando esse voltava da casa de sua amante, a esposa do Marquês de Távora. O monarca foi ferido e a rainha assumiu como regente. As investigações, durante o mês de dezembro, acusaram membros da alta nobreza, os quais foram imediatamente presos; entre eles integrantes da família dos Távoras (o número total de prisioneiros chegou a mais de mil, a maioria dos quais jamais foi julgada formalmente). Em 12 de janeiro de 1759, o José de Mascarenhas da Silva e Lencastre, então Duque de Aveiro, e diversos membros da família dos Távoras foram condenados à morte.[11]
Consequências[editar | editar código-fonte]

Sebastião de Melo não mostrou qualquer misericórdia, tendo perseguido cada um dos envolvidos.

Com este golpe final, o poder da nobreza foi decisivamente contrariado, marcando uma vitória sobre os seus inimigos, aqueles que tinham força para se oporem a si e ao rei. Pela sua acção rápida, D. José I atribuiu ao seu leal ministro o título de Senhor Donatário das vilas de Oeiras e seu termo e de Pombal, com o título de Conde de Oeiras, em 1759.

A 3 de Setembro 1759, um ano depois da tentativa de regicídio a D. José, expulsou os jesuítas da metrópole e das colónias, confiscando seus bens, sob a alegação de que a Companhia de Jesus agia como um poder autónomo dentro do Estado português e as suas ligações internacionais eram um entrave ao fortalecimento do poder régio.

No seguimento do caso Távora, o novo Conde de Oeiras não conheceu qualquer nova oposição. Adquirindo o título de Marquês de Pombal em 1770, teve quase exclusivamente o poder de governar Portugal até à morte de D. José I em 1777.
A regência[editar | editar código-fonte]

D. Mariana Vitória retratada por Miguel António do Amaral.

Quando seu marido foi declarado inapto para governar 1774, devido a loucura, D. Mariana Vitória foi proclamada regente, uma posição que manteve até a morte de seu marido. Após isso, ela tornou-se regente de sua filha mais velha, futura D. Maria I.

Quando a filha assume o poder, D. Mariana Vitória tentou melhorar as relações com a Espanha que era governada por seu irmão mais velho, Carlos III. Os dois países estavam em conflito em relação a posses territoriais nas Américas. Deixando Portugal, D. Mariana Vitória viajou para a Espanha, onde permaneceu por pouco mais de um ano, residindo entre o Palácio Real de Madrid e o Palácio Real de Aranjuez.

Por influência da rainha, assinou-se em 1778 o tratado que estipulou dois casamentos: o do infante Gabriel, filho de Carlos III, com a sua neta D. Maria Ana Vitória, e o da infanta Carlota Joaquina, neta mais velha de Carlos III, com o infante D. João, futuro D. João VI.
Morte[editar | editar código-fonte]

D. José I faleceu no dia 24 de fevereiro de 1714. Jaz no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa. Sucedendo o pai a rainha D. Maria.
Legado[editar | editar código-fonte]

D. José tem descendentes que vão desde o presente Rei de Espanha, Rei da Bélgica, ao Grão-Duque de Luxemburgo. Em 1822, seu bisneto Pedro se tornou o primeiro imperador do Brasil.

Poema(OBRA REGª)





MULHER-ME-FUI-SENDO

lembrar-te, agora, é sentir que o tempo costumava
transbordar de ti … e isso dói…
…tudo porque a tua presença-ausente continua a viver…AQUI





o sol langoroso, louro-quente, felpudo de chamas ardentes
desce pela vidraça e desnuda-se, deliciado, no soalho que pisaste.
Envolve o quarto o bafo quente que sai pela vidraça por onde entrou.




adiante, tenho a montanha que me viu-ser-gente…
…a montanha desse Outubro longínquo e distante
que amontoava as folhas caídas junto das pinhas e das agulhas
de pinheiros, dos fetos e dos abetos onde vivi tantas brincadeiras…




Mulher-Terra Mulher-telúrica Mulher-Mulher-Me- FUI-SENDO.




hoje, quando Me lembro, procuro-Me na solidão
dos atalhos poeirentos… sento-me entre os penedos
que nunca abandonaram os momentos-dos-meus-tempos.


olho o céu, de onde cai um azul-verde cuja sombra me permite
ver as fundas brechas que se abriram na idade da montanha e
nas raízes das árvores que a prendiam à terra, como me prendia eu
às escadas de pensamentos por onde chegava ao céu.




o silêncio é cortado apenas pelo marulhar dos tímidos ribeiros
que passam ao lado das cabras, a correr pelos carreiros que
vão desaguar no vale, lembrando cais de marinheiros-a-voltar.




continuo a nascer,
crescendo em cada madrugar que
se vai prolongando,
pelos crepúsculos em que não te quero recordar…
continuo a perder os olhos pelo horizonte,
mesmo em frente do meu silêncio mimético,
onde passam avezitas a dialogar com o silêncio-da-Hora…




Maria Elisa Ribeiro
ABL/016

Através de Rodrigo Sousa Castro


Rodrigo Sousa Castro
3 h · Medium ·

do seu status passado de "proeminência", os EUA agora habitam um mundo perigoso e imprevisível "pós-primazia", cuja característica definidora é "resistência à autoridade".
O perigo não vem apenas de grandes rivais de poder como a Rússia e a China, ambos retratados como ameaças crescentes para os interesses americanos, mas também pelo crescente risco de eventos de estilo " primavera àrabe". Isso irromperá não apenas no Oriente Médio, mas em todo o mundo, potencialmente prejudicando a confiança nos governos históricos em um futuro previsível......" Citado do texto.


Pentagon study declares American empire is ‘collapsing’
Report demands massive expansion of military-industrial complex to maintain global ‘access to resources’
MEDIUM.COM
 EM ACTUALIZAÇÃO

Governo nega que tenham sido discutidas sanções à Venezuela


Ministério dos Negócios Estrangeiros garante que Portugal não se opõe às sanções porque estas ainda nem sequer foram discutidas.
LILIANA BORGES 19 de Julho de 2017, 11:22
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FotoLUSA/ANTÓNIO COTRIM
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O Ministério dos Negócios Estrangeiros garantiu ao PÚBLICO que a aplicação de sanções à Venezuela não foi discutida na União Europeia. O gabinete de Augusto Santos Silva desmente a notícia avançada esta terça-feira pelo El País de que Portugal seria o único país da União Europeia a manifestar a intenção de votar contra sanções ao regime de Nicólas Maduro.
"Portugal tem participado activamente na formação do consenso necessário à definição da posição da União Europeia sobre a Venezuela, tal como resulta, designadamente, das conclusões aprovadas no Conselho de Negócios Estrangeiros de 15 de Maio", contextualiza o gabinete do ministro Augusto Santos Silva, em resposta ao PÚBLICO. "Conclusões essas nas quais Portugal se revê inteiramente", sublinha, afastando um cenário de isolamento de Lisboa em relação à crise em Caracas.
"A UE, e com ela Portugal, têm feito tudo o que está ao seu alcance para favorecer uma solução política inclusiva na Venezuela, respeitadora do Estado de Direito, do pluralismo político e do princípio de resolução pacífica dos diferendos", vinca o MNE. 
A notícia do jornal espanhol foi avançada depois de, no passado domingo, mais de sete milhões de venezuelanos terem desafiado o Presidente Nicolas Maduro num referendo convocado pela Assembleia Nacional, dominada pela oposição. Cerca de 98% dos participantes na consulta rejeitaram a proposta do chefe de Estado para a convocação de uma Assembleia Constituinte.

De Álvaro Feijó



Do nosso Álvaro Feijó, in Net:

Eu e Tu
Dois! Eu e Tu, num ser indispensável! Como
Brasa e carvão, centelha e lume, oceano e areia,
Aspiram a formar um todo, — em cada assomo
A nossa aspiração mais violenta se ateia...


Como a onda e o vento, a Lua e a noite, o orvalho
[e a selva
— O vento erguendo a vaga, o luar doirando a
[noite,
Ou o orvalho inundando as verduras da relva —
Cheio de ti, meu ser de eflúvios impregnou-te!

Como o lilás e a terra onde nasce e floresce,
O bosque e o vendaval desgrenhando o arvoredo,
O vinho e a sede, o vinho onde tudo se esquece,
— Nós dois, de amor enchendo a noite do degredo,

Como partes dum todo, em amplexos supremos
Fundindo os corações no ardor que nos inflama,
Para sempre um ao outro, Eu e Tu, pertencemos,
Como se eu fosse o lume e tu fosses a chama...

António Feijó, in 'Sol de Inverno'


De Jorge Amado, in Net:

“Um dia, muitos anos antes, quando a floresta cobria muito mais terra, quando se estendia em todas as direções, quando os homens ainda não pensavam em derrubar as árvores para plantar a árvore do cacau que todavia não chegara da Amazônia.”
― Jorge Amado


- http://kdfrases.com/autor/jorge-amado
 EM ACTUALIZAÇÃO

Encontrado morto o 
ex-presidente da Caja Madrid


Miguel Blesa, banqueiro envolvido num escândalo de fraude fiscal, tinha 69 anos.
PÚBLICO 19 de Julho de 2017, 10:16
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FotoREUTERS/SERGIO PEREZ
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O antigo presidente da Caja Madrid foi encontrado morto esta quarta-feira. De acordo com as autoridades espanholas, Miguel Blesa foi encontrado sem vida, com um ferimento de bala no peito, aparentemente auto-infligido, numa herdade em Córboda, Andaluzia, onde praticava caça com amigos, escreve o El País.
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As autoridades espanholas precisam que Miguel Blesa estava a tomar o pequeno-almoço com os amigos quando se levantou para ir ao carro. Foi então que se terá ouvido o disparo.

O banqueiro espanhol tinha sido condenado em Março a seis anos de prisão no âmbito de um processo de fraude fiscal, mas encontrava-se em liberdade.O mesmo processo condenou também o antigo director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) Rodrigo Rato. O antigo director do FMI foi condenado a quatro anos e meio de prisão.

Decorre agora uma investigação para averiguar as causas da morte de Blesa.

Bom dia, amigos, com chuva na Mealhada-Portugal


terça-feira, 18 de julho de 2017


Diário de Coimbra partilhou uma ligação.
9 h ·




AAC tem garantidos apoios para disputar 2.ª Divisão
A Académica tem já assegurada a participação no Nacional da 2.ª Divisão. Depois de ter garantido a subida dentro das quatro linhas, a turma orientada por João Maio passou por uma fase de indefinição. A…
WWW.DIARIOCOIMBRA.PT

No Diário de Coimbra

Bom dia, esta é a primeira página da edição de hoje, terça-feira, dia 18 de Julho de 2017.
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