domingo, 20 de agosto de 2017



De Picasso, in Net:

“Um quadro bom no meio de quadros maus acaba por se transformar num mau quadro. E um quadro mau no meio de quadros bons acaba por se tornar um bom quadro.”
― Picasso


-


Frases e Pensamentos de Picasso
Coletânea de frases e citações de Picasso
KDFRASES.COM

De ANGOLA...uma mulher pôdre de rica, à custa das riquezas de ANGOLA, onde o povo não tem acesso a nenhum dos cuidados básicos...


Público
1 h ·


A análise de João Gaspar Marques, repórter de mercados energéticos.


A dinastia dos Santos
Restam poucas dúvidas sobre o vencedor das eleições, mas isso não significa calma em Angola.
PUBLICO.PT

The Guardian
37 min ·


"In reality, any new court will have to follow what the ECJ says about the EU’s own rules, otherwise the new system won’t work. So, never mind Theresa May’s foolish red line; we will have the ECJ in all but name.”


Ex-legal chief attacks Theresa May’s ‘foolish’ claim on European court of justice
Doubts cast over Brexit red line as cabinet prepares to reveal more of its thinking this week
THEGUARDIAN.COM

PUTIN...

Eventos futuros


SET28
Com interesse
Is Russia hacking the world?
Qui 19:30 · Greenwood Theatre · Londres, England, United Kingdom
Gostas de The Guardian

The Guardian
12 min ·


"I’m a multi-faceted, talented, wealthy, internationally famous genius."


Jerry Lewis, king of comedy, dies at 91
Much-loved American comic behind hit films such as The Nutty Professor has died in Las Vegas
THEGUARDIAN.COM





SIC Notícias
Ontem às 11:04 ·


EM ATUALIZAÇÃO


Primeiro-ministro confirma morte de segunda vítima portuguesa em Barcelona
O primeiro-ministro anunciou esta manhã que a jovem portuguesa dada como desaparecida na sequência do atentado em Barcelona foi identificada como uma…
SICNOTICIAS.SAPO.PT

É melhor prevenir...


SIC Notícias
1 h ·


A colocação de barreiras de segurança em Lisboa estava em estudo há meses devido aos ataques terroristas que têm ocorrido na Europa através do atropelamento de pessoas, disse este sábado à Lusa fonte do Ministério da Administração Interna.


Ataques terroristas motivaram medidas de segurança da Câmara de Lisboa
SICNOTICIAS.SAPO.PT

SIC Notícias
32 min ·


A ministra da Administração Interna expressou este sábado condolências pela morte do piloto de helicóptero que se despenhou no combate a um incêndio no concelho de Castro Daire e afirmou que o Governo "disponibilizará todo o apoio" à família.


Governo disponibilizará "todo o apoio" a família de piloto
SICNOTICIAS.SAPO.PT

DESPORTO


SIC Notícias
13 min ·


ÚLTIMA HORA:


FC Porto vence Moreirense com hat-trick de Aboubakar
SICNOTICIAS.SAPO.PT

Covilhã-Portugal

De Portugal...


SIC Notícias
18 min ·


O incêndio que lavra na Covilhã, Castelo Branco, obrigou este domingo à retirada de 15 pessoas da aldeia de Casal da Serra, e 80 de um parque de campismo, adiantou hoje a Autoridade Nacional de Proteção Civil.


Chamas obrigam à retirada de 95 pessoas na Covilhã
SICNOTICIAS.SAPO.PT

Obra com direitos reservados








POEMA

TERRA DE PELE

alongo-me na terra que me sente a pele.
procuro forçar os segredos das árvores e ergo os braços, a gritar raízes.
o voo dos pássaros foi atravessando os segredos da terra-em-versos
de brisas, de infinitas matrizes.
tudo me explode nas palavras do poema…
¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬_______________________explode o rio que flui…
_______________________lágrimas do meu choro, explodem…
________________________o corpo da terra explode-me no olhar,
que depõe neblinas nas raízes dos
segredos da palavra- Mãe.


Há vestígios de mistério nos meus cabelos,
enredados no corpo-terra-mudo,
_______________________na solidão dos arborizados passos da Interrogação.

(algo de Mim paira em regiões que Me desconheço)

…o poema parece querer falar do corpo que minh’alma tem,
feito de nuvens diluídas em paisagens oníricas.

o desenho do meu coração perdeu a curva
que vinha no olhar -de-um-sonho
a navegar ilhas miríficas…

talvez as estrelas sejam escolhidas pelas noites de luar,
para manterem aceso o trinar do pássaro-de-fogo…
_______________________…ou o ventilar das folhas das palmeiras…
_______________________…ou o areal liso à passagem dos búzios
entorpecidos pelo brilho do horizonte…

nos orvalhos derramados sobre as serras,
sobressaem os rendilhados das teias-de-aranha,
tecidos de lágrimas-vida…

pedras encharcadas de dores da solidão das eras
vivem encrustadas nas ameias dos castelos
sufocadas de emoção…

Paira em mim uma outra mágica sensação
a viver-ME a pele,
com sabor a terra-húmus-chão!

Maria Elisa Ribeiro-SET/013

BOM DIA, AMIGOS! 40º em PORTUGAL!


sábado, 19 de agosto de 2017



Victor Hugo Bernardino
LEIAM COM ATENÇÃO
Estou cansado !!!
Tenho 73 anos e estou cansado. Excepto um breve período na década de 60, quando fiz o meu serviço militar, tenho trabalhado duro desde que eu tinha 12 anos. Trabalhava 50 horas por semana, e não caí doente em quase 50 anos. Tinha um salário razoável, mas não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento. Eu trabalhei para chegar onde estou, e cheguei economizando muito, mas estou cansado, muito cansado.
Estou cansado de que me digam que eu tenho que "distribuir a riqueza" para as pessoas que não querem trabalhar e não têm a ética de trabalho. Estou cansado de ver que o governo fica com o dinheiro que eu ganho, pela força, se necessário, e o dá a vagabundos com preguiça para ganhá-lo.
Estou cansado de ler e ouvir que o Islamismo é uma "religião da paz", quando todos os dias eu leio dezenas de histórias de homens muçulmanos a matar suas irmãs, esposas e filhas pela "honra" da sua família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infracção; de muçulmanos a assassinar cristãos e judeus porque não são "crentes"; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes, vítimas de estupro, até a morte, por "adultério"; de muçulmanos a mutilar o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Sharia diz para eles o fazerem.
Estou cansado de que me digam que por "tolerância para com outras culturas" devemos deixar que Arábia Saudita e outros países árabes usem o dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas madrassas islâmicas, para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá e, enquanto que ninguém desses países está autorizado a fundar uma sinagoga, igreja cristã ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor, tolerância e paz.
Nota: em Portugal, não é preciso este financiamento - a Câmara Municipal de Lisboa, com os nossos impostos, vai construir uma mesquita, estando, para isso, a fazer expropriação de casas a demolir para ter o espaço necessário... imaginem o granel que seria se fosse para construir uma igreja católica... vinham logo os "politicamente correctos" gritar que estamos num Estado laico... assim, trata-se "simplesmente" de tolerância religiosa"...
Estou cansado de que me digam para eu baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não me é permitido debater.
Estou cansado que me digam que os toxicodependentes têm uma doença, e eu tenho que ajudar no seu tratamento e pagar pelos danos que fazem. Eles procuraram sua desgraça. Nenhum germe gigante os agarrou e encheu de pó branco seus narizes, ou à força injectou porcaria em suas veias.
Estou cansado de ouvir ricos atletas, artistas e políticos de todos os partidos, a que chamo papagaios, falarem sobre erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que eles pensam que seus únicos erros foi serem apanhados. Estou cansado de pessoas sem senso do direito, sejam elas ricas ou pobres e de justiça que não funciona.
Estou realmente cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade por suas vidas e acções. Estou cansado de ouvi-las culpar o governo e a sociedade de discriminação pelos "seus problemas."
Também estou cansado e farto de ver homens e mulheres serem repositório de pregos, pinos e tatuagens de mau gosto, tornando-se assim pessoas não-empregáveis e, por isso, reivindicando dinheiro do governo (dos impostos pagos por quem trabalha e produz).
Sim, estou muito cansado. Mas também estou feliz por ter 73 anos, porque não vou ter de ver o Mundo que essas pessoas estão CRIANDO.
Mas estou triste e penso que futuro para netos e filhos ainda bastante novos. Graças a Deus estou no caminho de saída e não no caminho de entrada.
Não há maneira de isto ser amplamente divulgado... A menos que cada um de nós colabore, enviando e ganhando força para contrariar esse (mau) caminho que o Mundo, por força de (péssimos) governantes, nos está proporcionando.
É esta a nossa chance de fazermos a diferença.
Você por certo não estará muito cansado para enviar isto, certo !!?!



Em portafoliolp.blogs.sapo.pt. porque ler faz bem...

"A LADEIRA
Era uma vez dois homens. Um era alto, outro baixo. Um era gordo, outro magro. Um moreno, o outro ruivo. Um tinha a voz muito grossa e outro uma borbulha na ponta do nariz. Um chamava-se Manuel Francisco e o outro Francisco Manuel. E muito mais coisas poderia dizer de cada um deles. Mas, o fundamental, é que eram muito diferentes um do outro. Só numa coisa se assemelhavam: ambos eram tremendamente teimosos.
Na terra onde viviam havia uma ladeira íngreme, inclinada, cheia de pedras e calhaus. Uma ladeira daquelas que a gente só sobe ou desce quando não pode deixar de ser.
Um dia, um dos homens ia a subir a ladeira quando o outro vinha a descê-la. Como é natural, encontraram-se a meio. Bem… A meio, a meio, exactamente a meio, não tenho a certeza se foi. Talvez tenha sido um bocadinho mais para cima ou um bocadinho mais para baixo. Para a nossa história esse pormenor não tem grande importância e, por isso, vamos fazer de conta que foi a meio.
Mais ou menos a meio da ladeira, os dois homens encontraram-se, pararam à frente um do outro e desataram a discutir. Um ia a subir e, por isso, achava que a ladeira era uma subida. O outro vinha a descer e, pelo contrário, garantia que se tratava de uma descida.
Sem chegar a acordo, sentaram-se ali mesmo no chão para tirar a questão a limpo. Quem os conhecesse, sabendo que eram homens de palavra fácil, capazes de inventar sólidas razões e grandes argumentos, logo via que aquela discussão ia demorar. E demorou.
Passaram-se sete dias e sete noites e a discussão não parava. Veio a Lua e foi-se o Sol, veio o Sol e foi-se a Lua e os dois homens a discutir. Nem o frio, nem o calor, nem a chuva, os distraíram. Continuavam na mesma. Para um, aquela ladeira era uma subida porque subia de baixo para cima. Para o outro, era uma descida porque descia de cima para baixo.
A discussão continuou e continuou. À sétima noite começou a soprar um vento muito forte. Um vento tão forte e violento que arrancava terras, árvores e pedras e as atirava de um sítio para outro. Um vento daqueles capazes de trabalhar lentamente, séculos e séculos a fio, para mudar a face da Terra e transformar montes em covas fundas e buracos de meter medo nas mais altas montanhas.
O tempo passou. O vento mexeu com tudo. Mudou a paisagem. Transformou o mundo. Só os dois homens continuavam sentados no meio da ladeira sem darem por nada do que acontecia à sua volta. Estavam tão preocupados, cada um, em ganhar a discussão, que não sentiram nem a chuva na pele, nem o frio nos ossos, nem o sol na moleirinha.
Passaram-se sete mil noites e sete mil dias, os homens a discutir e o vento a trabalhar.
A ladeira, a pouco e pouco, ia ficando diferente. A parte mais alta cada vez menos alta, e a parte mais baixa a crescer sem parar à custa de entulho, areia, calhaus e pedrinhas que a tornavam cada vez menos baixa.

Um belo dia, a parte de baixo e a parte de cima da ladeira ficaram iguais, da mesma altura e, portanto, a ladeira desapareceu. A terra ficou direitinha, lisa, uma planície que se estendia até perder de vista.
O vento, sem mais nada que fazer ali, foi trabalhar para outro lado. Os dois homens que, como eu já disse, eram muito teimosos, continuavam a discutir se a ladeira era uma subida que se descia ou uma descida que se subia.
A certa altura, olharam em volta, para um lado e para outro, até onde a vista podia alcançar. Aperceberam-se então que a ladeira tinha desaparecido. Olharam um para o outro, levantaram-se, cumprimentaram-se e, cheios de orgulho, afastaram-se cada um em sua direcção, ambos seguros de que tinham ganho a discussão.

José Fanha
A noite em que a noite não chegou
Porto, Campo das Letras, 2001





GostoMostrar mais reaçõesComentarPartilhar

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Boa noite, meus amigos!




IL CONFRONTO STRATEGICO USA-USA
Siria, dietro il conflitto l’eterna guerra per le pipeline
–di Alberto Negri
19 ottobre 2016




Un’area controllata dai ribelli nei dintorni di Damasco











Gas e petrolio sono da sempre al cuore della questione mediorientale: nelle vene di questa regione strategica per gli equilibri mondiali scorrono tutte le peggiori ragioni per fare una guerra e anche le migliori per fare la pace. Si tratta, in fondo, soltanto di scegliere e di conoscere la storia.


Nel 1947 l'americana Bechtel e la Saudi Aramco decisero di realizzare un pipeline dai pozzi sauditi alle sponde del Mediterraneo. Si trattava della famosa Tapline: nel primo progetto doveva arrivare ad Haifa in Israele ma il piano fu accantonato dopo la dichiarazione di indipendenza dello stato ebraico. Si scelse così un percorso alternativo che passava dalle colline siriane del Golan e dal Libano, fino a Sidone. Il Parlamento siriano però chiese più tempo per esaminare la questione e la risposta fu un colpo di stato condotto dal colonnello Zaim con l'aiuto dell'agente della Cia Stephen Meade che rovesciò un governo democraticamente eletto.


TRACCIATI IN CONCORRENZA








Soltanto quattro anni dopo, nel 1953, un altro colpo di stato anglo-americano detronizzava in Iran il leader Mossadeq che aveva nazionalizzato il petrolio. Il vero autore del golpe in Iran fu Kermit Roosevelt jr, nipote del presidente Theodore Roosevelt. La sua foto negli anni 50 mostra un quarantenne sorridente, con occhiali dalla montatura nera pesante e l'aria mite di un professore: è il capo del della Cia in Medio Oriente, un insospettabile uomo d'azione, coraggioso, capace come pochi di volgere gli eventi a suo favore, anche nelle peggiori condizioni. Fu lui a dirigere sul campo il colpo di stato contro Mossadeq.



SCENARI
15 ottobre 2016
La Sykes-Picot 2.0 di Russia e Stati Uniti




I golpe americani a sfondo energetico e i loro segreti sono una questione di famiglia: i Roosevelt, i Kennedy e ora i Clinton. C'è qualche dubbio che coloro che oggi si proclamano “amici della Siria” come Stati Uniti, Francia e Gran Bretagna lo siano veramente: gli ultimi due sono stati quelli che si sono spartiti il Medio Oriente un secolo fa con gli accordi di Sykes-Picot del 1916.

Gli accordi tracciavano i confini del futuro Medio Oriente dopo la dissoluzione dell'impero ottomano. Ma Georges Clémenceau accettò di “offrire” Mosul agli inglesi in cambio del controllo francese sulla Siria e sul Libano.

La sorte di Mosul fu risolta alla fine della prima guerra mondiale con un dialogo rimasto famoso nella storia. Il 1° dicembre 1918 il capo del governo britannico Lloyd George si trovava a discutere con Clémenceau all'ambasciata francese a Londra. Il capo del governo francese chiese al suo interlocutore di cosa volesse parlare e Lloyd George rispose prontamente: «Della Mesopotamia e della Palestina». «Mi dica che cosa vuole», chiese Clémenceau. «Voglio Mosul», disse Lloyd George. «L'avrà», rispose Clémenceau.


Ma le cose sono così cambiate dai tempi di Clemenceau e di Lloyd George? Per la Mesopotamia e la Siria non poi tanto se non fosse stato per l'intervento russo del 30 settembre 2015, un attore che cerca di riempire i vuoti lasciati dagli americani, per decenni determinanti negli eventi della regione.

Robert Kennedy junior, nipote dell'ex presidente degli Stati Uniti John. F. Kennedy, ha spiegato qualche tempo fa in un articolo per la rivista “Politico” le vere cause della guerra in Siria. La radice del conflitto armato in Siria nasce secondo Kennedy in gran parte dal rifiuto del presidente siriano Bashar Assad di consentire il passaggio di un gasdotto dal Qatar verso l'Europa. «La decisione americana di organizzare una campagna contro Assad - afferma Kennedy - non è iniziata a seguito delle proteste pacifiche della primavera araba del 2011, ma nel 2009, quando il Qatar ha offerto di costruire un gasdotto per dieci miliardi di euro che avrebbe dovuto attraversare Arabia Saudita, Giordania, Siria e Turchia».


Si trattava di una sorta di riedizione allargata della Tapline che aveva portato al golpe del colonnello Zaim nel 1949. Questo progetto avrebbe fatto sì che i paesi del Golfo guadagnassero un vantaggio decisivo sui mercati mondiali e avrebbe rafforzato il Qatar, un Paese strettamente alleato di Washington.

Il presidente siriano Assad nel 2009 rifiutò il progetto dicendo che avrebbe interferito con gli interessi del suo alleato russo, il più grande fornitore di gas naturale verso l'Europa.


Ecco un buon motivo per riflettere su qualcuna delle motivazioni dell'intervento di Mosca in Siria e sull'incontro recente di Ankara tra Erdogan e Putin per la ripresa del gasdotto Turkish Stream. Bisogna stare ben attenti quando si parla di progetti di collaborazione bilaterali in campo energetico in Medio Oriente: se fai un favore a qualcuno stai pur certo di urtare qualcun altro.


L’anno seguente, nel 2010, Assad iniziò a trattare con l'Iran, suo alleato storico, per la costruzione di un altro gasdotto destinato a trasportare il gas iraniano verso il Libano passando dall'Iraq: la repubblica islamica, se questo progetto fosse mai stato attuato, sarebbe diventato uno dei più grandi fornitori di gas verso l'Europa. Secondo Kennedy, che cita report dell'intelligence cui ha avuto accesso, subito dopo la bocciatura del progetto iniziale, i servizi americani, assieme al Qatar e all'Arabia Saudita, iniziarono a finanziare l'opposizione siriana e a preparare una rivolta per rovesciare il regime.

Difficile dire fino a che punto la versione di Kennedy sia provata ma non c'è dubbio che l'Iran ha sempre visto la Siria e gli Hezbollah libanesi come una proiezione strategica verso le coste del Mediterraneo e un'opportunità per esportare il suo gas in Europa.


“L’Iran ha sempre visto la Siria e gli Hezbollah libanesi come un'opportunità per esportare il suo gas in Europa.”









Un paio di cose però sono sicure. Nel giugno 2011 gli Emirati, a nome dei Paesi del Golfo, offrono ad Assad aiuti equivalenti a tre volte il bilancio statale annuale di Damasco (allora 50 miliardi di dollari, quindi in totale 150 miliardi) per rompere l'alleanza politica, militare ed economica con Teheran. In cambio, oltre ai soldi, gli arabi del Golfo promettevano che sarebbe finita la rivolta cominciata a Daraa in marzo e che si era propagata a Damasco e Hama.

Il rifiuto di Assad è seguito da un segnale americano inequivocabile. Il 6 luglio 2011 l'ambasciatore Usa a Damasco Ford si reca da Hama e viene filmato mentre saluta calorosamente i ribelli anti-Assad. Mai si era visto un ambasciatore americano fare un gesto simile in un Paese ostile e soprattutto del Medio Oriente: i ribelli di Hama erano diventati la sua vera scorta. Il giorno dopo arriva in città anche l'ambasciatore francese.

È cosi che la legittima protesta popolare contro un regime autocratico e brutale si è trasformata in una guerra per procura con la partecipazione attiva della Turchia, il beneplacito dell'allora segretario di Stato Usa Hillary Clinton e i finanziamenti dei sauditi e del Qatar
.


Konrad Adenauer: Vivemos todos sob o mesmo céu, mas nem...

Vivemos todos sob o mesmo céu, mas nem todos temos o mesmo horizonte.... Frase de Konrad Adenauer.
Vivemos todos sob o mesmo céu, mas nem todos temos o mesmo horizonte.


Konrad Adenauer

SIC Notícias
32 min ·


Há uma portuguesa entre as 13 vítimas mortais do atentado de Barcelona e outra portuguesa, da mesma família, está ainda desaparecida. O condutor da carrinha que avançou nas Ramblas e atropelou várias pessoas continua fugido.


Portuguesa de Lisboa morreu em Barcelona, autor do ataque continua fugido
SICNOTICIAS.SAPO.PT


SIC Notícias
2 h ·


Siga aqui as últimas informações, ao minuto, e a emissão em direto da SIC Notícias.


Atentados na Catalunha estão relacionados
Cinco suspeitos foram abatidos e sete pessoas ficaram feridas num segundo ataque esta madrugada em Espanha, depois do atentado de ontem que fez 13 mortos em Barcelona. As operações de busca centram-se num nome:…
SICNOTICIAS.SAPO.PT

El País
3 h ·


Última hora | Este é moussa oukabir, de 18 anos, irmão de um preso pelo atropelamento maciço de Barcelona. As autoridades procuram-no como autor do atentado.

· Ver Original ·
Classifica esta tradução


Los Mossos buscan al hermano de un detenido como autor del atentado
La policía trabaja con la hipótesis de que Moussa Oukabir conducía la furgoneta en La Rambla
ELPAIS.COM


El País
1 h ·


" não tinc por " (" não tenho medo "), grita Barcelona. Uma multidão rejeita os ataques da Catalunha ao mesmo tempo que se confirma a ª vítima mortal. As novidades, ao vivo http://cort.as/yqDi

· Ver Original ·
Classifica esta tradução

4 min ·


Lágrimas y emoción a flor de piel. Decenas de miles de personas llenan el centro de Barcelona para rechazar la violencia terrorista #NoTincPor
Ver Tradução


Las palomas se quedan sin espacio en la plaza de Catalunya
Decenas de miles de personas llenan, emocionadas, el céntrico espacio durante el minuto de silencio en protesta por el atentado de La Rambla
ELPAIS.COM

En EL Pais


Agora mesmo ·


Um dia depois, a rambla continua a subir e a descer... embora já não seja a mesma coisa. A cidade de Barcelona se tem com as vítimas em uma demonstração de orgulho e coragem https://goo.gl/JRpTq5

· Ver Original ·
Classifica esta tradução


-2:06
GostoMostrar mais reações
Comentar














RUMORES POÉTICOS-




…de quando a alma viaja em asas que o vento espalha
por sobre o azul transparente do mar…
…de quando mergulha na sombra das árvores
e acalma no rumor do rio, que-vai-indo sob agasalhos de luz
ornados de mantos de luar
e renasce num poema de lágrimas vertidas pelas palavras
a escorrer do olhar.
…serão da alma as gotas de orvalho que caem na terra
em fios descontrolados sob raios de luar?
O poema, escondido no pensamento, rumor do espaço
das rosas floridas na complexidade das enciclopédias vivas,
solta-se como golfinhos em águas livres , segundo a vontade
das rumorosas ondas do mar, onde a alma deve ser o tormento
de se atrever a saltar…







Maria Elisa Ribeiro
MRÇ/017

De SÁ de miranda


Por estes Campos sem Fim
Por estes campos sem fim,
onde a vista assim se estende,
que verei, triste de mim,
pois ver-vos se me defende?

Todos estes campos cheios
são de saudade e pesar,
que vem para me matar,
debaixo de céus alheios.
Em terra estranha e em ar,
mal sem meio e mal sem fim,
dor que ninguém não entende,
até quão longe se estende
o vosso poder em mim!

Sá de Miranda, in 'Antologia Poética'

Bom dia, amigos!


Artigo do amigo Rodrigo Sousa Castro


Rodrigo Sousa Castro
2 h ·

no.
Na voragem e no entusiamo da vitória fácil, dada a desproporção das forças, os americanos, com a sua tradicional arrogância imperialista acharam por bem destruir completamente a administração iraquiana e as sua forças armadas já amplamente derrotadas. Ao impor um simulacro de democracia e eleições era sabido que a maioria descamisada chiita acederia ao poder ainda que sob tutela.
Porém, as elites iraquianas sunitas que tradicionalmente detinham o Poder não se conformaram e é claro hoje que a coluna vertebral do DAESH é constituída pelos elementos expulsos do Poder pelos americanos.
A administração democrática de Obama, não tendo declarado abertamente a guerra a Assad, congeminou a sua queda através de programas de financiamento à CIA para que levasse a cabo tal desiderato.
Como resultado a maior parte dos fundos e do armamento sofisticado fornecidos estão hoje nas mãos da AL-kaeda ou do DAESH.
Para ajudar à festa o regime sionista de Israel, combate quem combate a al-kaeda e o DAESH na Síria e admite abertamente quE conviveria melhor com o Estado Islâmico nas suas fronteiras do que com o regime de Assad.
Perante este quadro, ao ouvir ontem a Cândida Pinto na SIC NOT a declarar que quem combate na Siria e no Iraque a al-kaeda e o DAESH é a coligação dos EUA e são os Curdos, escamotendo o papel fulcral dos russos e seus aliados, fico a pensar que a comunicação social portuguesa , além de estar plantada de ignorantes tem de facto uma agenda facciosa.
Quanto aos comentadores, quem entre eles vai ao fundo da questão e aponta o dedo aos responsáveis ?
Quem entre eles é capaz de denunciar que enquanto o DAESH e a al-kaeda receberem financiamento e armamento de grupos afins que os americanos e aliados incluindo países da EU protegem e municiam, o terrorismo continuará activo e medrará ?
Quando oiço os comentadores alarves na televisão a escamotear a dura e cínica realidade subjacente a esta tragédia lembro-me sempre da frase de um amigo meu “ ENGANEM-ME QUE EU GOSTO”.