terça-feira, 27 de setembro de 2016


Notícias ao Minuto
3 h ·


Trump acusou-a de falta de garra. Hillary pegou na experiência e mostrou o que é ter garra. Um dos pontos altos do debate de ontem


Assim respondeu Hillary a comentários de Trump sobre a sua resistência


NOTICIASAOMINUTO.COM|POR NOTÍCIAS AO MINUTO

From CBC news -CANADA


CBC News adicionou 4 fotos novas.
1 h ·


Miss last night's presidential debate? Catch up with our recap of Hillary Clinton and Donald Trump's first face off – fact checks and analysis included:http://www.cbc.ca/…/interactives/breaking/us-presidential-d…



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FROM CANADA...


CBC News
4 min ·


The World Health Organization says 35 doctors must care for at least 250,000 people in eastern Aleppo.


WHO calls for safe routes to east for rescue of Aleppo sick and wounded
The World Health Organization calls for the embattled eastern part of the Syrian city of Aleppo to be evacuated of sick and wounded people through safe corridors.
CBC.CA

From China..


China National News partilhou uma ligação.
13 h ·



Nearly 200 Killed in Chemical Accidents in China So Far This Year
Chemical accidents in China have killed nearly 200 people so far this years, according to a report from the environmental group Greenpeace highlighting lax management…

From CHINA...


China National News partilhou uma ligação.
23/4 ·



China planning to build nuclear power plants in disputed South China sea - China National News
China state-run newspaper Global Times has reported that the country is developing floating nuclear power plants to power its man-made islands
CHINANATIONALNEWS.COM

Boa tarde, amigos de LUSIBERO!


Do nosso A. Torrado...






A janela e a montanha – A. Torrado




António Torrado
O coração das coisas
Porto, Edições Asa, 2004
A JANELA E A MONTANHA

A janela abria para a frente, para fora, para o ar lavado da montanha.

Quem dormisse naquele quarto, ao saltar da cama, de manhã, abria a janela de dois batentes como se estivesse a respirar fundo. Enchia os pulmões de ar e os olhos de claridade. Era o primeiro exercício de ginástica.

Podia ficar por aqui, de cotovelos sobre o parapeito, a apreciar a paisagem. Ou podia voltar para dentro, com um pequeno arrepio de prazer.

A janela, que abria para fora, até nem se importava que voltassem a fechá-la. Tinha cumprido a sua missão. Dera, de longe, um primeiro abraço à montanha. Não pedia mais.

Eram muito amigas a montanha e a janela. Não podiam passar uma sem a outra. A janela emoldurava a montanha, por sinal que o seu lado mais fotogénico. A montanha sentia-se protegida por aquela janela prazenteira, sorridente, aberta de par em par.

Mas aconteceu que a estalagem, a que pertencia a janela, fechou. De vez. Falta de clientes, cansaço do dono ou fosse do que fosse, fechou. Portas e janelas trancadas.

A montanha olhava para a janela e sentia saudades. Cá em baixo, no vale, ouviam-na suspirar e diziam:

— É o vento da montanha.

Mas não era. Até a paisagem entristecia.

Da janela e do seu sentir não podemos saber. Pois se estava fechada. Só aberta, toda aberta de alegria é que ela era uma verdadeira janela.

A montanha convocou os ventos para que eles abrissem a sua janela, sem a qual nem as manhãs de orvalho apeteciam nem as tardes rubras do pôr-do-sol nem as noites alucinadas pela Lua Cheia.

— Para quê, para quê, se não tenho a minha janela a ver-me? — murmurava a montanha, inconsolável.

Mas os vendavais da montanha por mais esforços que fizessem, por mais empurrões que dessem não conseguiam abrir a janela. Impossível. Ela só abria para fora.

Desistiram. Não desistiu a montanha, que chorou, noites e noites a fio, a perda da sua janela.

Depois da época das chuvas, voltou o bom tempo. Romperam os malmequeres, no jardim abandonado da estalagem. A montanha cobriu-se de veludo roxo, que era uma maciça penugem de pétalas sobre o chão de urze. Começou a cheirar a rosmaninho.

— Parece que vão reabrir a estalagem, com nova gerência — contava-se, no vale.

E assim aconteceu. Quando a janela abriu as suas duas portadas, a abarcar a montanha, fez-se um grande silêncio.

— Olá, montanha — disse a janela.

— Olá, janela — disse a montanha.

Como se ainda ontem se tivessem visto… Mas ficaram que tempos, que tempos, a olhar uma para a outra."

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Boa noite, amigos de Lusibero!


In www. publico.pt


Governo poderá deixar cair o fim do sigilo bancário se Presidente vetar


SÃO JOSÉ ALMEIDA

26/09/2016 - 07:44


Afinal, o fim do sigilo bancário em contas com mais de 50 mil euros poderá morrer na praia. Se Marcelo vetar, Costa deixa cair a ideia.
O primeiro-ministro não afrontará o Presidente por causa do sigilo bancário NUNO FERREIRA SANTOS




14







TÓPICOS

Presidência da República
Governo
Banca
António Costa
Marcelo Rebelo de Sousa
Fisco
Presidente da República

MAIS
Lei do sigilo bancário já chegou a Belém
Governo aprova acesso do fisco às contas bancárias acima de 50 mil euros
Acesso às contas bancárias é “restrição” necessária para combater a fraude, diz Governo
Catarina Martins quer fim do sigilo bancário para combater fraude fiscal


Se o Presidente da República vetar o diploma que impõe o fim do sigilo bancário nas contas com mais de 50 mil euros, o PÚBLICO sabe que o Governo não deverá insistir na sua aprovação e manterá apenas os aspectos que adoptam para a lei portuguesa as directivas da União Europeia e os tratados internacionais.

O decreto-lei está desde a passada sexta-feira em Belém, remetido que foi pelo Governo para promulgação presidencial, depois de ter sido aprovado em Conselho de Ministros a 8 de Setembro. Não se conhece o que, de facto, irá fazer o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, mas tem sido noticiada a sua divergência com conteúdos desta lei.

O PÚBLICO sabe que se o Presidente vier a vetar politicamente o diploma, o primeiro-ministro, António Costa, deverá desistir dos seus aspectos mais polémicos.

É certo que, tratando-se de um diploma aprovado em Conselho de Ministros, face ao veto político do Presidente, o Governo não pode reaprovar o diploma tal e qual está. Essa possibilidade só se coloca quando o diploma tem origem na Assembleia da República.

Mas o facto é que, se o primeiro-ministro quisesse mesmo fazer valer a sua intenção de legalizar o fim do sigilo bancário para contas acima dos 50 mil euros, poderia transformar o agora decreto-lei do Governo em proposta de lei e enviá-la para aprovação pela Assembleia da República. Ou poderia fazer com que a medida surgisse apresentada no Parlamento sob a forma de projecto de lei da autoria do grupo parlamentar socialista. Em caso de aprovação pela Assembleia da República, o Presidente poderia então enviar a lei ao Tribunal Constitucional ou vetá-la uma vez, mas, se voltasse a ser aprovada pela maioria dos deputados, Marcelo seria obrigado a promulgar.

O Governo aguarda para conhecer quais os argumentos políticos e constitucionais que o Presidente da República vai evocar na fundamentação que enviará ao executivo a justificar o eventual veto.

Caso se confirme o veto político de Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro terá de elaborar um novo diploma em que venha a salvaguardar apenas os conteúdos deste decreto que dizem respeito à transposição para a lei portuguesa de uma directiva comunitária, bem como as determinações estabelecidas por um acordo neste domínio assinado entre Portugal e os Estados Unidos.

No primeiro caso, a directiva impõe a troca de informações fiscais entre Estados-membros da União Europeia. No segundo, o acordo estabelece a obrigação de os bancos portugueses comunicarem ao Governo norte-americano os saldos bancários de cidadãos americanos a residir em Portugal, do mesmo modo que os bancos norte-americanos ficam obrigados a comunicar ao Governo português informação sobre as contas bancárias dos cidadãos portugueses que residem nos Estados Unidos.

O que cairá por terra é, assim, a extensão do levantamento do sigilo a todas as contas bancárias abertas em bancos, em Portugal, cujo saldo atingisse os 50 mil euros. Esta medida tem causado polémica. E o próprio Presidente da República já se manifestou contra ela em termos genéricos, mesmo antes de o Governo a aprovar, declarando à comunicação social a 25 de Agosto: “Falou-se nisso, eu de repente ao ver tantas notícias cheguei a ficar apreensivo que a questão se colocasse, porque, se a questão se colocasse, da minha parte não teria acolhimento algum.”

As críticas ao diploma, que introduziria o fim do sigilo bancário nas contas acima dos 50 mil euros, foram também assumidas pela Comissão Nacional de Protecção de Dados que considerou inconstitucionais os conteúdos da lei.

O PCP criticou de igual modo o decreto, nomeadamente pela voz do secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, que, no final da última reunião do comité central, a 25 de Setembro, se demarcou da medida. “Existem mecanismos refinados de evasão fiscal e o Estado tem de se proteger e possuir capacidade de resposta em situações especiais. Mas as famílias têm de ter o direito à privacidade, privacidade em relação à sua vida e ao dinheiro que cada um ganhou a trabalhar. É preciso um equilíbrio”, afirmou então o líder do PCP. E acrescentou: “A devassa total não é acompanhada pelo PCP.”

De Portugal...in www.publico.pt


À quinta votação na ONU, Guterres continua o favorito
EM ACTUALIZAÇÃO:

BÁRBARA REIS

26/09/2016 - 16:12


Ex-alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados ganhou mais uma votação informal no Conselho de Segurança.
DENIS BALIBOUSE / REUTERS




2







TÓPICOS

ONU
Nações Unidas
António Guterres

MAIS
Começou a disputa pelo emprego mais impossível do mundo
Wall Street Journal diz que Guterres geriu mal ACNUR e declara apoio a candidato sérvio
Guterres diz que escolha do próximo secretário-geral da ONU é "imprevisível"
Merkel apoia ou não apoia Guterres?
A Europa de Leste contra Guterres
Bulgária pondera nomear comissária para concorrer com Guterres à ONU


Mais uma vez, os 15 membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas deram a maioria dos votos a António Guterres, o ex-primeiro-ministro socialista e ex-alto comissário da ONU para os Refugiados que está há meses numa intensa corrida para o cargo de secretário-geral da organização.

Guterres manteve esta segunda-feira a mesma votação que teve no último escrutínio informal, a 9 de Setembro: 12 votos a "encorajar", dois a "desencorajar" e uma abstenção.

Todos os outros oito candidatos ainda na corrida desceram posições, em particular os que têm disputado os lugares imediatamente a seguir ao topo.

Mais uma vez confirma-se o padrão das quatro votações anteriores e não há um segundo lugar sólido.

O eslovaco Miroslav Lajcak, que do nada emergira a meio da corrida e se instalara transitoriamente no segundo lugar, teve agora menos votos do que há duas semanas (8 "sim", 7 "não" e zero abstenções) e desceu para terceiro. Foi ultrapassado pelo sérvio Vuk Jeremic (8-6-1). O esloveno Danilo Turk e a argentina Susanna Malcorra ficaram empatados, tendo ambos recebido a "fórmula" 7-7-1, que poderá ser lida como um resultado que anula a própria candidatura.

A seguir, em sexto e sétimo lugares, ficaram a búlgara Irina Bokova (6-7-2) e a neo-zelandesa Helen Clark (6-9-0). Em penúltimo está agora o macedónio Srgjan Kerim (6-9-0) e em último a moldova Natalia Gherman (3-11-1).


Esta quinta votação informal dos 15 membros do Conselho de Segurança — que além dos cinco permanentes, inclui agora Angola, Egipto, Espanha, Japão, Malásia, Nova Zelândia, Senegal, Ucrânia, Uruguai e Venezuela — encerra o primeiro ciclo do processo de escolha do próximo secretário-geral da ONU.

O sul-coreano Ban Ki-moon deixa o cargo em Dezembro deste ano, após dois mandatos de cinco anos.

Depois de seis meses de campanha aberta, e num esforço por introduzir mais transparência na escolha do que é conhecido como "o emprego mais impossível do mundo”, este ano a ONU incluiu no processo, para além de cinco eleições informais, duas audições públicas com todos os embaixadores dos 190 Estados-membros e uma audição de uma hora, à porta fechada, com o Conselho de Segurança.

O próximo passo é a 4 de Outubro, quando o Conselho de Segurança votar de novo e usar, pela primeira vez, um código de cores. Apenas os votos dos cinco membros permanentes serão coloridos — esta é a forma de o mundo saber se os votos de "desencorajamento" vêm de um país com poder de veto.

Só se fazem straw polls para a escolha do secretário-geral das Nações Unidas desde 1991, pelo que o histórico tem apenas 25 anos. O padrão existente indica no entanto que, para o primeiro mandato, os candidatos a secretário-geral que foram front runners e tiveram um apoio continuado nas votações seguintes acabaram por ser o nome proposto à Assembleia Geral da ONU.

Kristalina Georgieva admite estar a ser encorajada para se candidatar à ONU

DE PORTUGAL...in www.publico.pt


Ritmo de redução do défice cai de Julho para Agosto
EM ACTUALIZAÇÃO:

SÉRGIO ANÍBAL

26/09/2016 - 16:27


Até Agosto, o défice das Administrações Públicas está a cair 81 milhões de euros face ao ano passado, anunciaram as Finanças.
Ministério das Finanças garante que execução orçamental está a decorrer de acordo com o planeado AFP/PATRICIA DE MELO MOREIRA




8







TÓPICOS

Governo
Orçamento do Estado
Ministério das Finanças
Défice
Finanças públicas
orçamento


O défice público registou nos primeiros oitos meses deste ano um valor que é 81 milhões de euros mais baixo do que o verificado em igual período de 2015, anunciou esta segunda-feira o Ministério das Finanças. Esta descida do défice face ao ano anterior é, no entanto, mais modesta do que aquela que se registava até ao final do mês de Julho, período em que a diminuição face ao período homólogo era de 542,8 milhões de euros.

No comunicado enviado às redacções, as Finanças salientam contudo que “a melhoria do défice mantém a trajectória favorável observada desde o início do ano”, salientando que o saldo orçamental negativo “representa 72,6% do previsto para o ano”, enquanto “em 2015, representava 85,7% do défice anual”. O défice de 3990 milhões de euros nos oito primeiros meses do ano representou ainda uma melhoria de 911,1 milhões de euros em comparação com o valor que se registava até Julho.

Estes dados são apresentados numa óptica de entradas e saídas de dinheiro de caixa, uma metodologia diferente da usada para o cálculo do défice que é reportado a Bruxelas e que assenta no momento em que são feitos os compromissos de despesa.

As Finanças assinalam que, ao nível da receita fiscal, os valores obtidos representam uma “estabilização” face ao ano anterior, garantindo que “a evolução da receita está em linha com as projecções para o conjunto do ano”.

No que diz respeito à despesa, as Finanças dizem que “manteve um crescimento inferior ao previsto no Orçamento do Estado”, salientando os resultados obtidos em duas áreas principais: “a racionalização do consumo intermédio e a política salarial e de emprego público”.

CBC News
2 h ·


BREAKING: Homa Hoodfar released. Accused by Iran of "dabbling in feminism," she'd been in prison since June 6.


Homa Hoodfar released from Tehran jail, Iranian report says
Concordia University professor Homa Hoodfar, who has been detained in Tehran's infamous Evin prison since June 6, has been released, a spokesman for Iran's…
CBC.CA

CBC News
1 h ·


The Duke and Duchess of Cambridge are scheduled to visit the Great Bear Rainforest and the Heiltsuk First Nation today.


First Nations, environmental issues draw William and Kate to Great Bear Rainforest
Prince William's personal interest in conservation and endangered wildlife protection will be front and center when the royal couple visit B.C.'s Central Coast on Monday.
CBC.CA

CBC News
36 min ·


"We need to heavily remind the public...it's actually happening in homes." — Signy Arnason, director, Cybertip.


New ad campaign about online child predators aims to raise public awareness
The images are dark and ominous; children curled up on a bed or a couch as a man towers over them, camera in hand. The Winnipeg-based Canadian Centre for Child…
CBC.CA

FROM CANADA...


Canada News & Trends
18/7 ·


French attacks help propel Canada to NATO front line

Canadian troops have been thrust into a leadership position with one of NATO's framework battalions in the Baltic states largely because the French have been tied down with military operations at home, CBC News has learned.

Canada announced at the recent Warsaw Summit that it would deploy at least 450 soldiers to Latvia, becoming one-of-four "framework" nations in a 4,000 person, high-readiness multinational brigade


But a series of government, defence and diplomatic sources tell CBC News that — until just recently — many discussions at NATO involved France joining the U.S., Britain and Germany as a lead nation in the combat unit, whose purpose is to deter Russian expansionism in eastern Europe.

Canada originally intended to play only a supporting role in one of those battalions, according to the sources and documents obtained by CBC News under access to information legislation.

The records show the issue was discussed by former defence minister Jason Kenney and his French counterpart in a telephone call prior to a NATO ministers meeting just over a year ago.

"France has signalled its intention to serve as a 'framework nation' for the Very High Readiness Task Force in the longer term," Kenney was told on June 5, 2015.

The documents say France was planning to be in the role until at least 2020.

Canada was, at the time the note was written, still "examining how best to contribute" to both the task force and other alliance measures.

Sources say that remained the position when the Liberals came to power last fall.

Source: cbc.ca



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Poema meu (Obra REGª)












Poema

É Poesia!


O que em mim tenho para dizer, liberta-se através
da palavra que nasce e que tem que viver como
qualquer ser humano,
que sai da Infância e que galga
distâncias
até que, um dia, ao ver-se ao espelho, assume com
ânsia, que não devia ter caminhado tanto…

Alguns, continuarão a dizer que o que tenho para vos falar
não é poesia…E isso que me importa, verdadeiramente?

Eu canto só para quem me quer ouvir, assim calada,
de pena na mão, passando por todo o universo, todas
as regiões, lagos, oceanos e continentes, de espada na mão,
no espaço de um segundo.
Canto a paz…
….a paz que resta na paz que falta…
…a paz que perdeu a expressão, porque só existe fora de nós,
em todos vós que, afinal, me leis .

Na minha inocência, penso ter razão!

Saí do meu quartinho de dormir, branquinho como a
cal da parede que o forrava, e vi um mundo onde essa inocência já lá não estava.

Continuarei a gritar a palavra como a sei…por terras,
mares e águas, pelo meio dos temporais inclementes
por entre todas- as-raças-iguais e diferentes,
por todos os mundos e entre todas as gentes…

_____Alguns dirão que o que escrevi não é poesia…
_______________E isso, que me importa, naturalmente?

Maria Elisa Ribeiro
SET/015

The Guardian
2 h ·


"When no one’s watching out for children – whether that’s conflict or an orphanage – bad things happen to children. There’s a sphere for abuse and neglect."


Out of sight: the orphanages where disabled children are abandoned
NGO Disability Rights International has campaigned for institutions to be closed for years but despite progress, there are still shocking instances of abuse
THEGUARDIAN.COM|DE NAOMI LARSSON

The Guardian
1 h ·


A major investigation into global wildlife crime today names for the first time key traffickers and links their illegal trade to corrupt officials at the highest levels of one Asian country.

The report points to two Vietnamese siblings, the Bach brothers, as key suspects who control a primary smuggling route for endangered animals.


Revealed: the criminals making millions from illegal wildlife trafficking
Exclusive: Investigation uncovers the ringleaders profiting from $23bn annual trade in illicit animals after more than a decade of undercover surveillance
THEGUARDIAN.COM|DE OLIVER HOLMES

The Guardian
9 min ·


"Sometimes it seems to me that I’m the only person who doesn’t know where the plane is and what happened to it."


​The man on a solo mission to find ​the wreckage o​f​ flight MH370
Blaine Alan Gibson is a lawyer and amateur ‘adventurer’ who is on a self-funded quest to trace the Malaysian Airlines plane that vanished in 2014
THEGUARDIAN.COM|DE ELLE HUNT

in noticiasaominuto.com


Atirador de supermercado de Paris rendeu-se
Homem rendeu-se após as 16 horas (hora local)

© Reuters
MUNDO FRANÇAHÁ 18 MINSPOR ANDREA PINTO

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O homem que fez, esta segunda-feia, dois feridos, depois de disparar em direção a um supermercado em Paris, já foi detido.
PUB




O suspeito, que se tratará de um reformado residente na zona de Port-Marly, terá agido por motivos pessoais, avança o Le Parisien. Este era cliente habitual do supermercado.

“O suspeito é conhecido dos serviços da polícia por delitos comuns”, afirma fonte da procuradoria.

Recorde-se que pelo menos duas pessoas ficaram gravemente feridas no supermercado Super U, em Port-Marly, depois de um indivíduo ter começado a disparar tiros de dentro um veículo.

Segundo o jornal francês, as vítimas são uma mulher de 57 anos e um homem com 73 anos. O suspeito terá fugido depois para o seu apartamento, onde se esteve barricado até pouco depois das 16 horas [horas locais].

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Le Figaro
1 h ·


Anne Hidalgo salue une «décision historique».


🔴 FLASH - Paris approuve la piétonisation des berges de Seine rive droite
LEFIGARO.FR|DE LEFIGARO.FR AVEC AFP


Le Figaro
1 h ·


Nicolas Sarkozy réaffirme son objectif d'"assimilation" de l'immigration.


VIDÉO - Nicolas Sarkozy: «On ne peut pas garder une communauté tentée par la charia»
LEFIGARO.FR|DE LEFIGARO.FR AVEC AFP