quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Boa noite, meus amigos!


De Rosa Luxemburgo

No meio das trevas, sorrio à vida, como se conhecesse a fórmula mágica que transforma o mal e a tristeza em claridade e em felicidade. Então, procuro uma razão para esta alegria, não a acho e não posso deixar de rir de mim mesma. Creio que a própria vida é o único segredo.” 

http://kdfrases.com/autor/rosa-luxemburgo


Le Figaro
47 min ·


DÉCRYPTAGE - Emmanuel Macron, qui veut relancer le couple franco-allemand, sait que la France doit rester dans les clous des 3% pour rester crédible aux yeux d'Angela Merkel.


Berlin, un partenaire exigeant pour Emmanuel Macron
LEFIGARO.FR

Le Figaro
27 min ·


La Catalogne est régulièrement le théâtre d'opérations antiterroristes.


Terrorisme islamiste : en Espagne, les signaux alarmants se multipliaient ces derniers mois
LEFIGARO.FR


El País
2 h ·


A França, a Alemanha, o Reino Unido (três vezes) e a Suécia sofreram ataques terroristas contra peões desde o verão passado. O último, hoje, em Barcelona

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Ocho atentados con atropello en Europa en el último año
España, Francia, Alemania, Reino Unido, Suecia han sufrido ataques terroristas contra peatones desde el verano pasado
POLITICA.ELPAIS.COM

El País
50 min ·


O seu muro encheu-se de insultos e pouco depois foi encerrado. O alegado terrorista apresentava-se como marselha e residente em ripoll, embora tenha nascido em Marrocos. Tinha a residência legal em Espanha e tinha cadastro. Sua última publicação de 15 de agosto: na praia

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Lo que nos dice el perfil de Facebook de Driss Oukabir, el detenido por el atentado de Barcelona
Su página se ha llenado de insultos y se ha cerrado poco después de su arresto.
VERNE.ELPAIS.COM

De Espanha...


El País
10 min ·


Donald J. Trump não demorou em condenar " o ataque terrorista em Barcelona, Espanha ". " aguente e sede fortes, vos amamos!"

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Ola de solidaridad con Barcelona por todo el mundo
Personalidades políticas extranjeras muestran su apoyo a la ciudad española en las redes sociales tras conocer la noticia del ataque en la ciudad condal
ELPAIS.COM

De John Locke

Resultado de imagem para o pensamento de locke

Bom dia, amigos de Lusibero!


Artigo do Pe Carlos Godinho, do LUSO.



O CIRCO CONTINUA!

Devo dizer que nos últimos dias tenho tido menos preocupação em acompanhar as notícias sobre os incêndios florestais! Desinteresse? De modo algum! CANSAÇO!

1. Estou CANSADO deste circo mediático de múltiplas televisões (salvaguardando-se o direito de informar) que exploram até ao limite o sofrimento alheio! Mas nada mais nos dizem - talvez nada tenham a dizer! - sobre causas e efeitos deste drama, proporcionando uma reflexão séria sobre estes acontecimentos!

2. Estou CANSADO de ser tomado por lorpa, como a grande maioria dos portugueses, quando se torna evidente que nem políticos, nem tribunais (embora nos mínimos façam o seu trabalho) têm vontade de clarificar esta situação! E era um DEVER esclarecer os portugueses sobre as causas do que se está a passar! E não são, senhores políticos, as elevadas temperaturas e a seca, em que estamos, as primeiras responsáveis! A primeira responsável é a mão (ou mãos) humanas que aproveitam estas condições para incendiar, sem dó, nem piedade! O direito a saber porque arderam os seus bens, em muitos casos moradias de família ou de pessoas singulares, exigiria que se informasse os portugueses, com VERDADE e não com respostas apressadas, de quem procura uma causa minimamente credível para explicar a situação! Informar os portugueses seria um dever do Estado e um direitos daqueles! Também isto é democracia!

3. LAMENTO que, neste quadro, apenas os Senhores Presidentes de Câmara e Presidentes de Juntas de Freguesia dêem a cara pelos seus munícipes e trabalhem arduamente para salvaguardar as populações e os seus bens! Muitos deles sofrendo junto com as populações as consequências deste infortúnio! Talvez muitos deles sentindo-se também abandonados pelo poder político central nesta hora tão difícil! Afinal, onde estão o Primeiro Ministro e os Ministros do Governo? Esta situação calamitosa não exigiria uma intervenção mais direta e musculada dos membros do governo? Pois é: estamos na sily season e neste tempo não se fala da vida real! Nem que os pobres portugueses estejam sob o domínio intempestivo de um mar de chamas! Lá para Setembro talvez venham alguns discursos (muitos deles pouco oportunos, no conteúdo e, sobretudo, deslocados no tempo)! Curiosamente até os abraços do Presidente da República se esgotaram! Não falo da necessidade de abraços físicos, mas da exigência - como primeiro magistrado - de que todo este drama se esclareça até ao ínfimo pormenor! E uma palavra pública mais assídua agora é que era necessária!

4. LAMENTO que depois de passar o verão voltemos à doce consciência de que tudo vai bem na terra dos Lusitanos, deixando que assuntos de incêndios se restrinjam à sua época - o verão! E assim vamos vivendo e gerindo este pobre país!

5. LAMENTO que se exponham os próprios bombeiros a um trabalho excessivo - verdadeiramente heróico! - sem o auxílio de meios aéreos e de outros de que Portugal já podia dispor (vejam-se as afirmações de oficiais da Força Aérea em anos anteriores)! LAMENTO ainda que os Bombeiros, a quem em tempo de verão tanto se exige, não tenham o reconhecimento público e do Estado que lhe era devido, nos outros períodos do ano!

O Circo continua, não apenas no espetáculo que nos é mostrado, mas com todos os figurantes que, de forma voluntária ou involuntária são arrastados para este palco! Mas o Circo não dura para sempre! É que com os incêndios que destroem as florestas há um fogo brando que destrói a confiança nas autoridades públicas! E ainda nós somos este povo pacifico e resignado, que facilmente após a desgraça cruza os braços!
Apetecia-me gritar: acordem PORTUGUESES e exijam de quem elegeram que não só salvaguardem o interesse público, mas que prestem contas VERDADEIRAS da realidade da nação que foram chamados a governar!

Mas, infelizmente acabo de escrever com a perceção de que se o Facebook me recordar esta publicação daqui a um ou dois anos talvez ela ainda seja adequada à situação de então (e não é necessário ser adivinho, profeta, ou outra coisa qualquer para ter tal impressão)! Se continuarmos assim, o futuro não será diferente do presente!

Precisamos, precisamos todos nós portugueses, de uma ação decidida, de um empenhamento cívico mais forte e de uma exigência democrática que inverta este triste fado! Apesar de o poder continuar a pertencer a um grupo restrito (não diferimos muito do caciquismo do séc. XIX), verdadeiramente o poder pode estar nas nossas mãos! E se o assumirmos, poderemos ter a legitimidade de pedir contas a quem gere a causa pública! Seja qual for a orientação política ou partidária! É necessário que passemos de um certo estado de letargia a um empenhamento mais consciente e determinado! Portugal, afinal, depende de todos nós!

Do Filósofo...



De Mário Cláudio (1941- ), in Net, em entrvista a Anabela Mota :

..."Não posso conceber o meu relacionamento com os outros sem uma dimensão verticalista, sem uma relação com aquilo a que chamamos simplificadamente Deus. Não posso, são entidades inseparáveis, uma conduz à outra. É por isso que não acredito nas pessoas que começam pelo horizontalismo e dizem que assim é que se chega a Deus. A experiência da pura dádiva ao outro conduz muitas vezes à secularização e ao ateísmo. A outra não conduz a isso, nunca conduz ao voltar as costas a outro, conduz sempre à aproximação do outro, se for vivida autenticamente."...

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Boa noite, amigos!


De PORTUGAL...

Público
10 h ·



Os bastidores, as reuniões secretas e os atalhos até à venda da PT Portugal à Altice, meses depois de ter sido absorvida pela Oi. Esta é a crónica da maior destruição de valor de que há memória na história empresarial portuguesa.


Suspeitas de gestão danosa na antiga PT
Os bastidores, as reuniões secretas e os atalhos até à venda da PT Portugal à Altice, meses depois de ter sido absorvida pela Oi. Esta é a crónica da maior destruição de valor de que há memória na história empresarial portuguesa.…
PUBLICO.PT

Da UKRÂNIA..


Mark Mallardi partilhou a sua publicação.
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Trump’s Russia Problem: Teddy Roosevelt & the 1912 Presidential Election

Key to a successful political campaign is the ability to rally the electorate en masse ...Ver Mais

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Mark Mallardi
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With or Without Collusion, Same Conclusion...

Trump has shown zero interest in the Russian hacking of our election, because even the thought of it, and the impl...Ver Mais

Da Ukânia...


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História de Portugal: D. Joâo III


João III de Portugal
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João III


Rei de Portugal e Algarves
Reinado 13 de dezembro de 1521
a 11 de junho de 1557
Coroação 19 de dezembro de 1521
Antecessor(a) Manuel I
Sucessor(a) Sebastião

Esposa Catarina da Áustria
Descendência Afonso, Príncipe de Portugal
Maria Manuela de Portugal
Manuel, Príncipe de Portugal
Filipe, Príncipe de Portugal
Dinis de Portugal
João Manuel, Príncipe de Portugal
Antônio de Portugal
Casa Avis
Nascimento 7 de junho de 1502
Paço de Alcáçova, Lisboa, Portugal
Morte 11 de junho de 1557 (55 anos)
Paço da Ribeira, Lisboa, Portugal
Enterro Mosteiro dos Jerónimos, Belém, Portugal
Pai Manuel I de Portugal
Mãe Maria de Aragão e Castela
Assinatura


João III (Lisboa, 6 de junho de 1502 – Lisboa, 11 de junho de 1557), apelidado de "o Piedoso" e "o Colonizador", foi o Rei de Portugal e Algarves de 1521 até sua morte. Era o filho mais velho do rei Manuel I e sua segunda esposa a infanta Maria de Aragão e Castela, tendo ascendido ao trono apenas com dezanove anos de idade.

Herdou um império vastíssimo e disperso, nas ilhas atlânticas, costas ocidental e oriental de África, Índia, Malásia, Ilhas do Pacífico, China e Brasil. Continuou a política centralizadora do seu pai. Durante o seu reinado, foi obrigado a negociar as Molucas com Espanha, no tratado de Saragoça, adquiriu novas colónias na Ásia - Chalé, Diu, Bombaim, Baçaim e Macau e um grupo de portugueses chegou pela primeira vez ao Japão em 1543, estendendo a presença portuguesa de Lisboa até Nagasaki.

Para fazer face à pirataria, iniciou a colonização efetiva do Brasil, que dividiu em capitanias hereditárias, estabelecendo o governo central em 1548. Ao mesmo tempo, abandonou diversas cidades fortificadas em Marrocos, devido ao custos da sua defesa face aos ataques muçulmanos. Extremamente religioso, permitiu a introdução da inquisição em Portugal em 1536, obrigando à fuga muitos mercadores judeus e cristãos-novos, forçando o recurso a empréstimos estrangeiros. Inicialmente destacado entre as potências europeias económicas e diplomáticas, viu a rota do Cabo fraquejar, pois a rota do Levante recuperava, e em 1548 teve de mandar fechar a feitoria Portuguesa de Antuérpia. Viu morrer os dez filhos que gerou e a crise iniciada no seu reinado amplificou-se sob o governo do seu neto e sucessor, o rei Sebastião de Portugal.



Índice [esconder]
1Dados biográficos iniciais
2Reavaliação do Império
3Panorama do reinado
4Abdicação de Joana de Castela
5Títulos, estilos, e honrarias
5.1Títulos e estilos
5.2Honrarias
6Descendência
7Referências
8Bibliografia
9Ligações externas


Dados biográficos iniciais[editar | editar código-fonte]

João III, enquanto Príncipe Herdeiro, no Tríptico dos Infantes; Mestre da Lourinhã, 1516.

Nascido em Lisboa, era filho do rei Manuel I de Portugal e de Maria de Aragão, princesa de Espanha, filha dos Reis Católicos. Na câmara da Rainha, parturiente, Gil Vicente em trajes de vaqueiro representou a sua primeira peça, o Auto da Visitação ou Monólogo do Vaqueiro. O batismo em 15 de junho foi realizado na capela de São Miguel do Paço da Alcáçova, tendo como padrinho o doge de Veneza, Leonardo Loredan, representado por Pero Pasquaglio. Foram madrinhas uma tia paterna, a Rainha Leonor, viúva de João II, e a avó paterna, a infanta Beatriz, duquesa de Beja. Nas Cortes a seguir convocadas para 15 de agosto, o príncipe foi jurado herdeiro.

Educado em Latim e nos clássicos pelo bispo de Viseu, o castelhano Diogo Ortiz de Villegas, que morreu em 1519, e depois por Luís Teixeira, que lhe ensinou Direito Civil, pelo clérigo Tomás de Torres, que lhe deu noções de matemática, astronomia e geografia, e por João de Menelau, grego. Teve casa própria após a morte da mãe em 1517. Iria casar com Leonor de Áustria, que depois foi escolhida terceira mulher do próprio pai, apesar de ser noiva destinada ao filho.

Sucedeu em 1521 ao pai, morto no auge de seu poder aos 52 anos de idade, que reinara 26 anos. João III, aos 19 anos, foi aclamado a 22 de dezembro, no alpendre da igreja de São Domingos. Jovens dominavam então a dinâmica cena europeia: a viúva de seu pai tinha 23 anos, o imperador Carlos V, 22 anos, Francisco I de França, 28 anos, Henrique VIII da Inglaterra tinha 31 anos.

Manteve a equipe governante do pai: o conde de Tarouca, João de Meneses; o conde de Vila Nova (hoje Portimão) Martinho de Castelo Branco; o primeiro conde de Vimioso, Francisco de Paula de Portugal e Castro; o segundo barão de Alvito, Diogo Lobo, e António Carneiro, secretário de Dom Manuel desde 1509.

Ascendeu ao trono quando Portugal possuía cidades fortificadas no Norte de África e os seus marinheiros tinham navegado nos oceanos Atlântico, Índico e Pacífico, espalhando-se pelas ilhas atlânticas, pelas costa ocidental e oriental de África, Índia, Malásia, Ilhas do Pacífico e possivelmente Austrália, China e Brasil. Destacava-se entre as potências europeias do ponto de vista económico e diplomático, mas o país não chegava a um milhão e meio de habitantes. Durante o seu reinado Portugal adquiriu novas colónias na Ásia - Chalé, Diu, Bombaim, Baçaim e Macau.

António Mota, Francisco Zeimoto e António Peixoto chegaram ao Japão sendo os primeiros europeus a visitar este arquipélago. Começou a colonização do Brasil. Ao mesmo tempo deu-se o abandono de algumas cidades fortificadas em Marrocos, como Safim, Azamor, Arzila, Aguz e Alcácer-Ceguer, devido ao custos da sua defesa contra os ataques dos xerifes muçulmanos. João III era, no entanto, extremamente religioso, o que o tornou subserviente ao poder da igreja e permeável à introdução da Inquisição em 1536, pois o movimento luterano era já uma realidade europeia. As consequências sociais foram desastrosas, pois provocou insegurança nos cristãos novos, obrigando à fuga muitos mercadores judeus, forçando o recurso a empréstimos estrangeiros.

Com a Inglaterra, intensificam-se as relações comerciais, o mesmo acontecendo com os países do Báltico e Flandres. Teve como amigo e conselheiro António de Ataíde, 1.º Conde da Castanheira, que fez embaixador em Paris e que viria a aconselhar na criação do sistema de Capitanias-hereditarias no Brasil em 1534.
Reavaliação do Império[editar | editar código-fonte]

Herdou "um império vastíssimo mas demasiado disperso", de modo que o reavaliou com ajuda de conselheiros, abandonando o projeto imperial de seu pai. O novo homem forte dos assuntos relativos à expansão marítima passou a ser Vasco da Gama, que se incompatibilizara com Manuel I e fora nomeado em 1524 vice-rei da Índia, onde morreu.

Em 1541, um acontecimento precipitou a sua decisão, pois perdeu Santa Cruz de Cabo de Gué. Os xerifes do norte da África em 1518 haviam proclamado a guerra santa contra o infiel, apoderando-se em 1524 de Marraquexe (em 1549, finalmente, retomaram Fez). Cercaram Safim em 1533, forçando o rei João a abandonar Azamor, Safim, Alcácer Céguer, Arzila. Havia ao mesmo tempo crise no estado da Índia, descrito como «um conjunto de territórios, estabelecimentos, bens, pessoas e interesses, administrados, geridos ou tutelados pela Coroa portuguesa no Oceano Índico e mares adjacentes ou nos territórios ribeirinhos, do cabo da Boa Esperança ao Japão» (Luiz Filipe Thomaz). No Índico surgira o perigo otomano, estimulando os chefes locais a lutarem contra os portugueses. Pacém e Calecute foram abandonados. Economicamente a rota do Cabocomeçava a fraquejar, pois a rota do Levante recuperava lentamente. Em 1548, João III mandou fechar a feitoria de Antuérpia. Havia concorrência castelhana no Extremo Oriente e Pacífico mas o maior perigo vinha de outras potências como a França.

Foi, entretanto, um rei que geriu muitas crises - a financeira, pois no seu reinado as despesas ordinárias da Coroa incluíam tenças, moradias, benesses pias, ordenados, obras públicas, universidade, obras em Belém e em Tomar, houve dotes a pagar, a compra do arquipélago do Maluco, socorros às praças do Norte da África, as armadas à Índia, a defesa das costas do Brasil e África, a aquisição de trigo nos anos maus. Crise política, pois seu reinado assistiu à emergência de duas potências, a Espanha de Carlos V e o Império Otomano, que tomou Buda e cercou Viena em 1529. Tudo isso em meio à proliferação de peste, maus anos agrícolas, instabilidade meteorológica, até o grande terremoto de Lisboa de 26 de janeiro de 1531. Como governante coube-lhe a gestão de várias crises: crise financeira, ameaça protestante, perigo turco, concorrência francesa e inglesa no império, crises no estado da Índia, peso da vizinhança demasiado forte de Carlos V.

João III preocupou-se efetivamente com o pleno domínio do Brasil, que dividiu em capitanias-donatárias, as conhecidas capitanias hereditárias, estabelecendo um governo central em 1548. "Foi o verdadeiro criador do Brasil, que rapidamente se tornou o elemento fundamental do império português, assim o sendo até o início do século XIX" (Paulo Drumond Braga, op. cit, pg 145).
Panorama do reinado[editar | editar código-fonte]

Mapa do Império Português no reinado de João III

Houve, sem dúvida, um ar de renovação cultural no seu reinado, preponderante na afirmação do renascimento português. Na literatura, apareceu o poeta mundialmente conhecido Camões, como também Garcia de Resende, Sá de Miranda, Bernardim Ribeiro e João de Barros. Na náutica, surgiu Pedro Nunes, na botânica Garcia da Orta, na arquitetura Francisco de Holanda, Miguel de Arruda, João de Castilho. Outros nomes foram Luís Vives, André de Resende, Damião de Góis, João de Ruão e Nicolau de Chanterene. Erasmo de Roterdão dedicou-lhe uma das suas obras e o rei teria pensado em contratá-lo para professor da nova universidade de Coimbra, criada em 1537. No seu reinado, a conselho de Diogo de Gouveia, criou numerosas bolsas de estudo no estrangeiro, enviando cerca de 300 bolseiros para França,[1] e fundou o Real Colégio das Artes e Humanidades em Coimbra. Foi também o responsável pela vinda dos missionários Jesuítas, uma ordem recém formada, que teria um papel determinante no contexto do padroado português em todo o império português.

João III era, no entanto, extremamente religioso, o que o tornou subserviente ao poder da igreja e permeável à introdução da Inquisição em 1536. As consequências sociais foram desastrosas, pois provocou insegurança nos cristãos novos, obrigando à fuga muitos mercadores judeus, forçando o recurso a empréstimos estrangeiros.

Continuou a política centralizadora e absolutista do seu pai, convocando apenas três cortes em períodos bem espaçados: 1525, 1535 e 1544. A estagnação que caracterizou seu reinado amplificou-se sob seu neto e sucessor, o rei Sebastião de Portugal.

Afirma-se que a sua alegada neutralidade era, na verdade, política de apoio ao cunhado, o imperador Carlos V, e que teria mesmo pensado em uma união ibérica, o que é indefensável face às teorias atuais. Sempre desejou claramente a independência de Portugal, pois jamais fechou as portas à França, à Inglaterra e até à Polónia. Foi, entretanto, um rei que geriu muitas crises - a financeira, pois no seu reinado as despesas ordinárias da Coroa incluíam tenças, moradias, benesses pias, ordenados, obras públicas, universidade, obras em Belém e em Tomar, houve dotes a pagar, a compra do arquipélago das Molucas, socorros às praças do Norte da África, as armadas à Índia, a defesa das costas do Brasil e África, a aquisição de trigo nos anos maus. Crise política, pois o seu reinado assistiu à emergência de duas potências, a Espanha de Carlos V e o Império Otomano, que tomou Buda e cercou Viena em 1529. Tudo isso no meio de proliferação de peste, maus anos agrícolas, instabilidade meteorológica, e até o grande terremoto de Lisboa de 26 de janeiro de 1531.

Estátua de João III em Coimbra.

Adoeceu após 1550, e teve grave doença perigosa em 1555. Morreu dois anos depois de acidente vascular cerebral, ou apoplexia, em Lisboa, estando sepultado no Mosteiro dos Jerónimos.

Psicologicamente, foram características pessoais a sua enorme bondade, a lentidão na tomada de decisões, a dissimulação no relacionamento com os súbditos ou como arma diplomática, a piedade (recebeu do papa em dezembro de 1525 a 'rosa de ouro'). Filho de um génio político, Manuel I, foi neto de dois outros, os Reis Católicos de Espanha.

A sua imagem foi atacada no século XIX, acusado por Alexandre Herculano de homem medíocre, inábil, fanático, "inábil para governar por si próprio". Defendido por uma biografia importante escrita em 1936 por Alfredo Pimenta, acrítico, visões menos apaixonadas surgiram na década de 1960 em textos de Joaquim Veríssimo Serrão, Borges de Macedo, Silva Dias e Romero de Magalhães.

De...


A Vida Reparte-se por Ciclos
A vida reparte-se por ciclos, cujas fronteiras são por vezes de uma perturbadora nitidez. O último talvez seja este: o que delimita a fase em que nos resta administrar acauteladamente (em alguns casos, avaramente) uma sabedoria amealhada, ou em que nos preparamos para a desbaratar numa espécie de furiosa imolação.
Parece, no entanto, ilusório que nos caiba escolher. Talvez a opção tenha sido feita desde o princípio, isto é: talvez haja uma ordem íntima que deva ser cumprida através de uma dessas manifestações, mesmo quando a escolhida se nos afigura incoerente.

Fernando Namora, in 'Jornal sem Data'

Bom dia e boa semana, amigos!


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Boa noite, amigos!


DESPORTO


Notícias ao Minuto
3 h ·


Equipa da Premier League está atenta ao futebol luso

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NOTICIASAOMINUTO.COM|POR NOTÍCIAS AO MINUTO

ACTUALIZçao


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Vão ser decretados três dias de luto


Balanço oficial: 12 mortos e 52 feridos, sete dos quais em estado grave


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Notícias ao Minuto
1 h ·


Imagens mostram aparato que queda de árvore provocou


Já há imagens do local onde caiu uma árvore na Madeira


NOTICIASAOMINUTO.COM|POR NOTÍCIAS AO MINUTO

POEMA(OBRA REGª)










POEMA







PELE DO SENTIMENTO

Sei do meu silêncio triste, quando a alegre luz das estrelas afaga o ventre das rosas resplandecentes, que me vão cobrindo os ombros.




Dentro do peito,
sei de uma fogueira acesa
a crepitar faúlhas secas das feridas do tempo.


Como são belas, as flores!
Tão belas quanto eternas…
… como as estrelas
que, saindo do céu, me pousam sobre os cabelos,
desnudos e atrevidos, à espera das tuas mãos.




Sei da permanente inquietude desse anseio
____________________________ que os sufoca,
_______________________que bebe todas as esperanças da noite,
______________que passa a caminho da alvorada-a-romper,
________sem conhecer a pele-do-sentimento em que procuro renascer.




Sei que essa pele me esmaga as palavras com que te quero conhecer; e vive numa rosácea de trilhos labirínticos que, paulatinamente, mergulha nas profundezas da Alma-Ser…/ …lugar recôndito e místico onde as Metáforas desvendam o sentir, ao sabor dos aromas inebriantes dos nevoeiros alados, concebidos para nos proteger




.
Sei que o meu interior, místico baú-de-EU-SER, se torna o toque de um violino intenso suspenso do peso das nuvens, a cair, docemente, sobre o perfume dos gerânios e das magnólias, das rosas e dos lírios…/ de mim e de ti, desfolhado em nossos lábios rosados, quentes de sorrir…







Sinto o peso do silêncio que de ti fala, quando te pulsa nas veias…
Amo o que o vento murmura, quando te deitas nas areias…
Adoro o papel mágico onde desenho dois corações
no corpo das palavras, que se aliam À ESPERA do olho da LUA-CHEIA…




Sei que TUDO não é mais, que a pele-do-sentimento das minhas sensuais ideias…




Maria Elisa Ribeiro
FEV/015

Foto de Cezane Botome.

OS FOGOS EM PORTUGAL

segunda-feira, 14 de agosto de 2017


TVI24
5 h ·


Veja as imagens


Captado momento raro de um alce branco
As imagens chegam da Suécia, onde só há cerca de 100 destes animais
TVI24.IOL.PT

De Portugal


TVI24
25 min ·


Presidente da câmara apela ao reforço de meios e garante que "a situação é gravíssima"


Fogo "completamente descontrolado" no Fundão
TVI24.IOL.PT


1 min ·


As últimas badaladas serão dia 21 ao meio-dia


E o Big Ben vai ficar em silêncio até 2021
TVI24.IOL.PT