Discurso do Portugal Profundo; Feridas do Coração de um País Traído; Verdadeiro Sentir Colectivo, Corajosamente Assumido; Professor Sampaio da Nóvoa, Reitor da Universidade de Lisboa in Comemorações do Dia de Camões e das Comunidades Portuguesas; 10 de Junho
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Portugal, Dia de Camões e Comunidades Portuguesas Mais um 10 de Junho...
Completamente apartado dos portugueses, cuja maioria não se revê no figurino carnavalesco destas manifestações enfastiantes, com os protocolos maçonicos, distinções e discursos de ocasião... Aliás, é de tal ordem, que, são cada vez menos, os portugueses a assistir ao corso carnavalesco do 10 de Junho.Uns porque seguiram o conselho do Des-Governo agente dos bancos, age da Troika que se governam de Portugal, e emigraram, e vêm o país à distância.

Registei contudo o discurso do reitor Sampaio da Nóvoa, perante a habitual "névoa" dos tubarões cinzentões que habitualmente povoam os nossos televisores...Este ano, ainda pior, com aqueles governantes invertebrados com Portugal na lapela!...
Eis a excepção deste dia de Portugal, perante muitos cretinos presentes...
10 de Junho de 2012. António Sampaio da Nóvoa acabou de proferir esta peça literária em forma de alerta geral. Aponta os nossos falhanços colectivos enquanto Nação e apela ao nosso desígnio que afinal não é o futebol mas o Estudo e o Conhecimento. E mostra que Portugal falhou quando se afastou da Ciência, do Ensino e do Conhecimento. Caminhos dos quais a europa desenvolvida nunca se afastou.
... com um agradecimento sincero à generosidade de João Tilly que carregou o video no youtube e nos permitiu aceder ao discurso do Professor António Nóvoa.......
Sampaio da Nóvoa, o Discurso de Portugal...
O discurso do Professor Sampaio da Nóvoa, Reitor da Universidade de Lisboa, na cerimónia de celebração do 10 de Junho, protagonizou a verdade de um sentir colectivo, corajosamente assumido - talvez de forma imprevista mas, inequivocamente!, gratificante para todos nós.
Centrado nas dificuldades económico-sociais do país, o discurso de Sampaio da Nóvoa referiu-se abertamente a todas as "chagas" que ardem, abertas, no coração das pessoas e no país que somos - para além da ilusória, fastidiante e alienatória invocação dessa figura fantasmagórica com que, internacionalmente, se presume poder prender os povos ao medo...
Sampaio da Nóvoa falou da liberdade, da igualdade, do mérito e do conhecimento... falou do colectivo, da fome, da emigração, do desemprego, da autonomia e da falta dela... falou da falta de organização estrutural de um país que se rende ao exterior por não apostar na cultura, no ensino e na ciência com que se poderia estruturar internamente, de modo a resistir às dependências a que o desinvestimento endógeno conduziu...
Citando Teixeira de Pascoaes, Antero de Quental, Sofia de Mello Breyner Andersen e Zeca Afonso, Sampaio da Nóvoa, num discurso que é, de facto!, sinónimo da essência da Política, acordou o país para o Abril que somos e temos o direito de querer continuar a ser!
Obrigado, Professor António Sampaio da Nóvoa! Muito, muito obrigado!
Agradecimento de Ana Paula Fitas in Blogue A Nossa Candeia
Imperdível!
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