Augusto Sanches para CIDADANIA ACTIVADA
14 h ·
“Sobre a mais recente polémica, Costa fez somente o que Marcelo, em dezembro de 2011, disse que Passos devia ter feito e não fez”, afirmou o deputado, recordando as palavras de Marcelo Rebelo de Sousa: "Se Passos Coelho dissesse: ‘Há desemprego, mas o Governo está a tratar com as autoridades brasileiras e angolanas, no sentido de encontrar saída profissional e pessoal para professores que a não têm em Portugal’, era bem dito. Agora, ele diz aos professores para emigrarem e aproveitar as vantagens do mundo global”.
Na leitura dos discursos feita por João Galamba, “em 2011, Passos estava a apelar ao empreendedorismo individual e ao ‘sair da zona de conforto’ como solução para o desemprego (que as suas próprias políticas estavam a criar)”.
Por sua vez, “em 2016, Costa falava de voltar a investir no ensino do Português no estrangeiro, que é tutelado pelo MNE, através do Instituto Camões, e que Passos havia cortado. Ou seja, Costa falava de apostar num projeto público, que dá emprego a professores, e falou disso no país onde esse projeto tradicionalmente foi e é mais importante – França”.

O que disse Passos e o que disse Costa. As diferenças, por João Galamba
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