segunda-feira, 21 de março de 2016

Sobre o Brasil...


Autoridades brasileiras querem extraditar luso-brasileiro Raul Schmidt
Hoje às 11:41
A Procuradoria-Geral da República (PGR) disse, esta segunda-feira, que as autoridades brasileiras querem extraditar o cidadão luso-brasileiro Raul Schmidt, detido em Lisboa no âmbito da cooperação judiciária internacional na Operação Lava Jato.








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Em comunicado, a PGR, sem indicar o nome do detido, explicou que a operação que levou à detenção de Raul Schmidt num apartamento de luxo no centro de Lisboa envolveu diversas diligências, designadamente buscas, e que "foram acompanhadas por uma equipa do Ministério Público brasileiro".
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Raul Schmidt, sócio de um antigo diretor da Petrobrás, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) no âmbito do cumprimento de uma carta rogatória relacionada com a Operação Lava Jato, que investiga crimes económico-financeiros no Brasil.

A PGR adianta que já recebeu das autoridades brasileiras três cartas rogatórias relacionadas com esta matéria, mantendo-se duas em execução.

As diligências da PJ, que contaram com a presença de um juiz português e de um procurador brasileiro, foram coordenadas pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal.

Raul Schmidt foi sócio do ex-diretor da Área Internacional da Petrobrás Jorge Zelada, condenado no mês passado a 12 anos e dois meses de prisão por corrupão e branqueamento de capitais no âmmito da Operação Lava Jato.

Na altura, o juiz Sérgio Moro considerou provado que Zelada cobrou um suborno de 31 milhões de dólares à empresa Vantage Drilling Corporation para contratar um barco sonda para a petrolífera.
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