segunda-feira, 16 de novembro de 2015


Terrorismo: Solidariedade a Paris pelo mundo e as lágrimas de Madonna

Por Francisco Marques

15/11 23:25 CET

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Um pouco por todo o mundo sucederam-se as homenagens às vitimas dos atentados de sexta-feira emParis. Em Portugal, a comunidade francófona católica juntou-se em Lisboa para uma missa.

Em Berlim, meio milhar concentrou-se junto à embaixada francesa e entoou o hino, “A Marselhesa”. Um dos presentes, Rudi Volk, afirmou que “somos todos uma só humanidade, um só mundo”. “Ficamos tristes que algo como isto aconteça onde seja onde for neste mundo. Isto foi um pouco mais triste porque revelou um escalar dos níveis de terrorismo”, considerou este alemão.

Em Espanha, centenas de pessoas também se concentraram diante da embaixada de França, em Madrid, depositaram flores e velas, e bateram palmas em homenagem às vitimas dos atentados.

Na Rússia, a embaixada de França em Moscovo também foi destino para muitos que não hesitaram em enfrentar o frio e a neve para se juntarem ao luto dos franceses. “Penso que qualquer pessoa com senso fica comovida com isto seja qual for a sua nacionalidade. Pode ser-se russo, francês ou sírio, acredito que toda a gente está a apoiar a França neste momento”, afirmou uma das muitas pessoas que se associaram a esta homenagem russa pelas vitimas dos atentados.

Em Estocolmo, na Suécia, Madonna deu sábado o sexto concerto da atual digressão europeia, que não tem escala em Portugal. Perto do final, a artista interpretou “La Vie en Rose”, de Edith Piaff, e dedicou a música a toda a França.

Um pouco antes, na introdução a “Like a Prayer”, a artista norte-americana, de ascendência italiana, revelou ter ponderado cancelar este concerto na Suécia, que decorreu 24 horas após os atentados de Paris, mas considerou que isso seria ceder ao terrorismo. Madonna não acontece, porém, as lágrimas enquanto cantou.
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