Com ou sem cortes e sobretaxa, défice ficará abaixo de 3%
Números das instituições europeias dão sinais de otimismo. Mesmo com reposições propostas pela Esquerda, objetivo deverá mesmo ser cumprido.
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Comissão Europeia e FMI concordam: Portugal vai continuar a caminhar rumo à saída do Procedimento de Défices Excessivos mesmo com as medidas propostas pelo Governo de iniciativa do Partido Socialista.
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Os mais recentes cenários analisados pelas instituições internacionais têm em conta a reposição dos salários da Função Pública e a abolição da sobretaxa do IRS no próximo ano, como consequência da subida ao poder de António Costa com apoio do Bloco de Esquerda e Partido Comunista. Sem Orçamento para analisar, FMI e Comissão Europeia assumem que o início do ano trará uma inversão das políticas, noticia o Diário Económico.
Bruxelas aponta para um défice de 3% no final deste ano, que deverá descer para 2,9% em 2016 mesmo sem os 1.500 milhões de euros do pacote de austeridade do anterior Governo. Para o FMI, o balanço negativo de 2015 deverá ser de 3,1%, com uma queda até aos 2,7% no próximo ano.
Em Portugal, pelo contrário, reina o pessimismo. A ministra Maria Luís Albuquerque apresentou na última quinta-feira uma renovação dos cortes, falando num “ato de responsabilidade do Governo”, para resolver uma “matéria da maior relevância”.
O Conselho de Finanças Públicas prevê o cumprimento da meta em 2015, com um défice de 2,9% mas caso se confirme a reversão da austeridade, o próximo ano poderá trazer um saldo negativo de 3,2%.
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