sábado, 7 de novembro de 2015


Preço do peixe triplica até chegar à mesa dos consumidores. Porquê?
Quem compra peixe prefere não arriscar e, por isso, não varia muito na escolha. Polvo, pescada, faneca, carapau e raia são algumas das espécies mais procuradas.

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Desde que é pescado e até que chega à mesa do consumidor, o preço do peixe pode mesmo triplicar, escreve o Jornal de Notícias.
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“Os preços podem variar muito em função da abundância das espécies e até da quantidade de comerciantes interessados em comprar”, explica o diretor da delegação Norte da Docapesca, Eurico Martins.

A título de exemplo, o carapau foi vendido, entre 19 e 23 de outubro, a 0,48 cêntimos em Sesimbra, mas a 2,20 euros na Quarteira.

Mas Lurdes Graça, que tem uma banca de venda de peixe no mercado municipal da Póvoa de Varzim, apresentou mais razões ao JN para que os preços possam triplicar.

“Ao que preço que compramos [o peixe] temos que somar o IVA e o IRS, pagamos a banca, o gelo, a Segurança Social, a contabilista… são muitas despesas”, desabafa.

A Direção-Geral dos Recursos Marítimos revelou à mesma publicação que o índice de preços no consumidor de peixes, crustáceos e moluscos cresceu, este ano, 4,3%.

Os dados recolhidos pelo Jornal de Notícias mostram que, desde janeiro, foram descarregadas, a nível nacional, 88 mil toneladas de pescado cujo preço médio é de 1,66 euros por quilograma.PARTILHE ESTA NOTÍCIA COM OS SEUS AMIGOS

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