Perto de 300 professores na calha para a mobilidade até ao fim do mês
Há outros 423 docentes em colocações temporárias, que podem vir a sofrer o mesmo destino em breve.
Perto de 300 professores (298) , entre funcionários da Segurança Social e do Ministério da Educação e Ciência (MEC), estarão até ao final deste mês nas listas de requalificação profissional, com cortes salariais de 40% que se podem elevar até aos 60% ao final de um ano.
Os primeiros 139 professores constam de uma lista de 699 funcionários da Segurança Social, divulgada no início deste mês, e que tem gerado grande contestação, com o próprio Provedor de Justiça (ver texto nesta página) a pôr em causa a "fundamentação" desta redução de quadros.
A estes, soma-se um lote de 159 professores dos quadros do MEC que, até hoje, estavam sem componente letiva atribuída. Ou seja: sem dar aulas. E que, de acordo com as regras em vigor, entrarão automaticamente em "requalificação profissional" a partir do dia 1 de fevereiro.
Outros 423 professores estão colocados em horários temporários, com duração mínima de um mês, e poderão vir a sofrer o mesmo destino no futuro.
O ministro Nuno Crato tem vindo, desde há algum tempo, a desvalorizar o impacto da requalificação profissional nos professores. E ainda em setembro do ano passado voltou a admitir a hipótese de a classe não ser afetada pelo processo: "Será residual, senão zero, o número de professores com horário zero", disse, na altura.
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