terça-feira, 18 de março de 2014

O Pensamento de Soren Kirkgaard: pesquisa Google














Kierkegaard é realista ao analisar a si mesmo e afirma: “A “Verdade” deve ser uma verdade vivida até suas últimas consequências(...) quanto mais cresce a massa de nossos argumentos abstratos em favor de uma tese, tanto mais vemos a verdade para nós existencialmente e, assim, a fé, é que tem o mínimo de certeza objetiva”(ibidem).
Por outro lado, diz: “Nenhuma escolha se faz sem angústia. Eu sou aquilo que escolho ser.” É este o significado fundamental do existencialista: “A existência precede a essência”. Curiosamente afimara: “O eu deve absolutamente escolher e escolher-se segundo o que há nele de infinito e absoluto.
Por isso não há existência senão aquela que está diante de Deus, ou seja, que religa ao Transcendente e ao absoluto. Este absoluto é Cristo, o Homem-Deus.” (ibidem-p.92).
Faz sentido quando diz: “O contato com esse Transcendente nos faz ao mesmo tempo tocar e viver nosso próprio absoluto. Esse é o mistério do “diante de Deus”, diante de Cristo”.
O homem contemporâneo enrolado nas malhas do subjetivismo precisa desconfiar que se encontra numa “torre de babel” da existência. Prova disso foi o resultado concreto das ideologias que buscaram emancipar-se do Criador, absolutizadas no século XX que ceifou milhões de vidas sem ter a devida clareza do porquê de toda a carnificina voltada para questões imanentes, de luta de poder uns sobre outros cujo resultado continua a respingar na cultura atual, deixando milhões de pessoas desarticuladas da razão do sentido último do seu viver.
Assim aparecem a angústia, depressão, melancolia, frustração, desespero, doenças sem diagnóstico aparente. Kierkegaard, ao se referir a Deus, diz: “Nem objeto, nem conceito, nem coisa, Deus é para mim uma Pessoa e um Sujeito, Alguém, um Tu em face de mim.

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