

BREVES…
Ocasionalmente, a alma
abraça-se aos dedos
e recupera
margens do teu corpo.
Em pausas poéticas
levo-te para um transparente
jardim onde fui rosa rubra, sem métrica,
livre como a ponta da noite
sem sono...utópica…
Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
Jan/014-REG-ISBN
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