quinta-feira, 20 de março de 2014
















BREVES…





Ocasionalmente, a alma

abraça-se aos dedos

e recupera

margens do teu corpo.

Em pausas poéticas

levo-te para um transparente

jardim onde fui rosa rubra, sem métrica,

livre como a ponta da noite

sem sono...utópica…





Maria Elisa Rodrigues Ribeiro



Jan/014-REG-ISBN

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