Uma dessas deslocações, num Falcon da Força Aérea, causou polémica, quando o Presidente da República anunciou a decisão de pagar a viagem do seu bolso, em reação a uma notícia sobre o custo da viagem.
As condecorações da Ordem do Mérito atribuídas aos elementos da seleção portuguesa de futebol campeã europeia e, subsequentemente, com o mesmo critério, a todos os medalhados nos Campeonatos Europeus de Atletismo e à seleção de hóquei em patins campeã europeia também valeram críticas ao chefe de Estado.
Nestes 185 dias em funções, Marcelo Rebelo de Sousa esteve em pontos do país do Minho ao Algarve, foi uma dezena de vezes ao Porto e três vezes à Madeira, uma das quais na sequência dos incêndios no Funchal, e deixou prometida uma visita aos Açores para depois das legislativas regionais nesta região autónoma.
Em agosto, após regressar do Brasil, a intensa atividade abrandou.
O Presidente da República gozou doze dias de férias seguidos, de 13 a 24 de agosto, e esteve a maior parte do mês em silêncio, sem agenda, mas não deixou de publicar mensagens e divulgar promulgações, nem de aparecer nas revistas sociais.
Em setembro, o chefe de Estado voltou a aparecer todos os dias.
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