Poema:
SOBRE O MAR...
Sobre o mar/
por sob o céu/
nasceu minha terra-assombro/
face enrugada pelo marinho segredo,
numa madrugada de medo.
E neste azul sobre azul/
aos solavancos do Fado
e do prenúncio das algas/
o Infinito saltava a embalar caravelas,
rompendo bolhas da espuma
que escondiam canelas/
No restolhar de todas as ervas
das colinas a amanhecer/
crescia o sol de ameixa dourada
em tom rosa- rubra,
com ares de azul turquesa/
difícil de descrever/
Do alto de sete colinas
a estremecer Saudades/
vi ondas do mar de Vigo
seguirem pelo mar fora/
numa laude "in media res",
inconscientes do perigo
do mar a banhar-lhes os pés/
Do outro lado do espelho,
que dava vida às marés/
soluçavam famas e glórias,
na vastidão das aragens
das histórias do oriente,
que moviam as galés/
Sobre o mar/ por sob o céu/
houve-Terra de jograis
nas margens das tempestades
plantadas em véus de seda e espuma/
prontas a levantar a bruma
de antigas ,sonhadas Idades/.
__________________e a vastidão avançou,
__________________lenta e teimosamente,
__________________por entre rios de pérolas
__________________(sabor a canela quente)
__________________de um mágico Céu-poente...........................
Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
Junho/014
SOBRE O MAR...
Sobre o mar/
por sob o céu/
nasceu minha terra-assombro/
face enrugada pelo marinho segredo,
numa madrugada de medo.
E neste azul sobre azul/
aos solavancos do Fado
e do prenúncio das algas/
o Infinito saltava a embalar caravelas,
rompendo bolhas da espuma
que escondiam canelas/
No restolhar de todas as ervas
das colinas a amanhecer/
crescia o sol de ameixa dourada
em tom rosa- rubra,
com ares de azul turquesa/
difícil de descrever/
Do alto de sete colinas
a estremecer Saudades/
vi ondas do mar de Vigo
seguirem pelo mar fora/
numa laude "in media res",
inconscientes do perigo
do mar a banhar-lhes os pés/
Do outro lado do espelho,
que dava vida às marés/
soluçavam famas e glórias,
na vastidão das aragens
das histórias do oriente,
que moviam as galés/
Sobre o mar/ por sob o céu/
houve-Terra de jograis
nas margens das tempestades
plantadas em véus de seda e espuma/
prontas a levantar a bruma
de antigas ,sonhadas Idades/.
__________________e a vastidão avançou,
__________________lenta e teimosamente,
__________________por entre rios de pérolas
__________________(sabor a canela quente)
__________________de um mágico Céu-poente...........................
Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
Junho/014
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