quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

 

5 h 
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[SEGUNDA-FEIRA da REFLEXÃO]
Blog: Sociologia & Análise

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

RABANADAS OU FATIAS DOURADAS

MARIZA - Mãe [Official Music Video]

Diogo Piçarra - Vem Dançar Comigo (Acoustic)

POEMA

 POEMA




GOTAS POÉTICAS
(O silêncio da poesia das águas)
O silêncio é tão imenso, como intenso é o meu pensar,
quando as ondas dos fortes ventos sopram,
com a vontade expressa de me fazerem acordar.
Nos horizontes das nortadas
procuro ilhas
como quem procura gotas produtivas
nas terras húmidas e afortunadas,
que me não conseguem alcançar.
No extremo silêncio dessas gotas poéticas
dormem meus sonhos,
que me fazem sorrir ao acordar.
A curva que o azul-firmamento traça no céu astral
leva meus versos-a-viajar pelo mundo sideral,
tentando procurar o abrigo ,
que todos procurámos no desconhecido Além-Mar.
Sulco o mar silente dos poemas,
onde pretendo eternizá-los.
Não sei como devo explicar
o estalido místico
que faz a vida desabrochar,
e impele as borboletas loucas
a roubarem o mel da boca das flores,
a desabrochar.
©Maria Elisa Ribeiro
Todos os direitos reservados
SET/2021
Pode ser arte
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BOM DIA, MEUS AMIGOS E VISITANTES!


 

Poema

 POEMA: UM CAFÉ E UMA MAÇÃ

Saí, hoje, do quarto, tão lenta como um rio
com dificuldades em passar sob a ponte;
a boca triste
marcou-me o rosto
e as veias que me corriam no corpo
padeciam da lentidão de um fruto-que-só-amadurece-a-seu-tempo.
Reagi;
tomei o meu café com uma desusada calma e
alonguei o braço para uma maçã madura
que ali estava, no prato, sobre uma toalha de inesquecível brancura.
As lágrimas estremeceram-me nos olhos,
quando soprou um vento glacial ,que me intimidou
e alertou para o fim do bom tempo…
Quis ir lá acima…
Quis ver como estavas…
Dormias…
numa serenidade inacreditável de quem
nada tem a ver com o mundo…
nem mesmo com
as dunas desgrenhadas, desalinhadas, quase chorosas…
ou com os golpes de vento tempestuosos,
que faziam com que as aves parecessem lenços rasgados
por sobre o mar,
que as açoitava.
A meio da escada vi que o vaso estava cheio
de flores secas,
que me lembraram que talvez
já fosse tarde demais,
para um dormir tão sossegado…
Percebi, então, que aquelas escadas estavam tão gastas,
que era melhor não as voltar a subir…
Maria Elisa Ribeiro
NOV/015
Pode ser uma imagem de maçã
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Poema

 BREVES

Há limites que sabemos não poder passar
uma vez que tudo se aprende com o tempo.
Aprende-se o próprio tempo, os mares e continentes.
Aprendem-se as flores, os insectos e as árvores;
e aprende-se, que as águas do mar provocam a Lua,
quando esta se deita na areia, a descansar.
O dia fecha-se, na varanda nocturna , que abre janelas
mui devagar, até se ver o azul da aurora a clarear.
Mas há limites, que sabemos não poder passar…
A vida e o tempo que,
sabemos, não poder determinar….
As palavras tão certinhas que muitos sabem usar…
As minhas vêm-me do sangue que me faz viver
E palpitam-me nos lábios, quando estou para te ver…
Ah…mas esse limite sei sempre quando vai acontecer!
Tal como sei
que as palavras vão dizer
que os cais das despedidas,
de lágrimas empedrados,
não vão mais acontecer…
Pode ser uma imagem de mapa
Carlos Pinheiro e Elisabete Abrantes
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ADAGIO IN C MINOR - NATURALEZA

Bom dia, meus amigos, com sol e música!


 

Frederic Chopin - Romance