quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Maria Elisa Ribeiro e Transparência e Integridade - TI-PT partilharam uma ligação.
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À Renascença, presidente da Associação Transparência e Integridade critica uso da CGD como "porquinho mealheiro para negócios pouco claros e ruinosos", após auditoria revelar que banco público perdeu pelo menos 580 milhões de euros com empréstimos sem garantias.

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