Vinte e três pessoas acusadas de associação criminosa, usura, extorsão e branqueamento de capitais começam a ser julgadas esta terça-feira, na Guarda. São suspeitas de emprestar dinheiro a juros elevados e quando as cobranças tornavam-se difíceis, não olhavam a meios. Os alvos do esquema eram famílias ciganas dependentes do rendimento mínimo de inserção. Há dezenas de vítimas na Beira Interior e no Alentejo.
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