"As minhas palavras têm memórias ____________das palavras com que me penso, e é sempre tenso _________o momento do mistério inquietante de me escrever"
quarta-feira, 9 de setembro de 2020
MINHA POESIA
terça-feira, 8 de setembro de 2020
A minha Poesia
INFÂNCIA...NÃO VOLTAS MAIS...
No verbo,
_______ começa tudo
_______o que ouso
escrever.
Minha palavra, deixo-a gravada na verde pedra-musgo
que é o fermento da minha mensagem.
Cresce a semente escondida, lentamente dourada,
enquanto o sangue das
suas artérias
se vai espalhando pela pedra-pão.
Minha luz matinal, vem daquela aurora vermelha,
que ilumina e aquece as frias águas do rio das flores.
Perdi uma pedra-palavra no reflexo da eterna água...
Infância, não vais voltar...
JLH/020
Maria Elisa Ribeiro
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
Boa tarde, meus amigos!
A minha poesia
domingo, 6 de setembro de 2020
A minha Poesia
A minha
A minha Poesia
VELHOS DIAS
sábado, 5 de setembro de 2020
sexta-feira, 4 de setembro de 2020
A minha Poesia
GOTAS POÉTICASPASSOS…
pelos atalhos
por areias e pedras
pelas ervas verdes das matas fechadas
faias e olaias estão descansadas…
…os animais já as não vigiam…
…nada nem ninguém agora os persegue.
a noite é dos segredos que o poeta escreve.
pelos céus, as nuvens desenham círculos perfeitos
e as chuvas caem nos campos e nas matas
a escorregarem pelas cascatas
enchendo os charcos de aluviões.
restolha a folhagem quase prateada, quase com vida,
num golpe de luz que foge da lua…
anuncia a chegada dos passos de anjos
na noite calma em que o poeta dormita
sobre a palavra que ,por fim, reluz…
Maria Elisa Ribeiro
AGOSTO/014
quinta-feira, 3 de setembro de 2020
A minha poesia
A minha Poesia
CANTOS
-----------DO
--------------ANOITECER
Escurece no mundo
e em minh’alma
dada a cores de solidão.
É fim de tarde no meu mundo.
Olho em redor e vejo que a própria
vida dos campos
tem os olhos cansados
da luz que vai desmaiando
sobre todos os
espaços.
Os rebanhos conhecem,de memória,
os atalhos que os cães amigos percorrem
rapidamente,
para os conduzirem ao curral,
onde vão descansar no feno quente.
Os pastores, inseparáveis das velhas flautas,
tocam a melodia mágica que ,desde sempre,
ensinou os caminhos, as águas dos rios e
as verdes ervas dos campos.
Chiam os carros dos bois,
aquele choro conhecido
do cansaço ,
que anuncia o fim do dia...
“AVÉ MARIA”!
JNH/020
Maria Elisa Ribeiro
O pensamento do nosso Camilo Castelo Branco
“O amor, que vem procurado como sensação necessária à felicidade da vida, perde dois terços da sua embriagante doçura; porém, o amor inesperado, impetuoso e fulminante, esse é um abrir-se o céu a verter no peito do homem todas as delícias puras que não correm perigos de empestarem-se em contacto com as da terra.”














