terça-feira, 19 de março de 2019

Além da indemnização, Morais Pires recebeu outros benefícios: até ao final de 2014, continuou a usufruir de motorista e segurança privados pagos pelos BES. Mais: ficou também firmada a garantia de que, quando chegasse aos 65 anos, teria direito a uma pensão do banco.
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Morais Pires foi um dos ex-administradores que a comissão liquidatária do Banco Espírito Santo acusou, em novembro de 2017, de ter responsabilidades na falência culposa do banco

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