quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Poema:obra regªªª




Bafo ardente das areias do deserto
submerso pelas partículas ansiosas
amontoadas sob o calor do céu aberto…

…Corre até mim o desvelo desmedido
das pobres areias chorosas exangues
das corridas loucas de um puro sangue…

Esqueletos das pedras rolantes
Fascinantes alucinadas titubiantes
Que choram areias como animal ferido…

…choro eu, choro meu pungente,
ansiosa, perdida no meio da gente
tão cansada como a areia sofrida…

Sem comentários:

Enviar um comentário