sexta-feira, 11 de setembro de 2015

DE PORTUGAL...




Costa diz que coligação PSD/CDS está na "prisão" por "trair" eleitorado
Ontem
O secretário-geral do PS afirmou, esta quinta-feira, que há entre os socialistas uma "onda de mudança" e disse que a coligação PSD/CDS está "na prisão" por se ter enganado e por ter traído o eleitorado.


LUSA
Costa falava num jantar comício do PS no pavilhão da Ajuda, em Lisboa







IMPRIMIR(39)

ENVIAR(1)
3220

TAGS
NACIONAL


António Costa falava num jantar comício do PS no pavilhão da Ajuda, em Lisboa, em que os lugares disponíveis foram insuficientes para todos os simpatizantes e militantes socialistas que se encontravam presentes e que criaram um ambiente algo eufórico, interrompendo com frequentes salvas de palmas o discurso do seu líder.
LEIA TAMBÉM

"Preparem-se bem, porque aqui mora muita força", diz Passos
Portas pede a Costa que não "despreze sofrimento" dos portugueses
Passos é "prisioneiro do passado", acusa Costa


O secretário-geral do PS iniciou a sua intervenção, sempre muito aplaudida, com alusões ao debate televisivo que quarta-feira à noite travou com o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho: "É para mim uma enorme alegria ver o entusiasmo e a dinâmica desta onda que se está a levantar e é uma onda que vai fazer no dia 04 de outubro a mudança que Portugal merece".

Com João Araújo, advogado de José Sócrates, na assistência, o líder socialista passou ao ataque ao estilo de discurso seguido pelo presidente do PSD no debate de quarta-feira à noite, em que se referiu por várias vezes ao ex-primeiro-ministro José Sócrates.

"Ao longo daquele debate ficou claro que há uma conclusão evidente: A coligação de direita está esgotada, é prisioneira do passado, a coligação de direita não tem uma ideia para o futuro", disse.

Mas António Costa foi mais longe ao dizer que a coligação PSD/CDS "está na prisão de se ter enganado e de ter traído os compromissos que assumiu com os portugueses".

"Prometeu na última campanha eleitoral que não subia os impostos que subiu, não cortava as pensões que cortou e não cortava os salários que cortou. Traiu os seus compromissos, não merece confiança e os portugueses não perdoarão a traição à palavra dada", declarou o líder socialista.

Sem comentários:

Enviar um comentário