segunda-feira, 18 de abril de 2016

Do Grupo" Liberdade para a Língua Portuguesa"...



Madalena Homem Cardoso
27/3 às 8:03
like emoticon Se um em cada dez trouxer meia-dúzia de contestatários do "acordês", será fácil atingir 100 mil... wink emoticon
Assim, este grupo espelha a dimensão que, na sociedade civil portuguesa (e na dos outros Países lusófonos atingidos pelo massificador "atentado estupidográfico"), assume a indignação perante a imposição estatal da delapidação do nosso património cultural colectivo mais relevante, identitário.
Vivemos um momento político decisivo, de viragem. O caos ortográfico reinante demonstra a insustentabilidade da via "acordeira", perante a qual não podemos ser passivos e desresponsabilizar-nos, sobretudo no que concerne à desaprendizagem a que os mais novos estão submetidos... Há que exigir a reversão imediata deste pacto-de-regime para corrupção da Língua Portuguesa, o principal elemento - quiçá o único! - que resta da soberania do mais antigo Estado-Nação da Europa.
Não, o "acordo" não é Lei. É uma mera Resolução do Conselho de Ministros visando a Administração Pública e o Sistema de Ensino, assinada por José Sócrates (https://dre.pt/appli…/…/280846dre.pt/application/file/280846) a pedido do seu amigo Lula da Silva, para retirar uma infeliz e mercantil ideia da gaveta, onde estava esquecida, de tão mal parida... Incumprir, rejeitar, não subsidiar, boicotar, corrigir é dever cívico de todos nós, honrando o passado e assegurando o futuro. O passado merece, o futuro agradece.







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