Não se traduzem nem divulgam, pois, os grandes clássicos, fonte de inteligência moral, emenda à lei da morte humana. É um erro. A cultura não se faz ao nível das limitações das pessoas. Ensina-se a ler um povo, mas não se ensina a ser sábio. (...)
Mais do que orientar pessoas num firme reconhecimento da beleza e do sentimento da sua aspiração interior, que é a perfeição, parece interessar moldar as multidões para o alcance de uma cultura competitiva e estatística (...). Mas da modéstia do nosso destino podia constar uma pastoril curiosidade para ver o que há para além das montanhas - o que às vezes só lendo os mestres se consegue. E, mais do que lê-los - não temer por isso tornar-se notado, profano no seu verde prado, apontado como uma planta de jardim num profícuo nabal soberbo dos seus frutos.»
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