quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Poema em memória da minha querida sobrinha.

























Com 44 anos, mãe de dois filhos menores, morreu ontem, na África do Sul, levada por um ataque cardíaco, A Mónica era linda, linda por fora e por dentro. Foi uma flor que o TEMPO levou, antes do tempo. É claro que uns dirão que foi quando chegou a "HORA" dela.




Não me conformo! Que Deus é este "que nos fez à Sua imagem e semelhança" e , sendo Eterno, nos deixa morrer?




Nenhum filho devia ir antes dos pais, Hoje, minha irmã sua mãe, grita a perda desta jóia que era a sua companhia ,pois que o marido morreu há três anos, e vive na angústia do que vai ser a sua vida sem significado, daqui para diante.




Choro eu também, pois a Mónica era um amor de pessoa que vivia , primeiro para os outros e só depois para ela.




A vida é assim...é triste termos que enfrentar, mais dia menos dia, o manto negro que nos há-de levar e reduzir a pó.




Deixo-vos uma foto da Mónica pedindo a esse Deus que não vemos que lhe dê um lugar de eleição,

no céu!






















Poema Meu











Poema

QUEM DERA…

Quem dera saber-te , meu corpo quente,
___invólucro de um coração
___onde o sangue se mistura
___pela força da paixão___


quem dera saber-te forte
a resistir a todos os sopros
do vento que nos derruba
quando acaba o nosso Tempo…

Quem dera poder prender-te, Terra,
___levar-te comigo até às nuvens…
…voltar atrás…
…ter outro corpo e outra Vida…
…novas Emoções…

Maria Elisa Ribeiro-DEZ/015

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