sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Através de O BAR DO ALCIDES...




O Bar do Alcides é o ponto de encontro de todos aqueles que estão insatisfeitos com o atual "ESTADO DA NAÇÃO PORTUGUESA" e que querem desabafar enquanto bebem um copo. O Bar do Alcides é editado por portugueses não-maçons que estão exilados no Rio de Janeiro e São Paulo no Brasil. Aqui a MAÇONARIA não é de todo benvinda!





* O Bar do Alcides não faz favores a ninguém!
* É apolítico e imparcial!
* Todos os portugueses são vítimas da MAÇONARIA, que continua destruindo a nossa Nação!




























sábado, 20 de dezembro de 2014

Aníbal Cavaco Silva, um dos maiores "padrinhos" da MÁFIA LUSITANA.





































O Sr Luis Montez é genro do Sr Aníbal Cavaco Silva, atual Presidente da República Portuguesa, sendo casado com a sua filha Patrícia e comprou o Pavilhão Atlântico em saldo.



Cabendo a Cavaco Silva a promulgação dos OE e sabendo-se da tentação que este governo tem para a aplicação de Truques e Artifícios, aos Portugueses interessaria mais que o Governo não tivesse vendido um pavilhão que nada indica que devesse ser vendido, a um familiar de um Presidente da República cujos 'negócios fiscais' e com o BPN são também pouco claros.


Como é que um indivíduo com uma pesada dívida fiscal de 420 mil euros, mais os 66 mil euros de juros de mora porque não paga, ganha o concurso e pode comprar por 21,2 Milhões de euros um bem público cujo valor é cerca de três vezes superior?





«Luíz Montez, que organiza festivais como o Superbock Superock e tem a produtora Música no Coração, em conjunto com a equipa que actualmente gere o pavilhão, avançaram com um consórcio para a aquisição do espaço. E saíram vencedores. O Pavilhão Atlântico foi esta quinta-feira vendido a Luís Montez, avançou a TVI24. Uma informação já confirmada pelo Negócios.»


Terá sido comprado com algum financiamento do BPN?





Pergunte-se ao genro do senhor Aníbal Cavaco Silva onde enriqueceu tão depressa.


Isto não seria de INVESTIGAR?


A PGR continua AUSENTE como de costume!

O NADA DO NADA...



mensagem de ano novo...


cavácuo..
00:21

Pintoon com Aníbal Cavaco Silva

A democracia começa na Grécia
POR NUNO RAMOS DE ALMEIDA– ON 31/12/2014CATEGORIAS: ALTERNATIVAS, CAPA, CRISE FINANCEIRA, MUNDO, PÓS-CAPITALISMO
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Gregos vão às urnas em 25/1, podendo derrubar políticas de “austeridade” e iniciar uma revolução democrática. Por isso, FMI e Alemanha já chantageiam…

Talvez 2015 — um ano que promete tudo, menos pasmaceira — tenha começado antecipadamente nesta quarta-feira, 29/12. Fracassou uma manobra do primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, para assegurar seu próprio mandato até 2016. Como resultado, haverá eleições parlamentares antecipadas em 25/1. Segundo as pesquisas, a Syriza — Frente de Esquerda Radical — é favorita para formar novo governo. Seu principal líder, Alexis Tsipras, declarou, minutos depois: “uma página foi virada. Em pouco tempo, as políticas de ‘austeridade’ impostas ao país farão parte do passado”. São, em dose mais radical, o mesmo que Joaquim Levy, o ministro da Fazenda escolhido por Dilma Roussef, quer impor ao Brasil, também a partir de 2015…

Uma vitória da Syriza teria consequências além da Grécia e da Europa. Desafiaria o estranho retorno do neoliberalismo — a política ultracapitalista que provocou a crise iniciada em 2008, mas que paradoxalmente recuperou influência, por faltarem, ainda, opções sistêmicas. Por isso, não será fácil. Imediatamente após anunciadas as eleições, o Fundo Monetário Internacional (FMI) suspendeu o pagamento de um empréstimo à Grécia, com o qual havia se comprometido. E o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schaueble, dirigiu-se aos gregos repetindo, “ipsis literis”, a frase de Margareth Thatcher: “não há alternativas”…

Os gregos se curvarão? Talvez seja o primeiro grande desafio de 2015, o primeiro ato a definir seu sentido. “Outras Palavras” celebrará, nas próximas horas: por um ano que sacuda os acomodados e acalente os inquietos! Foi ótimo ter sua companhia em 2014. Estejamos juntos nos tempos áridos, porém cheios de oportunidades, que se abrirão. Tin-tim! (A.M.)

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Quando os EUA ocuparam o Iraque enviaram um homem para mandar no país: Paul Bremer foi o escolhido. O homem que usava terno e gravata com botas militares notabilizou-se por ter defendido publicamente o seguinte: os iraquianos vão ter uma democracia, vão poder eleger todo mundo, menos os partidos com que os americanos não estão de acordo.

Apesar de o Iraque desse tempo viver sob ocupação militar e a União Europeia ser um espaço formalmente constituído por países independentes, esta é a situação dos povos a mando da troika [FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu]: os povos são livres para votar, desde que não ponham em causa a ordem imposta a partir do eixo Berlim-Bruxelas. E para lembrar isso aos mais recalcitrantes, usam-se todas armas disponíveis: depois de o FMI anunciar a suspensão do pagamento da sexta parcela de um empréstimo, o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble veio a público afirmar que “os gregos não têm alternativa” às políticas de austeridade.





A receita da chantagem e da pressão é velha, mas tem dado até agora os seus resultados. Em 2011 a troika anunciou também a suspensão de uma parcela, do primeiro empréstimo à Grécia. A decisão de ouvir o povo e fazer um referendo às medidas da troika, anunciada pelo então primeiro-ministro grego, Papandreu, deixou Berlim e Bruxelas em estado de guerra. O governo grego foi obrigado a recuar em toda a linha e a assumir que as imposições da troika não estavam sujeitas às decisões democráticas.

Nesta segunda tentativa de chantagem, a Grécia tem mais uns anitos de medidas impostas pelo estrangeiro que levaram à destruição do país e ao empobrecimento da sua população, o que faz com que nenhum habitante ignore que esta chantagem pode ser poderosa, porque apela ao medo do desconhecido. Mas sabem o fundamental: que a política da troika se limitou a garantir os lucros dos especuladores: roubar aos pobres para dar aos ricos. Nenhum dos problemas estruturais da economia grega foi resolvido: o país produz menos, tem mais desempregados, deve mais e está mais pobre e desigual. A única coisa que estas políticas, com selo da chanceler alemã, conseguiram foi dar mais dinheiro aos do costume: os especuladores e os muito ricos.

No dia 25 de Janeiro realizam-se eleições legislativas antecipadas na Grécia e pela primeira vez um partido antitroika pode ganhar. As sondagens dão como vencedor o Syriza (coligação de esquerda radical). Este pode ser o primeiro episódio de uma mudança diversa mas considerável na Europa. Depois da possível vitória da extrema-esquerda na Grécia, as sondagens dizem que em Espanha o Podemos poderá disputar o primeiro lugar das eleições. Na França, pode vir a triunfar a Frente Nacional e no Reino Unido cresce o UKIP. Todos estes partidos são diferentes, a única coisa que os une é responderem a um mal-estar crescente dos povos em relação à integração europeia e às políticas ditadas pelo governo de Berlim.

Aquilo que se verificou até aqui é que as políticas neoliberais esvaziaram a democracia e se tornaram cada vez mais autoritárias. Os povos votam em partidos diferentes, mas quem dá ordens é Berlim e Bruxelas, a mando dos interesses dos “mercados”. Até os Orçamentos do Estado passaram a ter de ter visto de Bruxelas. A única coisa que a integração na UE faz é garantir que todos pagamos os prejuízos dos especuladores financeiros. Foi esta a lição que nos deixou a crise financeira começada em 2008: quando os lucros da especulação eram altos, receberam os dividendos os especuladores accionistas do bancos; quando os bancos tiveram prejuízos ou foram à falência devido à especulação, pagamos nós. A nossa democracia foi expropriada para garantir a segurança dos lucros dos poderosos.

Só há alternativa a este estado de coisas devolvendo a soberania aos povos. A democracia só tem sentido se pudermos escolher caminhos diferentes. No dia 25 de Janeiro os gregos vão às urnas e isso pode ser o início de uma revolução democrática.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Boa noite, amigos!



O NUCLEAR...


Catástrofe no Japão pode por fim a raça humana! Conheça o mistério que assombra o mundo, mas o governo faz de tudo pra acobertar

Curiosidades
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Quando pensamos no Japão vem logo em nossa cabeça um país super desenvolvido, tecnológico e seguro economicamente. O Japão é popular pela educação de seu povo, é referencia mundial em vários setores. Mas existe um problema muito grave que esta acontecendo lá e que as autoridades tentam esconder para não causar um desespero na humanidade. Esse vídeo pode ser um pouco longo, mas o que tem nele te deixará pensando sobre a existencia da vida na terra.
O Problema da radiação nuclear é tão grave que vem sendo ocultado ao povo, desde a recente catástrofe de Fukushima, pois sabe-se bem como esta tragédia pode pôr fim à raça humana.

AMÁLIA...


PORTUGAL

Bom HUMOR...



É CASO PARA GRITAR... COITADO DO BICHINHO...







BOM HUMOR...



Para resolver em 2015


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BOM HUMOR...



Hahaha




DA RÚSSIA...


Putin envia a Obama mensagem de ano novo a falar de paz


por LusaOntem11 comentários


Vladimir PutinFotografia © REUTERS/Alexei Druzhinin/RIA Novosti


Mensagem foi divulgada pela presidência russa num comunicado que reúne as mensagens de Ano Novo enviadas por Vladimir Putin a vários dirigentes mundiais.


O presidente russo, Vladimir Putin, destacou hoje a responsabilidade comum da Rússia e dos Estados Unidos pela paz no mundo, numa mensagem de Ano Novo enviada ao homólogo norte-americano, Barack Obama.

Num contexto de crise diplomática entre a Rússia e o Ocidente devido ao conflito na Ucrânia, Putin afirmou na mensagem desejar que, em 2015, as relações entre os dois países "se desenvolvam de acordo com os princípios da paridade e do respeito mútuo".

Na missiva a Obama, Putin refere que em 2015 se assinalam os 70 anos do fim da II Guerra Mundial, data que "deve recordar à Rússia e aos Estados Unidos a sua responsabilidade pela paz e a segurança no mundo e o seu papel único face aos desafios e às ameaças internacionais".

Na lista da presidência russa figuram dirigentes de países desde a Abkházia, região separatista da Geórgia que Moscovo reconhece como independente, ao Japão, assim como personalidades que já não exercem funções oficiais como Silvio Berlusconi, George Bush e Nicolas Sarkozy.

CAPA "Público"



Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2014

Falta de dinheiro para deslocações suspendeu auditoria nas cadeias

PSD e CDS preparam-se para travar reposição de feriados em 2015


Duplicou adesão de famílias a plano para evitar insolvências

Leia em http://publico.pt/

SOBRE O EST. ISLÂMICO


As bombas podem ajudar a destruir o "califado" mas não vão travar o extremismo


SOFIA LORENA

31/12/2014 - 08:21


Os jihadistas que controlam grande parte do Leste da Síria e quase metade do Iraque vão perder território. Até podem já ter iniciado a sua autodestruição, mas enquanto houver tiranos no poder o seu discurso vai manter poder de atracção.O "califado" deverá começar a abrir muitas brechas, mas isso não significaque a vida dos iraquianos e dos sírios esteja prestes a mudar REUTERS




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TÓPICOS

Médio Oriente
Iraque
Síria
Bashar al-Assad
Estado Islâmico


O autoproclamado Estado Islâmico não apareceu em 2014 e dificilmente irá desaparecer em 2015. Com raízes na Al-Qaeda e criado a partir de um grupo que nasceu no Iraque para combater a ocupação norte-americana e os xiitas que os Estados Unidos colocaram no poder depois de derrubarem Saddam Hussein, alimenta-se da ditadura de Bashar al-Assad e da tirania dos que têm liderado o Iraque.

De Estados Islâmico no Iraque passou a Estado Islâmico no Iraque e no Levante (ISIS), querendo assim anunciar o seu projecto territorial — o termo Levante era usado pelos franceses para designar o Mediterrâneo Oriental e, para além da Síria histórica, que incluiu o Iraque e o Líbano, corresponde a uma mancha que alcança o Sul da Turquia, partes da Jordânia, Palestina, Israel e até de Chipre. Em Junho, passou a designar-se apenas por Estado Islâmico para acompanhar a sua declaração de um califado, a instituição que organizou a comunidade árabe muçulmana desde a morte de Maomé até que Ataturk decretou o seu fim.

Líderes muçulmanos das mais importantes mesquitas rejeitaram esta declaração, mas o objectivo simbólico estava cumprido. Foi graças à declaração de um estado que o grupo conseguiu continuar a atrair militantes — cada vez mais oriundos da Europa — aos quais oferece um modo de vida e um sentimento de pertença embrulhados na necessidade de combater a injustiça imposta aos muçulmanos por déspotas como Assad. "Muitos jovens que partem para se juntar aos jihadistas ainda não estão radicalizados, vão por estar cansados de ver as imagens de sírios chacinados", diz o académico Álvaro de Vasconcelos.

O grupo que não é nem um estado nem islâmico não conta com grande apoio entre os muçulmanos: uma sondagem encomenda pelo think tankWashington Institute e realizada em Setembro concluiu que o ISIS é apoiado por 3% dos egípcios e 5% dos sauditas; entre os árabes sunitas do Líbano, o grupo chega ao 1% de apoiantes. Sondagens realizadas nos Emirados Árabes Unidos ou no Kuwait tiveram resultados semelhantes. Entre os que apoiam os extremistas poucos o fazem por razões religiosas, antes por verem neles uma opção política à realidade que conhecem.

No terreno, os jihadistas liderados por um iraquiano, Abu Baqr al-Baghdadi, têm sofrido perdas militares e enfrentam divisões internas. Terão exagerado nas suas ambições. Conquistaram demasiado território demasiado depressa e agora penam para o manter. Afinal, o grande feito do Daesh (o nome árabe, que sírios e iraquianos continuam a usar), que nunca ultrapassou os 30 a 35 mil combatentes, foi ter sido descrito pela Administração de Barack Obama como uma organização "apocalíptica", que "vai mais longe do que tudo o que já tenhamos visto".

Como vários académicos sírios anteciparam, os Estados Unidos só decidiram intervir militarmente na Síria quando sentiram que a sua segurança estava em causa. Foi preciso que os radicais executassem um jornalista norte-americano, James Foley, em Agosto, para Barack Obama decidir agir contra a ameaça que os sírios e os iraquianos sofriam há muito no seu quotidiano.

As execuções de Foley e do jornalista norte-americano Steven Sotloff, mais as dos trabalhadores humanitários britânicos Alan Henning e Davis Haines, e do também norte-americano Peter Kassig, um ex-soldado que formara uma ONG para ajudar os sírios, levaram Obama a construir uma coligação improvável, com a participação de europeus e árabes e que não desdenha o apoio do Irão.

Inimigo comum
As bombas desta coligação impediram que os radicais tomassem Kobani, a cidade curda síria junto à fronteira turca. No Iraque, milícias xiitas vieram do Sul (a juntar às que o ex-primeiro-ministro Nouri al-Maliki criara para defender Bagdad) e agora lutam ao lado de tribos sunitas e de combatentes curdos para recuperar as zonas que os radicais tomaram quase sem resistência nos últimos oito meses. Os norte-americanos regressaram para treinar e aconselhar as forças iraquianas, outros países na NATO, incluindo Portugal, enviarão em breve militares com o mesmo objectivo.

Como na Síria, onde alguns grupos de nacionalistas seculares começaram por se unir aos jihadistas para combater Assad, antes de se revoltarem contra a sua barbárie, assiste-se agora na região a uma improvável união de forças. "Toda a gente está a ajudar o Iraque nesta batalha, imagine-se os americanos e os iranianos juntos", diz o iraquiano Abu Mohammed numa conversa com Ali Hashem, colunista do site regional Al-Monitor. Abu Mohammed tornou-se combatente, como muitos homens da província de Saladino, a norte de Bagdad. "Dizem-me que eles estão todos aqui na base — os iranianos, os americanos e o nosso Exército, mas que trabalham sozinho
s."

Poema meu



Poema :




O CÉU DEITA-SE NO AMANHECER DAS PALAVRAS…




*…quando um peregrino se põe a caminho
apoiado num bordão,
tão pesado como a memória da vida
a perder-se pelas colinas, pelos mares distantes,
pelos trajectos dos ventos uivantes…





*O céu deita-se, quando o sol desperta em raios brilhantes
e as borboletas despejam beijos nas flores
a quem sugam as cores de mel da vida com seus ardores.


*O céu adormece, ao som dos passos fatigados do poeta
que percorre as palavras,
que se escondem nos pedregulhos-escolhos,
dificultando-lhe a chegada à inatingível meta,
alojada nos cardos da recta do pensamento…




*O poeta acordou e pôs-se a caminho… de mansinho…
para que o céu pudesse dormir.


A mensagem-vida surgirá nos raios de sol
por detrás das ravinas angustiadas, onde tudo se aninha
nos braços dos ventos, que varrem a Terra e os Elementos.




*O amanhecer começa
na boca das frases, pintadas a sangue pela ponta dos dedos
que afagam a caneta, portadora de pensamentos, algo audazes…




*Há alegria neste céu onde dormem estrelas
a murmurar segredos ao ouvido do peregrino das palavras…




**Ouço a voz das flores que segredam raios de sol
à raiz telúrica das aves, inclinadas perante o voo das folhas das árvores.


**Pressinto o marulho das ondas, que acordam os oceanos
confusos com a beleza maior
das mensagens dos versos-no-seu-reverso de fulgor.




! Oh, céu do meu sobressalto! Dorme a meu lado…
Aconchega-me na palma das palavras…das que disse
e das que nunca serei capaz de saber!
!Esquece o mistério do Secreto sabor das letras…
!Revela-me o descanso da tremenda confusão do imortal caminho,
que poderá conduzir-me a uma verdade - GRAAL!







Maria Elisa Ribeiro
FEV/014

Soneto de Camões!

Soneto de CAMÕES:


Num jardim adornado de verdura,
Que esmaltavam por cima várias flores,
Entrou um dia a deusa dos amores,
Com a deusa da caça e da espessura.
Diana tomou logo ũa rosa pura,
Vénus um roxo lírio, dos melhores;
Mas excediam muito às outras flores
As violas na graça e formosura.
Perguntam a Cupido, que ali estava,
Qual de aquelas três flores tomaria
Por mais suave e pura, e mais formosa.
Sorrindo-se o menino lhes tornava:
Todas formosas são; mas eu queria
Viola antes que lírio, nem que rosa."


Não gosto ·  · 

BOM ANO, MEUS AMIGOS!



Bom dia, meus amigos!