Poema de Holderlin(1770-1843), in Net
"O Inverno
Quando a pálida neve os campos embeleza,
E um alto fulgor o vasto plaino ilumina,
Já o Verão só ao longe seduz, e com delicadeza
Muitas vezes a Primavera se avizinha, enquanto a hora
declina.
Esplêndida aparição, o ar é mais penetrante,
A floresta brilha, e nenhum caminhante
Ousa caminhos remotos trilhar, o silêncio a produzir
O que é sublime e no entanto tudo está a rir.
A Primavera não resplandece no brilho dos botões
Tão grato ao homem, mas as estrelas luzem
Longe, no céu, agrado produzem
Como o distante céu, quase sem alterações.
Os rios são como planícies, as imagens,
Ainda que dispersas, são mais nítidas, a suavidade
Da vida permanece, a grandeza de cada cidade
Surge, definida, nas incomensuráveis paisagens."
Tradução de (?)
Sem comentários:
Enviar um comentário