terça-feira, 19 de janeiro de 2016

In "euro news,pt: As Presidenciais, em Portugal

NOTÍCIAS
Portugal: “Há uma pressão muito grande para a independência do Presidente”

19/01 06:31 CET

| updated 0-1:12 mn ago

| updated at xx

1453211402

1453181489











Administrações podem ler correspondência privada dos funcionários13/01 16:21



O mundo dos negócios em revista: Na peugada da retoma económica22/12/15 17:06



Nave Progress está a caminho da Estação Espacial21/12/15 14:21



Adele e os outros: Os maiores êxitos pop de 201521/12/15 07:10



2015: A barbárie do Daesh e a crise dos refugiados18/12/15 15:57



Rajoy: O timoneiro do PP18/12/15 06:22



Espanha: Pedro Sanchez, “o bonitão” que quer dar a vitória ao PSOE18/12/15 06:19



Espanha: Albert Rivera e Ciudadanos no caminho da Catalunha até Madrid18/12/15 06:12



Espanha: Pablo Iglesias e a recuperação do Podemos18/12/15 05:54



Espanha: “Cidadãos” e “Podemos”, os novatos da política espanhola16/12/15 18:29



Espanha: bipartidarismo tem os dias contados15/12/15 17:09



Espanha: Reforma constitucional pendente14/12/15 18:44



Tim Peake: Um britânico na ISS14/12/15 17:44



Paris: As horas do pesadelo14/11/15 10:04



António Muchanga: “Moçambique está em guerra e precisa de mediação internacional”12/11/15 15:27



Portugal: gerações em crise30/09/15 16:55



O que os portugueses querem do próximo governo29/09/15 19:03



Papa critica na ONU ambições de poder e lucro, a guerra e a exclusão25/09/15 14:04



Gregos já começaram a votar20/09/15 09:23



Migração: Caminhada rumo a uma vida melhor24/08/15 13:19
PreviousNext
smaller_textlarger_text


Portugal escolhe o novo chefe de Estado a 24 de janeiro. Na corrida à sucessão de Cavaco Silva estão 10 candidatos. Um número recorde numas eleições onde o PSD defende a natureza “suprapartidária” da candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa e os socialistas – sem candidato oficial – se mostram divididos entre Sampaio da Nóvoa e Maria de Belém.

Independência tem sido uma das palavras mais ouvidas durante a campanha eleitoral. Apoios aceitam-se, mas a presença das máquinas partidárias nem sempre se tem mostrado clara. Uma situação que Nuno Augusto, investigador em Sociologia e Ciência Política, explica com um desgaste de alguns partidos.

“Creio que há aqui efetivamente efeitos de desgaste, uma pressão muito grande para a independência do Presidente da República relativamente às forças partidárias e, depois, há também todo um contexto que é muito recente do resultado das últimas eleições e de todas as convergências que se foram encontrando e da relação que, entretanto, se estabeleceu entre os candidatos e o Presidente da República” afirma.

A coligação Portugal à Frente – constituída pelo PSD e CDS – venceu as eleições legislativas de outubro, mas o acordo à esquerda permitiu ao líder do PS, António Costa, tomar posse como primeiro-ministro. O apoio do Bloco de Esquerda, do PCP e Verdes permitiu obter uma maioria no Parlamento, mas as diferenças políticas – dizem os analistas – podem pôr em causa a longevidade do acordo. Mais do que nunca o papel do chefe de Estado pode ser decisivo para garantir a estabilidade do país.

Nuno Augusto defende que “neste momento o presidente da República tem um quadro de responsabilidades, do ponto de vista da moderação e da capacidade de juntar diferentes partes e de conseguir articular os processos, muito maior do que no contexto de uma maioria absoluta.”

Os candidatos não se mostram fãs da chamada “bomba atómica” política e todos prometem fazer o melhor em prol do país

Nuno Augusto lembra que “estamos num regime semipresidencial” fruto de “um conjunto de fatores históricos, que levaram efetivamente a que o presidente da República ficasse com este poder fundamental, de dissolver a Assembleia da República, mas também de convocar eleições e de nomear governos ou indigitar primeiros-ministros.”Mais informação sobre
Eleições em Portugal
Eleições presidenciais
Política portuguesa
Portugal

Sem comentários:

Enviar um comentário