quarta-feira, 7 de junho de 2023

Filosofia

 

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz ""Vivemos tempos sombrios, onde as piores pessoas perderam 0 medo e as melhores perderam a esperança." Hannah Arendt"
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As abelhas

 Você sabia que... existem enzimas vivas no mel?

Você sabia que... em contato com o metal essas enzimas morrem e o mel se torna tóxico?
Você sabia que... existem entre 10 e 80.000 abelhas em uma colméia?
Você sabia que... O mel contém uma substância que ajuda o cérebro humano a funcionar melhor?
Você sabia que... o mel é o ÚNICO alimento na terra que sozinho... pode sustentar a vida humana?
Você sabia que as abelhas salvaram as pessoas da fome na África?
Você sabia que... Uma colher de chá de mel é suficiente para sustentar a vida humana por 24 horas?
Você sabia que... A própolis produzida pelas abelhas é o mais poderoso ANTIBIÓTICO natural?
Você sabia que... para obter 1g. veneno, precisa de uma picada de mais de 10.000 abelhas?
Você sabia que... o mel não tem prazo de validade?
Você sabia que... o mel é a primeira forma (moeda)
do mundo... como pagamento?
Você sabia que... para ganhar 1kg. querida, você precisa do néctar de mais de 1.000.000 de flores?
Você sabia que... As primeiras moedas do mundo tinham uma abelha pintada 🐝?
Você sabia que... o mel é melhor consumido com favo de mel?
Você sabia que... existe uma colher de madeira especial para o mel, e não uma de metal?
Você sabia que... as pastagens de abelhas são o alimento mais saudável do mundo?
Você sabia que... O pólen pode ter mais de 1500 cores e tonalidades?
Você sabia que... uma abelha pode voar a uma velocidade superior a 60 km/h?
Você sabia que... Na Grã-Bretanha, a família real consome mel romeno?
Você sabia que... o mel de maná... é feito da saliva de alguns bichos chamados "gordinhos"?
Você sabia que... os corpos dos grandes imperadores do mundo foram enterrados em caixões de ouro e depois cobertos com mel para evitar o apodrecimento?
Você sabia que as abelhas são os ÚNICOS insetos que produzem alimentos para os humanos?
Você sabia que... O nome "LUA DE MEL" vem do fato de que os noivos consumiam mel e hidromel para fertilidade após o casamento?
Você sabia que... A mãe (rainha) põe o dobro do seu peso em ovos em um dia?
- Você sabia que... A mãe tem uma "seção" chamada cordão espermático?
- Você sabia... que as abelhas batem as asas mais de 11.000 vezes por minuto?
Você sabia que... o único mel que pode ser apreciado por pessoas alérgicas a produtos apícolas é o mel de maná (manuka).
Você sabia que... o mel manuka é o melhor mel para mulheres?
Você sabia que... O mel de acácia não é adoçado?
Você conhece isso...
Uma abelha vive menos de 40 dias, visita pelo menos 1000 flores e produz menos de uma colher de chá de mel, mas para ela é uma vida inteira! ❤️
Obrigado, ABELHAS! 🐝 🧡🐝🧡🐝 🧡🐝 🧡🐝
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Bom dia, meus amigos (as) !


 

terça-feira, 6 de junho de 2023

Samaritana Fado (Pedro Ramalho) Carlos Couceiro e Carlos Figueiredo

2 minutos atrás! Rússia admite derrota: perdeu o controle

Passarinho da Ribeira - "40 anos no canto e na guitarra"

POEMA

 





TEMPO-RIO

 

 

 

O tempo é um rio que arrasta o Onde-eu-também-sou-Água.

Nele flutuo, como folha do espaço e do tempo

 chegada aos ares de Inverno

 com sabores de Outono, já pouco florido.

 

 

Nele sigo em direcção à contemplação que me comove...este solilóquio-comigo,

às claras no meio do abrigo confuso que é o Deserto-Longe,

com vestígios de formas e cores

 em restos de palavras...vestígios de frases

odores de vírgulas...impérios de Pontuações... e miríades de areias desfeitas.

 

 

As Palavras não me abandonam, não se afastam. Permanecem em diálogo mudo

quer com o deserto, quer com o rio.

 

 

Movo-me nelas às apalpadelas,

 como um coração que quer seu sangue

e como um quarto vazio à espera da luz que  trazes,

                                                                quando me visitas.

 

No Princípio do TUDO, foi o Caos,

 condição primordial para a vida que, depois ,apareceu.

 

 

O Universo continua a criar-se

disposto, de tempos a tempos, em altares do sagrado e do profano.

 

O poema torna-se coluna vertebral,

 das coisas diferentes que são a mesma coisa,

verdadeiramente... afinal...

 

 

 

MAIO/020

©Maria Elisa Ribeiro

Bom dia, meus queridos amigos (as). Já agora...um dia risonho!


 

segunda-feira, 5 de junho de 2023

Boa noite, meus amigos!


 

 Pense nisso

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Tu e 58 outras pessoas

Bagpipe Celtic Music with Beautiful Scenery of Scottish Highlands | Musi...

Fecha os Olhos de Mansinho

Bom dia e boa semana, amigos!


 

TEXTO DE Isabel Saavedra, in Facebook:









"Antes desta casa morei num apartamento na minha opinião muito bonito, no Conde de Redondo, com a parede da frente toda em vidro, de onde tive que sair por já não haver espaço para mais livros. Estavam em toda a parte: no quarto, no corredor, na sala, na cozinha, até a lareira desapareceu atrás deles, na moldura da porta, etc., e gostava muito do bairro que me lembrava o sítio da minha infância, isto é casas antigas e comércios pequeninos, sapateiro, merceariazinhas, cafés de pobres, costureiras, cabeleireiros modestos
(ali imensos, frequentados por travestis opulentos)
bilhares manhosos, capelistas, vizinhos à janela, um ou dois malucos oficiais que apimentavam o bairro, restaurantes baratos, pastelariazecas frequentadas por bandos de viúvas todas loiras, com a menopausa oculta nos caracóis, de cãezinhos ao colo com os quais dividiam os ducheses, reformados imóveis, papelarias que também vendiam bonecos de loiça abracadabrantes que eu adorava, automóveis cobertos com panos, barbeiros de uma única cadeira, carrinhos de bebé, mulheres da vida, decadentes, nas esquinas, em guerra com outras mais novas que afinal eram rapazes, um ex-combatente da guerra de África, sempre de gravata, a insultar os caixotes do lixo, pombos a sujarem tudo, polícias
que davam joelhadas nas mulheres
da vida e nos travestis ordenando
– Andor, andor
tudo o que eu gosto enfim, me encanta, me seduz, me dá pena, sobretudo as viúvas de idade cosidas às paredes, sobretudo a dignidade lenta dos bêbedos, sobretudo os caixotes das mercearias no passeio, sobretudo as raparigas que moravam em quartos alugados a desejarem os vestidos baratos, cheios de coisas que brilhavam, nas montras, bares de alterne guardados por porteiros avantajados e cheios de senhores dignos de bigode e brasileiras capitosas arredondadas por enchumaços, comerciantes nepaleses com o inevitável poster do Himalaia na parede.
A seguir ao almoço, antes de recomeçar a escrever, andava até ao Campo de Santana a fim de dar alguma corda às pernas, frequentado por viúvas esmoleres que traziam sacos de plástico cheios de pães de ontem para os pombos e os reformados do costume entretidos nas suecas do costume, batendo do alto, muito acima dos bonés de xadrez, uma manilha triunfal. O lago já não tinha cisnes nem patos porque a malta fixe da droga
os comera todos, e eu dava a volta na estátua do doutor Sousa Martins, cercada de fiéis do espiritismo, oferecendo-lhe velas acesas e membros de cera que agradeciam curas milagrosas. Caminhava rente à parede comprida do Hospital Miguel Bombarda, repleta de cartazes que se desfaziam e grafitis de toda a ordem. Lembro-me um que afirmava
EU NÃO SEI SENÃO SONHAR
numa caligrafia caprichosa, perfeita, que um segundo artista comentou a carvão, em letras apressadas
NUNCA CAGAS?
e era a profundidade de diálogos como este que dava sentido ao mundo. Arranjei amigos firmes por ali,
por exemplo o mulato imenso que desafiava a polícia
– Por cima de mim só os aviões
com o cálice de bagaço sumido na palma infinita, de quem a esposa se queria separar por ele se ter aborrecido com ela, desejo que o mulato não entendia, a explicar-me surpreendido
– Palavra de honra que só lhe parti um braço
poisando-me no ombro um cotovelo amigo que me esmagou a omoplata. A verdade é que eu gostava imenso da fauna e da flora daquele bairro, de ouvir as pessoas, lhes fazer perguntas, conversar com elas, dos cães a quem os troncos proporcionavam um banquete de cheiros, do sujeito de bigode e patilhas a zangar-se com a empregada da capelista por uma questão de trocos, apelando-lhe à inteligência
– Ó flor pensa com a raiz
do urinol cilíndrico, de metal, postado junto a um cruzamento, que se abria com uma moeda de euro, se fechava sobre nós e não se abria mais, no interior gemia, de tempos a tempos, um pedido de socorro cada vez mais ténue até que um empregado da Câmara viesse remover o cadáver
(adoro a expressão remover o cadáver)
de boca e braguilha meio abertas, conforme meio de joelhos e meio deitado, olhando-o de baixo para cima numa censura vítrea. Gostava de me livrar desta coisa dos livros e comprar um rés do chão ali, com cortinas de macramé, por baixo do segundo andar da Hospedaria Dallas ou ao lado do rés do chão e primeiro da Residencial Santa Maria Madalena Águas Correntes Quentes e Frias, cuja dona, idosa e ruiva, vinha cá fora fumar de boquilha em roupão e chinelos de cetim e respondia ao meu aceno com
– Olá boneco
prometedor. Dona Áurea, ouvi chamarem-na uma vez Dona Áurea. Tenho ideia que a mulher do chefe de posto quando eu estava em África era Dona Áurea também e também gorda, confortável. Mas em Angola havia mais morcegos e nenhum travesti em cada esquina como nenhum automóvel caro em conversações com eles, de cadeirinha de bebé no banco de trás." (2018)

ANTÓNIO LOBO ANTUNES « O Conde Redondo » 

sábado, 3 de junho de 2023

Fado para um amor ausente - Luiz Marinho

O QUE OS MÉDICOS VIRAM no Corpo Incorrupto de Santa Bernadette - Ep.17

CON TE PARTIRO' Tenore Carabiniere Roberto Lenoci, Mezzosoprano Anna K...

"Marcia di Radetzky" dal Concerto di Capodanno da Vienna diretto dal Mae...

Danube Love - Andre Rieu - Oscar Straus

Andre' Rieu - Tristesse Violin - Chopin Etude Op.10 No 3.

A "PAPISA JOANA"

 Ferramentas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Para o filme de 2009, veja A Papisa Joana.
Representação medieval da Papisa Joana, como João VII
gravura constante do livro Crônica de Nuremberg, de 1493 de Hartmann Schedel
Trechos do livro De Mulieribus Claris ("Mulheres Famosas"), de 1362, escrito por Giovanni Boccaccio (1313–1375)
A Papisa Joana representada como o Anticristo, montando a Besta do Apocalipse
Uma ilustração datada de 1560 (aproximadamente) da Papisa Joana com a Tiara Papal, absolvendo um monge em confissão.
Acervo da Biblioteca Nacional da França
Página do poema Le Champion des Dames, escrito por Martin le Franc, (1410–1461), poeta francês, referindo-se a Joana.
Lady Godina's Rout;—or—Peeping-Tom spying out Pope-Joan
caricatura do jogo da Papisa Joana, por James Gillray, 1796
Cena do nascimento da lenda do Papa Joan
representação do período renascentista
Escrito por Christian Franz Paullini (1643–1712), médico, polímata e escritor alemão
A Papisa Joana era, segundo uma lenda, uma mulher que teria reinado como papa, e governado a Igreja católica por dois ou três anos, durante a Idade Média. Embora a história pretensamente tenha se passado no século IX, só surgiu nas crônicas do século XIII, e posteriormente se espalhou por toda a Europa. Conquanto em certos meios lograsse atenção, a lenda não encontra mais nenhum historiador e estudioso moderno que lhe dê crédito. Antes, a reputam como fictícia, possivelmente originada numa sátira antipapal.[1][2][3]
Lenda da Papisa Joana
A lenda aparece pela primeira vez em documentos do início do século XIII, situando os acontecimentos em 1099. Outro cronista, também do século XIII, data o papado de Joana de até três séculos e meio antes, depois da morte do papa Leão IV, coincidindo com uma época de crise e confusão na diocese de Roma. Joana teria ocupado o cargo durante dois ou três anos, entre o papa Leão IV e o papa Bento III (anos de 850 e 858).
Versões
A história possui várias versões. Segundo alguns relatos, Joana teria sido uma jovem oriental, nascida com o possível nome de Giliberta,[4] talvez de Constantinopla, que se fez passar por homem para escapar à proibição de estudar imposta às mulheres. Extremamente culta, possuía formação em filosofia e teologia. Ao chegar a Roma, apresentou-se como monge e surpreendeu os doutores da Igreja com sua sabedoria. Teria chegado ao papado após a morte do papa Leão IV, com o nome de João VII. A mesma lenda conta que Joana se tornou amante de um oficial da Guarda Suíça e ficou grávida.
Outra versão - a de Martinho de Opava - afirma que Joana teria nascido na cidade de Mogúncia, na Alemanha, filha de um casal inglês aí residente à época. Na idade adulta, conheceu um monge, por quem se apaixonou. Foram ambos para a Grécia, onde passaram três anos, após o que se mudaram para Roma. Para evitar o escândalo que a relação poderia causar, Joana decidiu vestir roupas masculinas, passando assim por monge, com o nome de Johannes Angelicus, e teria então ingressado no mosteiro de São Martinho.
Conseguiu ser nomeada cardeal, ficando conhecida como João, o Inglês. Segundo as fontes, João, em virtude de sua notável inteligência, foi eleito Papa por unanimidade após a morte de Leão IV (ocorrida a 17 de julho de 855).
Apesar de ter sido fácil ocultar sua gravidez, devido às vestes folgadas dos Papas, acabou por ser acometida pelas dores do parto em meio a uma procissão numa rua estreita, entre o Coliseu de Roma e a Igreja de São Clemente, e deu à luz perante a multidão.
As versões divergem também sobre este ponto, mas todas coincidem em que a multidão reagiu com indignação, por considerar que o trono de São Pedro havia sido profanado. João/Joana teria sido amarrada num cavalo e apedrejada até à morte. Neste trajeto depois foi posta uma estátua de uma donzela com uma criança no colo com a inscrição Parce Pater Patrum, Papissae Proditum Partum, conforme mais tarde 1375 atestado pelo Mirabilia Urbis Romae.[nota 1]
Noutro relato, Joana teria morrido devido a complicações no parto, enquanto os cardeais se ajoelhavam clamando: "Milagre, milagre!"
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