quarta-feira, 3 de maio de 2023

AS palavras e a leitura de Maria Alberta Menéres ( in Internet)

 Sobre AS PALAVRAS E A LEITURA, de Maria Alberta Menéres, in INTERNET:

"Deixem falar as palavras
Porque a poesia é a beleza e o sentido das coisas e de nós próprios. É uma maneira de olhar o mundo.
É uma forma de atenção a tudo. Ela pode estar em toda a parte: nós, às vezes é que não estamos onde ela está, só porque passamos ou vivemos distraídos.
in O Poeta faz-se aos 10 anos, Maria Alberta Meneres (1984)
A poesia é uma maneira de ver o mundo. Além disso, ajuda a desvendar emoções, a descobrir todo um universo onírico, a brincar com as palavras, com os significados presentes nas entrelinhas dos versos. A poesia precisa de ser cultivada e o convívio com a mesma promove o prazer da leitura do texto poético e a produção dos próprios poemas. Nesta linha, pela poesia consegue-se um tipo de comunicação através da emoção partilhada que vai libertando a palavra. De facto, a cooperação, através de uma dimensão aparentemente lúdica, combate a apatia e vence a dificuldade na aceitação do outro, como diferente de si. Se iniciarmos os alunos no prazer lúdico da seleção de textos, na desmontagem das palavras e das frases, nos jogos de significados e de significantes, se lhes mostrarmos poemas visuais, contruirmos outros em conjunto com eles, cedo aprenderão a fruir a poesia e com ela o mundo que os rodeia. Capaz de transformar o mundo, a atividade poética é intemporal. A crise da leitura de poesias na escola acontece principalmente porque os alunos, regra geral, não gostam de ler poemas. Assim, é importante ter cuidado na escolha do poema e na abordagem que lhe é feita para que a motivação das crianças e dos adolescentes seja crescente, despertando a sensibilização estética.
Deste modo, pretendi cativar os meus leitores e escritores do 8.º ano para a importância da Unidade da “Poesia”. Chegados aqui, os textos propostos pelos documentos normativos foram sendo trabalhados, considerando os domínios da disciplina. E assim surgiu a ideia de, em jeito de oficina de escrita criativa, dar asas à imaginação, à criatividade, deixando falar as palavras que habitam no interior dos alunos (individualmente, em pequeno grupo, coletivamente). Deste modo, o exercício poético ajudou e ajuda, sempre, no desenvolvimento de uma compreensão mais rica da realidade e aumenta a familiaridade com a linguagem mais elaborada da literatura. Além disso, e porque não menos importante, a sensibilidade impera e o ser humano torna-se mais reflexivo, mais crítico e com uma capacidade muito maior de auto e heteroavaliação.
Como diz o poeta, “Tudo vale a pena / se a alma não é pequena.”. E a alma destes meninos é, realmente, grande…
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Maria Elisa Ribeiro

D. João v de PORTUGAL (O Magnânimo)








 João V (Lisboa, 22 de outubro de 1689 – Lisboa, 31 de julho de 1750), apelidado de O Magnânimo, foi Rei de Portugal e Algarvesde 1706 até à sua morte. Foi o segundo filho do rei Pedro II e da sua segunda esposa Maria Sofia de Neuburgo. O seu longo reinado de 43 anos pode ser dividido em dois períodos: uma primeira metade, em que Portugal teve um papel ativo e relevante na política europeia e mundial; e uma segunda metade, a partir da década de 1730, em que a aliança estratégica com a Grã-Bretanhagradualmente assumiu maior importância, e o reino começou a sofrer uma certa estagnação.

Como rei, João V empenhou-se em projetar Portugal como uma potência internacional. Exemplos disso são as faustosas embaixadas que enviou ao imperador Leopoldo I em 1708, ao rei Luís XIV de França em 1715, e ao papa Clemente XI em 1716. Outro exemplo foi o litígio que manteve com a Santa Sé na década de 1720, sobre a questão do cardinalato a atribuir ao núncio apostólico na capital portuguesa. João V foi também um grande edificador, dotando a metrópole e principalmente a capital portuguesa de numerosas construções. Fomentou o estudo da história e da língua portuguesa, não conseguindo, no entanto, melhorar significativamente as condições da manufactura nacional.

Os principais testemunhos materiais do seu tempo são: O Palácio Nacional de Mafra, a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, o Aqueduto das Águas Livres em Lisboa, e a maior parte da colecção do Museu Nacional dos Coches, possivelmente a mais importante a nível mundial, igualmente na capital portuguesa. No campo imaterial, merece destaque a extinta Academia Real da História Portuguesa, precursora da actual Academia Portuguesa da História, assim como a criação do Patriarcado de Lisboa, um dos três patriarcados do Ocidente da Igreja Católica.

O último feito diplomático do reinado de João V foi o Tratado de Madrid de 1750, que estabeleceu as modernas fronteiras do Brasil. Os vestígios do seu reinado no Brasil incluem cidades como: Ouro Preto, então capital do distrito do ouro das Minas Gerais; São João del-Rei, assim nomeada em sua honra; Mariana, que recebeu o nome da rainha; São José, a que foi dada o nome do príncipe herdeiro; assim como numerosas outras cidades, igrejas e conventos da era colonial.

Resumo Biográfico:

João Francisco António José Bento Bernardo nasceu em 22 de Outubro de 1689 em Lisboa, no Paço da Ribeira, e morreu no mesmo palácio em 31 de Julho de 1750. Encontra-se sepultado no Panteão dos Braganças, na Igreja de São Vicente de Fora da mesma cidade.

O rei era filho de D. Pedro II e de Maria Sofia, condessa palatina de Neuburgo. Foi jurado Príncipe do Brasil a 1 de Dezembro de 1697. Por morte do pai, a 9 de Dezembro de 1706, tornou-se o 24.º rei de Portugal, subindo ao trono, em aclamação solene, a 1 de Janeiro de 1707. Seguindo a tradição iniciada por seu avô D. João IV na altura da Restauração, não foi coroado, coroando-se no seu lugar uma estátua de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira do Reino, com a coroa real.

Em 1696, o então Príncipe do Brasil foi armado por seu pai cavaleiro da Ordem de Cristo. Na infância teve como tutora sua tia avó, a rainha-consorte Catarina de Bragança, esposa de Carlos II de Inglaterra, que após a viuvez havia regressado a Portugal, assumindo a responsabilidade pela educação do jovem príncipe herdeiro. Em 1709, já como Rei de Portugal, D. João V casa com Maria Ana de Áustria, filha do imperador Leopoldo I da Áustria, e irmã do imperador Carlos VI, seu aliado na Guerra da Sucessão Espanhola. O casal teve seis filhos, sendo sucedido por um deles, D. José I.

Como qualquer monarca da sua época, D. João V estava interessado em fortalecer o prestígio internacional do seu reino. Ao longo de todo o seu reinado, mas principalmente nas duas primeiras décadas, sempre tentou afirmar Portugal como uma potência de primeira linha, usando para isso as duas linguagens da época em que vivia: a das armas e, principalmente, a magnificência, típica da era do absolutismo. Ganhou por isso o cognome de Magnânimo; é também por vezes conhecido como o Rei-Sol português. Nos últimos anos de vida sofreu vários ataques de paralisia, que o debilitaram no governo. Não obstante a sua vida pessoal incluir conhecidas relações com várias freiras ao longo da vida, das quais teve vários filhos ilegítimos, receberia ainda do Papa o título honorífico de Fidelíssimo em 1748.

Veríssimo Serrão resume, sobre D. João V:

“[...] era senhor de uma vasta cultura, bebida na infância com os Padres Francisco da Cruz, João Seco e Luís Gonzaga, todos da Companhia de Jesus. Falava línguas, conhecia os autores clássicos e modernos, tinha boa cultura literária e científica e amava a música. Para a sua educação teria contribuído a própria mãe, que o educou e aos irmãos nas práticas religiosas e no pendor literário [...] Logo na cerimónia da aclamação se viu o Pendor Régio para a Magnificência. Era novo o cerimonial e de molde a envolver a figura de Dom João V no halo de veneração com que o absolutismo cobria as Realezas.”

Poema

 





SOPRO POÉTICO

 

 

 

De um sopro

____________________________o vento ergueu a voz

___________________e os fetos ondularam

________________grotescamente enrolados

___________às ramas dos abetos.

 

A lua, indiferente, seguia a sua viagem.

 

 

De um sopro

_________________________o arvoredo altivo desceu em diagonal

______________________direito ao profundo vale,

_________________enquanto a crista das montanhas

_____________ se sentia incapaz de fugir

_______ ao elemento esquivo.

 

 

De um sopro…

…saíram-me palavras da alma

debruçada sobre si…

…e os dedos foram falando do que sentiam

do âmago-do-meu-sem fim.

 

 

A lua continuou a brilhar…

e chamou as estrelas

que começavam a empalidecer,

esquecidas da sua noturna eterna luz…

 

 

De um sopro

…veio um poema, titubeante

…os ventos acalmaram

…o céu serenou ,como serena se apresentou

a escrita dos lexemas…

 

 

________________Lá fora, árvores, pedras e montes,

____________________aves, rios e fontes,

__________________________esperam calmos, dentro de mim,

______________________________que o poema caminhe ao encontro

do seu fim…]

 

 

Maria Elisa  Ribeiro/013

 

Bom dia, meus amigos!


terça-feira, 2 de maio de 2023

Vangelis – Prelude & Losing Sleep (Still My Heart)

Stairway to Heaven with Amazing Gimnazija Kranj Symphony Orchestra

Pensamentos de Hilda Hirst

 “Há sonhos que devem permanecer nas gavetas, nos cofres, trancados até o nosso fim.”

“Vontade de não dar sentido algum às coisas, às palavras e à própria vida. Assim como é a vida na realidade ausente de sentido.”

“Há sonhos que devem ser ressonhados, projetos que não podem ser esquecidos.”

“Quero brincar meus amigos… de ver beleza nas coisas.”

“Se te pareço noturna e imperfeita… olha-me de novo.”

“Se você é coerente consigo mesmo, o resto é suportável. Eu suporto.”


Di PAPA FRANCESCO

 

Mangiate quello che volete a Pasqua , il sacrificio non è nello stomaco , ma nel cuore .
Si astengono dal mangiare carne , ma non parlano con i loro fratelli o familiari , non vanno a trovare i loro genitori o li pesa curare , non condividono il loro cibo con i bisognosi , vietano ai loro figli di vedere il loro papà o la loro mamma, criticano la vita degli altri , picchiano la moglie , ecc ..
Un buon arrosto o uno stufato di carne non ti renderà una persona cattiva , come nemmeno un filetto di pesce ti renderà santo .
Mi piace Meglio cercare di avere una relazione più profonda con Dio attraverso un trattamento migliore con il prossimo
Siamo meno superbi e più umili di cuore.
Papa Francesco
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PORTUGAL

 

Mosteiro da Batalha, um dos encantos de Portugal.
A 14 de Agosto de 1385 Portugal disputou contra os espanhóis aquela que foi a grande batalha, que consolidou Portugal como nação independente, a Batalha de Aljubarrota.
O Rei D. João I prometeu construir um Mosteiro caso Portugal vencesse a batalha.
Embora em menor número o exército português comandado por o Condestável Nuno Álvares Pereira venceu a batalha e D. João I cumpriu.
Logo em 1386 começou a construção construção do lindíssimo e grandioso Mosteiro de Santa Maria Da Vitória a que o povo chama Mosteiro da Batalha.
O Mosteiro da Batalha é Património Mundial.
Viver Portugal com mais encanto.
Foto: @gotoportugal
Município da Batalha
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Bom dia, meus amigos!