segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

UKRAINE


Ukraine News Today
9 de Dezembro de 2015 ·


Biden urges Ukraine to fight ‘cancer-like’ corruption or lose international financial aid.
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Biden urges Ukraine to fight ‘cancer-like’ corruption or lose international financial aid
US Vice President Joe Biden, who is on a two-day visit to Ukraine, has urged Kiev to conduct painful yet crucial reforms to battle corruption. Biden’s…
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UKRAINE


Ukraine News Today
10 de Dezembro de 2015 ·


Putin orders Finance Ministry to sue Ukraine over unpaid debt.
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Putin orders Finance Ministry to sue Ukraine over unpaid debt
Russian President Vladimir Putin has ordered Finance Minister Anton Siluanov to file a lawsuit against Ukraine if Kiev fails to repay Russia’s $3 billion…
UKRAINE NEWS TODAY

DESPORTO DE ÓDIO, EM PORTUGAL!


Jornal de Notícias partilhou uma ligação.
1 h ·



▶ Vídeo mostra momento da agressão a árbitro no Beira-Mar-União de Lamas

JN.PT

Jornal de Notícias
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ÚLTIMA HORA


Dijsselbloem comete gafe e admite que Centeno vai liderar Eurogrupo

JN.PT

QUE O INFERNO NÃO LHE DÊ PAZ!


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27 min ·



Rebeldes anunciam a morte do ex-presidente do Iémen

JN.PT

Jornal de Notícias
13 min ·


Roman Sidorenko quer revolucionar o mercado do vinho.


Sexo, vinho e criptomoeda: os negócios de um russo em Portugal

NOTICIASMAGAZINE.PT


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Lítio em Montalegre: Rejeitada providência cautelar de empresa australiana

JN.PT

BOa tarde, meus amigos!


domingo, 3 de dezembro de 2017

JUST imagine!

“Imagine não existir países
Não é difícil de fazê-lo
Nada pelo que lutar ou morrer
E nenhuma religião também
Imagine todas as pessoas 
Vivendo a vida em paz...”
― John Lennon
-
Coletânea de frases e citações de John Lennon
KDFRASES.COM

John Lennon - Imagine

Bom Domingo, amigos!


sábado, 2 de dezembro de 2017



De Cora Coralina, in Net:

“Poeta, não é somente o que escreve. É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.”
― Cora Coralina


-


Frases e Pensamentos de Cora Coralina
Coletânea de frases e citações de Cora Coralina
KDFRASES.COM



Poema de Cora Coralina, in www.revistapazes.com:

Rumos errados

A caminhada …
Amassando a terra.
Carreando pedras.
Construindo com as mãos
sangrando
a minha vida.


Deserta a longa estrada.
Mortas as mãos viris
que se estendiam às minhas.
Dentro da mata bruta
leiteando imensos vegetais,
cavalgando o negro corcel da febre,
desmontado para sempre.

Passa a falange dos mortos …
Silêncio! Os namorados dormem.
Os poetas cobriram as liras.
Flutuam véus roxos
no espaço.

Érico Veríssimo...


Maria Elisa Ribeiro
2 de Dezembro de 2016 ·



De Erico Veríssimo (1905-1975), in Net:

Nossa alma tem estranhas veredas.

Podemos ouvir ou ler, chocados em maior ou menor grau, a notícia de um massacre de cri...

MARAVILHA!
#apost
Andrea Bocelli, o conhecido cantor de ópera chocou completamente o público quando mudou de estilo para cantar a música
APOST.COM

OBRA REGª











BREVES

Há limites que sabemos não poder passar
uma vez que tudo se aprende com o tempo.
Aprende-se o próprio tempo, os mares e continentes.
Aprendem-se as flores, os insectos e as árvores;
e aprende-se, que as águas do mar provocam a Lua,
quando esta se deita na areia, a descansar.
O dia fecha-se, na varanda nocturna , que abre janelas
mui devagar, até se ver o azul da aurora a clarear.
Mas há limites, que sabemos não poder passar…
A vida e o tempo que,
sabemos, não poder determinar….
As palavras tão certinhas que muitos sabem usar…
As minhas vêm-me do sangue que me faz viver
E palpitam-me nos lábios, quando estou para te ver…
Ah…mas esse limite sei sempre quando vai acontecer!
Tal como sei que as palavras vão dizer
que os cais das despedidas, de lágrimas empedrados
não vão mais acontecer…


Maria Elisa Ribeiro
OUT/017

Bom dia!

Bom dia, amigos, com foto Pinterest!

POESIA REGISTADA












VENTO QUE FALA







O vento é sempre igual ao vento, somente; não muda, nunca,

porque não pode deixar de ser vento-ar.

Mas é diferente a sua resposta a cada folha que cai.

Ela cresce como todas na Primavera, seca no Outono, envelhece

durante os tantos Outonos em que as vamos vendo, fornece

oxigénio ao mundo e, no meio de tudo isto, imóvel,

vai ouvindo as borboletas, os insectos, os pássaros exaltados pelo ar.

Todos os dias falo com o vento, mesmo que só com o ar que me sacode

os cabelos, como costumas fazer com tuas mãos inquietas…

Cerro, nesses momentos, meus olhos por um instante,

para não deixar de ver os teus…

Não me leva as palavras pois elas retornam sempre ao seu porto

de abrigo…meus livros…meus cadernos…meus papéis…minha

memória…e mais não digo.

O vento passa e vai-falando sem pronunciar uma única palavra

E ,como passa como o Tempo, vai cumprindo o nosso fado__________

____guitarras que gemem____copos que deslizam para o estômago__

____naus que balançam nas águas ansiosas_____dores que se agudizam

nas veias, que levarão nosso sangue para novos martírios.





Maria Elisa Ribeiro

AGT/017

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

HISTÓRIA DE PORTUGAL: o 1~º de Dezembro de 1640!


Restauração da Independência
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.





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As fontes não cobrem todo o texto.
Precisa de correção textual.

Restauração da Independência

Aclamação de D. João IV como rei de Portugal
Outros nomes Revolução do 1º de Dezembro de 1640
Localização Portugal
Data 1 de dezembro de 1640 (376 anos)
Resultado
Fim da União Ibérica e da Dinastia Filipina
Restauração da Independência de Portugal
Início da Dinastia de Bragança

Parte de uma série sobre a
História de Portugal

Portugal na pré-História
História Antiga
Povos ibéricos pré-romanos
Romanização (Lusitânia e Galécia)
Reinos germânicos (Suevo e Visigótico)
Domínio árabe
Domínio Cristão
Reconquista
Condado Portucalense
Formação do Reino de Portugal (1139-1385)
Independência de Portugal
Dinastia de Borgonha
Crise de 1383-1385
Consolidação e Expansão (1385-1580)
Dinastia de Avis
Descobrimentos
Império Português
Crise sucessória de 1580
União Ibérica (1580-1640)
União Ibérica
Dinastia Filipina
Restauração da Independência
Restauração, Invasões e Liberalismo (1640-1820)
Dinastia de Bragança
Invasões Napoleónicas
Revolução Liberal de 1820
Monarquia Constitucional (1820-1910)
Monarquia Constitucional Portuguesa
Guerras Liberais
Regeneração
Regicídio de 1908
Instauração da República
Revolução de 5 de Outubro de 1910
I República
Ditadura (1926-1974)
Revolução de 28 de Maio de 1926
Ditadura militar e nacional
Estado Novo
Guerra do Ultramar
Democracia (1974-)
Revolução dos Cravos
Processo Revolucionário em Curso
III República

Temáticas
Arquitectura | Arte | Economia | Militar
Historiografia
Portal Portugal


ve


A Restauração da Independência é o nome dado ao golpe de estado revolucionário ocorrido a 1 de dezembro de 1640, chefiado por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados e que se alastrou por todo o Reino, pela revolta dos portugueses contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da dinastia filipina castelhana, e que vem a culminar com a instauração da 4ª Dinastia Portuguesa - a casa de Bragança - com a aclamação de D. João IV.

Esse dia, designado como Primeiro de Dezembro ou Dia da Restauração[1], é comemorado anualmente em Portugal, com muita pompa e circunstância, desde o tempo da monarquia constitucional. Uma das primeiras decisões da República Portuguesa, em 1910, foi passá-lo a feriado nacional como medida popular e patriótica. No entanto, essa decisão foi revogada pelo XIX Governo Constitucional, dada a grave crise que Portugal ultrapassava à altura, passando o feriado a comemorar-se em dia não útil a partir de 2012. Porém, a partir de 2016, as comemorações do 1º de Dezembro voltaram a realizar-se no dia 1º de dezembro, voltando, por isso, a ser feriado nacional, de acordo com o XXI Governo Constitucional.



Índice [esconder]
1A grande preparação para a revolta
2A revolta do 1º de Dezembro de 1640
3Antecedentes
4Guerra da Restauração
5Feriado
6Referências
7Bibliografia
8Ligações externas


A grande preparação para a revolta[editar | editar código-fonte]

Por volta de 1640, a ideia de recuperar a independência tornou-se mais forte e a ela começaram a aderir todos os grupos sociais.

Os burgueses portugueses estavam desiludidos e empobrecidos com ataques ao seu território e aos navios que transportavam os produtos que vinham das várias regiões do reino de Portugal continental, insular e ultramarino. A concorrência dos holandeses, ingleses e franceses diminuía-lhes o negócio e os lucros.

Os nobres viam os seus cargos ocupados pelos espanhóis, tinham perdido privilégios, eram obrigados a alistar-se no exército castelhano e a suportar todas as despesas. Também eles empobreciam e era quase sempre desvalorizada a sua qualidade ou capacidade. A corte estava em Madrid e mesmo a principal gestão da governação do reino de Portugal, que era obrigatoriamente exigida de ser realizada in loco, era entregue a nobres castelhanos e não portugueses. Estes últimos viram-se afastados da vida "palaciana" e acabaram por se retirar para a província, onde viviam nas suas casas senhoriais e solares, para poderem sobreviver com alguma dignidade imposta pela sua classe social.

Portugal, na prática, era como se fosse uma província espanhola, governada de longe. Os que ali viviam eram obrigados a pagar impostos que ajudavam a custear as despesas do Império Espanhol que também já estava em declínio. Na década de 1630, a corte de Madrid, nas suas tentativas de uniformizar os vários reinos da dinastia de forma a acentuar a sua integração, lançou um novo imposto por fuego, no que foi considerado uma violação dos acordos das Cortes de Tomar de 1581.

Foi então que um grupo de nobres e burgueses - cerca de 40 conjurados- começou a se reunir secretamente, procurando analisar a melhor forma de organizar uma revolta contra Filipe IV de Espanha (III de Portugal).
A revolta do 1º de Dezembro de 1640[editar | editar código-fonte]

Começava a organizar-se uma conspiração para derrubar os representantes do rei em Portugal. Acreditavam que poderiam ter o apoio do povo e também do clero.

Apenas um nobre tinha todas as condições para ser reconhecido e aceite como candidato legítimo ao trono de Portugal. Era ele D. João, Duque de Bragança, neto de D. Catarina de Bragança, candidata ao trono em 1580.

Em Espanha, o rei Filipe IV também enfrentava dificuldades: continuava em guerra com outros países; o descontentamento da população espanhola aumentava; rebentavam revoltas em várias regiões, nomeadamente na Catalunha e na Andaluzia, criou a oportunidade que os portugueses esperavam. O rei de Espanha, preocupado com a situação na Catalunha, desviou para lá muitas das suas tropas.

Faltava escolher o dia certo. Aproximava-se o Natal do ano 1640 e muita gente partiu para Espanha. Em Lisboa, ficaram a Duquesa de Mântua, espanhola e Vice-rei de Portugal (desde 1634), e o português Miguel de Vasconcelos, seu Secretário de Estado.

Os nobres revoltosos convenceram D. João, o Duque de Bragança, que vivia no seu palácio de Vila Viçosa, a aderir à conspiração.

No dia 1º de dezembro desse ano invadiram de surpresa o Palácio Real (Paço da Ribeira), que estava no Terreiro do Paço, prenderam a Duquesa, obrigando-a a dar ordens às suas tropas para se renderem - e mataram Miguel de Vasconcelos.
Antecedentes[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Crise de sucessão de 1580

D. Sebastião, um rei jovem e aventureiro, habituado a ouvir as façanhas das cruzadas e histórias de conquistas além-mar, quis conquistar o Norte de África na sua luta contra os mouros. Na batalha de Alcácer Quibir no Norte de África, os portugueses foram derrotados e ele desapareceu. E os soldados contavam cada um a sua história. O desaparecimento de D. Sebastião (1557-1578) na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique (1578-1580), deu origem a uma crise dinástica.

Nas Cortes de Tomar de 1581, Filipe II de Espanha é aclamado rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal partilhou o Rei com Espanha, sob o que se tem designado por "domínio filipino".

Com o primeiro dos Filipes (I de Portugal, II de Espanha), não foi atingida de forma grave a autonomia política e administrativa do Reino de Portugal. Com Filipe III de Espanha e II de Portugal, porém, começam os atos de desrespeito ao juramento de Filipe II em Tomar. Em 1610, surgiu um primeiro sinal de revolta portuguesa contra o centralismo castelhano, na recusa dos regimentos de Lisboa a obedecer ao marquês San-Germano que, de Madrid, fora enviado para comandar um exército português.

No início do reinado de Filipe III de Portugal (IV de Espanha), ao estabelecer-se em Madrid uma política centralista, pensada pelo Conde-duque de Olivares e cujo projecto visava a anulação das autonomias dos vários reinos que compunham a monarquia espanhola, nomeadamente a portuguesa, absorvendo por completo o reino de Portugal. Na Instrucción sobre el gobierno de España, que o Conde-Duque de Olivares apresentou ao rei Filipe IV, em 1625, tratava-se do planeamento e da execução da fase final da sua absorção, indicando três caminhos:
1º - Realizar uma cuidadosa política de casamentos, para confundir e unificar os vassalos de Portugal e de Espanha;
2º - Ir o rei Filipe IV fazer corte temporária em Lisboa;
3º - Abandonar definitivamente a letra e o espírito dos capítulos das Cortes de Tomar (1581), que colocava na dependência do Governo autónomo de Portugal os portugueses admitidos nos cargos militares e administrativos do Reino e do Ultramar (Oriente, África e Brasil), passando estes a ser Vice-reis, Embaixadores e oficiais palatinos de Espanha.

D. Filipa de Vilhena armando os Filhos Cavaleiros (1801), por Vieira Portuense, representando um dos eventos do 1º de Dezembro de 1640

A política de casamentos seria talvez a mais difícil de concretizar, conseguindo-se ainda assim o casamento de Dona Luísa de Gusmão com o Duque de Bragança, a pensar que dele sairiam frutos de confusão e de unificação entre Portugal e Espanha. O resultado veio a ser bem o contrário.

A reação à política fiscal de Filipe IV vai ajudar no processo que conduz à Restauração de 1640. Logo em 1628, surge no Porto o "Motim das Maçarocas", contra o imposto do linho fiado. Mas vão ser as "Alterações de Évora", em agosto de 1637, o abrir definitivamente do caminho à Revolução.

Através das "Alterações de Évora", o povo dessa cidade tencionava deixar de obedecer aos fidalgos subjugados ao reino castelhano e desrespeitava o arcebispo a ele afeto. A elevação do imposto do real de água e a sua generalização a todo o Reino de Portugal, bem como o aumento das antigas sisas, fez subir a indignação geral, explodindo em protestos e violências. O contágio do seu exemplo atingiu quase de imediato Sousel e Crato; depois, as revoltas propagaram-se a Santarém, Tancos, Abrantes, Vila Viçosa, Porto, Viana do Castelo, a várias vilas do Algarve, a Bragança e à Beira.

Em 7 de Junho de 1640 surgia também a revolta da Catalunha contra o mesmo centralismo do Conde-Duque de Olivares. O próprio Filipe IV manda apresentar-se em Madrid o duque de Bragança, para o acompanhar à Catalunha e cooperar no movimento de repressão a que ia proceder. O duque de Bragança recusou-se a obedecer a Filipe IV. Muitos nobres portugueses receberam semelhante convocatória, recusando-se também a obedecer a Madrid.

Sob o poder de Filipe III, o desrespeito pelo juramento de Tomar (1581) tinha-se tornado insuportável: nomeados nobres espanhóis para lugares de chefia militar em Portugal; feito o arrolamento militar para guerra da Catalunha; lançados novos impostos sem a autorização das Cortes. Isto enquanto a população empobrecia; os burgueses eram afetados nos seus interesses comerciais; e o Império Português era ameaçado por ingleses e holandeses perante a impotência ou desinteresse da coroa filipina.

Portugal achava-se envolvido nas controvérsias europeias que a coroa filipina estava a atravessar, com muitos riscos para a manutenção dos territórios coloniais, com grandes perdas para os ingleses e, principalmente, para os holandeses em África (São Jorge da Mina, em 1637), no Oriente (Ormuz, em 1622 e o Japão, em 1639) e fundamentalmente no Brasil (São Salvador da Bahia, em 1624; Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe desde 1630).

Em 12 de outubro de 1640, em casa de D. Antão de Almada, hoje Palácio da Independência, reuniram-se D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo e seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. Decidiu-se então ir chamar o Duque de Bragança a Vila Viçosa para que este assumisse o seu dever de defesa da autonomia portuguesa, assumindo o Ceptro e a Coroa de Portugal.

No dia 1º de dezembro do mesmo ano de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração no trono de Portugal da Casa de Bragança, dando o poder reinante a D. João IV.
Guerra da Restauração[editar | editar código-fonte]

Obelisco comemorativo da restauração da independência em Lisboa.
Ver artigo principal: Guerra da Restauração

Finalmente, um sentimento profundo de autonomia estava a crescer e foi consumado na revolta de 1640, na qual um grupo de conspiradores da nobreza num golpe de estado aclamou o duque de Bragança como Rei de Portugal, com o título de D. João IV (1640-1656), dando início à quarta Dinastia – Dinastia de Bragança.

O esforço nacional foi mantido durante vinte e oito anos, com o qual foi possível suster as sucessivas tentativas de invasão dos exércitos de Filipe III e vencê-los nas mais importantes batalhas em todas as frentes. No final foi feito um acordo de paz definitivo entre as partes, em 1668, assinalado oficialmente com o Tratado de Lisboa (1668). Esses anos foram bem sucedidos devido à conjugação de diversas vertentes como a coincidência das revoltas na Catalunha, os esforços diplomáticos da Inglaterra, França, Holanda e Roma, a reorganização do exército português, a reconstrução de fortalezas e a consolidação política e administrativa.

Paralelamente, entre 1641 e 1654, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, de Angola e de São Tomé e Príncipe, restabelecendo o território ultramarino português e o respetivo poder atlântico, que a ele dizia respeito, anteriormente firmado antes do reino de Portugal estar sob o domínio filipino. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a obter a grande parte do seu lucro externo com a cana-de-açúcar e o ouro do Brasil.
Feriado[editar | editar código-fonte]

Em Portugal, a primeira comemoração oficial da Restauração da Independência deu-se em 1823, no recinto do Picadeiro Real do Palácio de Belém (hoje Museu Nacional dos Coches), com a presença de D. João VI. O acontecimento deu-se não a 1º de Dezembro mas no dia 3, por "difficuldades grandes", segundo a Gazeta de Lisboa.[2] Foram convidados embaixadores estrangeiros, oficiais da Marinha e do Exército, "as pessoas mais conspícuas da Capital, de todas as jerarquias", decorrendo um baile que durou até de madrugada enquanto uma sumptuosa ceia era servida no Palácio. Houve um evidente aproveitamento político das celebrações pela facção afecta ao Infante D. Miguel e ao regresso do absolutismo real.[3]

O dia 1º de Dezembro é feriado desde a segunda metade do século XIX, sendo o feriado civil mais antigo, tendo sobrevivido à Primeira República, ao Estado Novo e à chegada da democracia.

Menos de uma semana após a revolução republicana de 1910, um decreto acabou com os feriados religiosos e instituiu apenas cinco dias de "folga nacional". Os republicanos aceitaram apenas uma celebração civil vinda da monarquia: o feriado que marca a Restauração da Independência, em relação a Espanha.

É costume comemorar-se este feriado na Praça dos Restauradores, em Lisboa com honras de Estado onde também se comemora o Dia da Bandeira. Em 2012, o XIX Governo Constitucional, apoiado por uma maioria PSD-CDS e liderado por Passos Coelho, suspendeu o feriado em dia da semana a partir de 2013. Esta medida, inicialmente anunciada como abolição,[4] foi posteriormente redesignada de suspensão. O objectivo da medida, conforme declaração do Governo, era o de "acompanhar, por esta via, os esforços de Portugal e dos portugueses para superar a crise económica e financeira que o País atravessa".[5] O feriado foi reposto em Janeiro de 2016, com os votos do XXI Governo Constitucional liderado por António Costa e com o apoio parlamentar dos partidos de esquerda.[6]

Do nosso filósofo....



Construir em Vez de Combater
Creio que uma das atitudes fundamentais do homem humano deve ser a de reconhecer em si, numa falta de compreensão ou numa falta de acção, a origem das deficiências que nota no ambiente em que vive; só começamos, na verdade, a melhorar quando deixamos de nos queixar dos outros para nos queixarmos de nós, quando nos resolvemos a fornecer nós mesmos ao mundo o que nos parece faltar-lhe; numa palavra, quando passamos de uma atitude de pessimista censura a uma atitude de criação optimista, optimista não quanto ao estado presente, mas quanto aos resultados futuros. O mesmo terá já dado um grande passo para impedir os ataques, quando aceitar que só puderam existir porque a sua acção não foi o que deveria ter sido; quando se lembrar ainda de que toda a sua coragem se não deve empregar a combater, mas a construir.


Agostinho da Silva, in 'Textos e Ensaios Filosóficos'

Resistencia - Amanha e sempre longe demais

Xutos&Pontapés - Aqui ao Luar

Xutos & Pontapés - Homem do Leme (Letra)

Morreu o nosso Zé Pedro, "O homem do Leme", com pouco mais de 50 anos!

Maria Elisa Ribeiro partilhou uma ligação.
16 min
Bom Feriado, meus amigos!
Foto Pinterest