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sábado, 20 de fevereiro de 2010

A tragédia da MADEIRA: sentidos pêsames.

Conheço a MADEIRA. Connheço os nossos irmãos madeirenses e, políticas àparte, sinto-os perto de mim, como familiares, com sangue igual ao meu, coração igual ao meu, alegrias e tristezas como as minhas.
Ainda há dias se falava da tragédia no Haiti, que perdurará no tempo.
MAS a MADEIRA toca-nos de mais perto e é impossível passar ,hoje, sem me dirigir a estes nossos irmãos, manifestando o meu pesar pela calamidade que os atingiu.Às famílias que perderam ,mais que os bens materiais! os seus familiares, envio um sentido beijo de tristeza, pelo que aconteceu ,de maneira abrupta.
Sei que os nossos governantes estão já a caminho ,para prestarem homenagem a estes amigos especiais. Sei que, em qualquer situação de calamidade o povo portuguÊs é de uma generosidade cúmplice; sei que todos os que puderem irão contribuir, de qualquer modo, para minorar as faltas materiais e o sofrimento.
O MEU CORAÇÃO CONVOSCO!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Miséria no interior do nosso país...

DE BUDAPESTE,a jornalista ANA CRISTINA PEREIRA, aprofunda este assunto, que me merece algumas reflexões. É certo que o interior de Portugal está pobre, em todos os aspectos:acabou a assistência à doença, fecharam-se escolas, acabaram muitas esquadras da GNR e acabaram tantas outras conquistas que, do ponto de vista humano. o interior corre, a passos largos para a desertificação, Penso,no entanto, que a miséria deve ser mais visível nas cidades,pois conhecendo a vida das nossas aldeias vejo que o humanismo e a solidariedade não são obra morta, Há sempre quem tenha couves a mais, batatas, alfaces, fruta e até ,de vez em quando, um naco de carne da matança do porco...É esse sentimento humano de partilha que está a minorar a triste vida de milhares de desempregados, também.

NOTA:o assunto da senhora jornalista é tratado,hoje, no jornal "público" e vem de Bucareste.A ler na página 6 do referido diário.