
(foto do google)(FOTO DO PARQUE DA CURIA)
Fascínio meu molhado de azul imenso
Das águas do Atlântico…
Leves ondas calmas suaves
De longe batem na areia fina
Onde a palmeira germina.
Paraíso meu de “Mostrengos “e “Adamastores”…
Agora já sem furores.
Minhas naus e caravelas
Meus baixéis desmantelados
À sombra de árvores altaneiras
Nos areais já esquecidos…
…perdidos em desertos de ondas maiores
Onde meus avós foram melhores.
“Deus quis que o mar unisse
Já não separasse…”
Por que estais então perdidas
No FADO das nossas vidas?
E Portugal chora agora…
Chora a HORA da vil comédia humana
Enganosa soberba e desumana!
E agora? Ano 2009, longe de obras doutrora…
VAMOS, PAÍS, CHORA!
Levanta-te, então, depois!
Rejuvenesçamos, juntos, os dois!
C6F -143/14/SET- 09