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domingo, 26 de julho de 2009

ESPARSA, de CAMÕES, ao desconcerto do mundo

Foto do google
VOLTEI,AMIGOS!




Camões, poeta do século XVI, do período renascentista português, tem uma obra vasta e rica de conteúdos, que é perfeitamente intemporal. Ao andar por esse Portugal fora, como nunca tinha feito, sempre com os jornais presentes ,no dia a dia, para me manter ligada a "estas nossas origens", dei comigo a pensar no povo maravilhoso de que somos feitos, através dos séculos, acabando por chegar a conclusões que nos engrandecem e que, pelo contrário, em relação aos políticos, os deitam completamente abaixo de todas as nossas grandiosidades.
Vou transcrever um pequeno poema de Camões, que serve para ilustrar as minhas palavras:
"Os bons vi sempre passar/No mundo graves tormentos;/E,pera mais me espantar, /Os maus vi sempre nadar/ Em mar de contentamentos./Cuidando alcançar assi/O bem tão mal ordenado,/Fui mau; mas fui castigado./Assi que, só pera mi,/Anda o mundo concertado./"
Pois é, meus amigos! É o velho ditado, se assim o quiserem encarar, de que, em Portugal, é melhor roubar milhões, muitos milhões, de preferência, porque assim fica-se em casa com pulseira electrónica...ou podemos ir passar a "lua-de-mel" a Miami ou andar por aí, mudando de mansão para mansão, de carro topo de gama para carro topo de gama, que, entretanto, lá está quem cultive as couves, batatas, tomates, alfaces, feijões, etc sem ter direito a mais nada que não seja a dignidade de SER HUMANO!