As minhas dúvidas consomem-me.
Quando penso ver a Luz…há depois um retrocesso!
Deus poderoso, meu Senhor Omnipotente!
Por que te manténs distante, de mim tão ausente?
Sente esta minha agonia…
tão igual à de quem semeia e colhe melancolia!
Por que não és mais presente e não estendes a mão,
para que me contente?
Por que não permites, que sinta o sopro da Tua Glória?
Já sei…Sou filha de Adão e Eva…daquele tempo inglório!
Por isso não consentes uma qualquer simples vitória?
É uma contradição!
Cepticismo, dúvidas, pessimismo, realismo…
Mas asseguro-te, Senhor Todo Poderoso:
eu, que sou insignificante! Hei-de vencer etapas,
continuando p’ra frente…Sempre mais para diante…
Cad.2B -64-Dez/07