quarta-feira, 25 de dezembro de 2013


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há 15 horas

Dez minutos de chuva causaram prejuízos materiais em Coimbra
www.tvi24.iol.pt
Em Coimbra, vários estabelecimentos da baixa sofreram pequenas inundações. O sistema de escoamento de águas não foi suficiente para drenar a chuva que caiu durante todo o dia. A meio da

Mau Tempo na BAIRRADA...


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há 15 horas

Inundações em Águeda por causa dos incêndios do Caramulo
www.tvi24.iol.pt
Em Águeda, as fortes chuvas provocaram inundações nas ruas do centro da cidade. A situação é, em parte, provocada pelos resíduos vindos da serra do Caramulo. Por causa dos

partilhou uma ligação através de Sofia Quaresma.
há 4 minutos

Através do amigo Rogério Manuel Madeira Raimundo


A LER...

Do conhecimento ao desenvolvimento
www.publico.pt
O Estado perdeu dramaticamente recursos humanos e competências ao longo das últimas décadas, e a administração não tem hoje os recursos qualificados para preparar e planear de forma célere e

De Isabel de Mello e Castro, uma amiga do Facebook...

Eu pecadora me confesso!

Confesso que não consigo aceitar que aqueles que se dizem católicos não sejam verdadeiramente cristãos e, batendo com a mão no peito numa qualquer missa do " galo ", se " esqueçam " de pessoas que há décadas fazem parte do seu agregado familiar e, nem sequer tenham a delicadeza de lhes dirigir uma palavra numa data significativa como esta que é o Natal!
Confesso-me ímpia de compaixão por pessoas que se esquecem dos milhares de outras que, sem pão, sem tecto, sem um alento enfrentam a intempérie da vida madrasta e, conseguem prosseguir o seu caminho com mais dignidade do que os que os ignoram!
Confesso-me publicamente numa noite de Consoada, por me sentir impotente para enfrentar tanta hipocrisia, tanto desamor e continuar a desejar Santo Natal a quem efectivamente não merece!
Perdoai-me Senhor!
( IMC )

partilhou a foto de Carlos Nelson Dragão Barros.
há 11 horas


Noite de Consoada.Para uns abastada para outros menos e para outros também,mesmo nada...noite de Consoada,como a Páscoa...tudo tem data marcada e depois no dia seguinte volta ao mesmo...
Quando é anunciada a data de expulsão deste governo?Quando é que estes sádicos são postos na rua e do País?Leiam o que o antigo Bastonário da Ordem dos Advogados disse...Esta situação,em que um 1º ministro só pensa em sacrificar os pensionistas,reformados e func.públicos,não merece estar em f
unções...É ALDRABÃO!

O MUNDO E OS VALORES...

essa foto me representa..e me emociona....muito
Um pobre homem da roça da Tailândia fez de tudo para o seu filho poder estudar.
No dia da sua formatura, o filho disse que seu pai é o seu maior orgulho...

Linda imagem, que vale mais do que mil palavras.
Cuide bem do seu pai, de sua mãe, eles dariam a vida por você.
Nunca se esqueça disso

BOM NATAL, MEUS AMIGOS(AS)!


Poema de Natal -Mário de Sá-Carneiro:

"A Noite de Natal

Em a noite de Natal
Alegram-se os pequenitos;
Pois sabem que o bom Jesus
Costuma dar-lhes bonitos.
Vão se deitar os lindinhos
Mas nem dormem de contentes
E somente às dez horas
Adormecem inocentes.
Perguntam logo à criada
Quando acorde de manhã
Se Jesus lhes não deu nada.
– Deu-lhes sim, muitos bonitos.
– Queremo-nos já levantar
Respondem os pequenitos."

Mário de Sá-Carneiro-in NET
Crónicas de Frei Bento Domingues-in nsi-pt.blogspot.pt/2912/09


O direito absoluto é o direito a ter direitos
Frei Bento Domingues, O.P.
1. Dizia um anjo, desesperado na sua missão iluminista, a outro vestido de ortodoxia que não aprendia nada com ninguém, nem sequer com as liberdades de Jesus Cristo em relação às regras da moral convencional: “Mói um estúpido com trigo num almofariz e nem assim conseguirás arrancar-lhe a estupidez” (William Blake).
Dizem-me que esta experiência poderá ser verificada tanto no âmbito da estupidez religiosa como no da política. Talvez. Mas daí não se segue que todos os mundos religiosos e políticos estejam condenados a repetir os mesmos erros. Alguns dos que conheço melhor, quando não teimam em fechar-se dentro dos seus fantasmas e ilusões, dispõem de grandes fontes de transformação do indivíduo e da sociedade. Não cabem neste espaço as provas históricas de verdadeiras e falsas reformas nas igrejas cristãs. São memórias de santos, de mártires e déspotas.
2. Morreu o Cardeal Martini e António Marujo já evocou a sua memória neste jornal. Seria insignificante dizer que é uma memória incómoda para muitos, por razões diversas. Dizem uns que era um disfarçado lobo na Igreja católica, opondo-se em diversas tomadas de posição às modificações que João Paulo II e Bento XVI introduziram para corrigir os desmandos abertos pelo Vaticano II. Agora, terá de prestar contas a Deus. Para outros, foi sempre alguém que desejava reformas na Igreja, que iam além do Vaticano II, mas só as formulou, de modo frontal, quando já eram a voz de um velho aposentado e doente. Não as fez quando podia desencadear, no interior das estruturas eclesiásticas, mudanças que dizia urgentes, pois “a Igreja está atrasada 200 anos”. Outros ainda acrescentam: mais vale tarde do que nunca.
É evidente que preferimos projectar nos outros aquilo que nos compete dizer e fazer. Dou graças a Deus por esta grande figura. Espero que se acabe com anátemas contra aqueles que sustentam aquilo que o cardeal Martini, na última fase da sua vida, defendeu e reprovou ou, então, que haja a coragem de o declarar herege e cismático. Sei que já Cristo se queixava do costume de, primeiro, matarem os profetas e, depois, levantarem-lhes monumentos, sem deixarem de repetir o crime.
Não tenho nenhuma receita para as reformas que julgo urgentes. O tempo não espera sentado. Quando forem reconhecidas, poderá ser irremediavelmente tarde.
Alexandre Soares dos Santos, numa entrevista a Ana Bela Mota Ribeiro, deixou cair alguns “pingos amargos” sobre uma questão sentida por muitos: “por que é que a Igreja é tão lenta a reformar-se? São coisas que discuto com o bispo D. Manuel Clemente. Por que é que não se devem admitir mulheres padres? Por que é que a Cúria Romana é constituída por uns tipos que têm 80 anos, que não sabem nada da vida, que estão ali fechados?”
3. Participei, em Agosto, na paróquia de Ribeira Seca (Madeira), na celebração, impressionante de beleza e verdade, do 50º aniversário da Ordenação Sacerdotal do padre José Martins Júnior, uma figura polémica incontornável da Igreja da Madeira e da intervenção cívica e política a favor dos oprimidos. Esteve sempre atento à parábola de Jesus que não aguenta a exibição do luxo perante a miséria do pobre, seja onde for.
Nasceu no Machico em 1938. Foi ordenado por D. David de Sousa a 15 de Agosto de 1962. Foi professor no Seminário Menor, pároco de Porto Santo, coadjutor da Sé do Funchal, capelão militar em Moçambique. Voltou à Madeira em 1969, como pároco da Ribeira Seca.
Depois do 25 de Abril, foi deputado na Assembleia Legislativa Regional como independente, nas listas da UDP. Em 1977, é suspenso “a divinis” pelo bispo D. Francisco Santana, sem processo canónico formado. Em 1980, recandidata-se e é eleito novamente deputado. Presidiu à Junta de Freguesia de Machico. Em 1985, a Igreja da Ribeira Seca foi tomada de assalto, por 70 polícias armados, a pedido do governo e da diocese, mas também sem qualquer mandado judicial e sem processo formal. Presidente municipal de Machico, por duas vezes. Recebeu, em 1995, das mãos do Presidente da República, Dr. Mário Soares, as insígnias de Comendador, no Dia de Portugal. Deputado à Assembleia Legislativa Regional, como independente, nas listas do PS, até 2007. Deu, então, por terminada a sua actividade política activa.
Continua a exercer o sacerdócio, em consonância com o povo sediado na Ribeira Seca, numa igreja e residência feitas exclusivamente a expensas da população local.
Recolho estas breves referências de um livro, Olhares Múltiplos sobre um Homem de Causas, com textos de amigos e admiradores, a começar por um, muito belo, de Mário Soares, apresentado na igreja da Ribeira Seca, por Anselmo Borges, de forma brilhante.
As celebrações desenvolveram-se ao longo de uma semana, porque a cronologia que apresentei pode dar a ideia de uma figura só política e eclesiástica, mas o padre Martins Júnior é, em tudo, um grande homem de cultura, da música e do teatro, um pedagogo de jovens e crianças, para que a memória viva de Jesus Cristo seja uma fonte permanente de recriação da Igreja e da sociedade.
O direito absoluto é o direito a ter direitos, seja na sociedade seja na Igreja. É um absurdo eclesiástico continuar a não os reconhecer ao padre Martins Júnior.
in Público 9 de Setembro

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL/2013, MEUS AMIGOS!

Feliz noite de Natal, meus amigos(as).

POBREZA E MISÉRIA EM PORTUGAL!


partilhou uma ligação através de Público.
há cerca de uma hora



Em média 300 mil clientes da EDP sofrem cortes. Como fazem os que ficam sem luz?
www.publico.pt
O frio lá fora, uma sala aquecida, luzes de Natal a piscar na árvore. Para muitos portugueses a noite de Natal não será assim.

POEMA DE NATAL DO NOSSO VITORINO NEMÉSIO






Poema de Natal de Vitorino Nemésio-in www.viciodapoesia.com


Natal Chique



Percorro o dia que esmorece

Nas ruas cheias de rumor;

Minha alma vã desaparece

Na muita pressa e pouco amor.



Hoje é Natal. Comprei um anjo,

Dos que anunciam no jornal;

Mas houve um etéreo desarranjo

E o efeito em casa saiu mal



Valeu-me um príncipe esfarrapado

A quem dão coroas no meio disto,

Um moço doente, desanimado…

Só esse pobre me pareceu Cristo.





http://www.vicioda.com


poesia.com/




www.vicio

BOM DIA , MEUS BONS AMIGOS(AS), COM VOTOS DE ALEGRIA, SAÚDE E PAZ!

PORTUGAL EM NOVA DITADURA???????????


Polícia levantou 60 autos por protestos no Parlamento mas DIAP não diz o que fez com eles


MARIA LOPES

23/12/2013 - 07:32


Os protestos dentro da Assembleia da República são punidos com pena de prisão até três anos. Partidos da maioria querem que Assunção Esteves tome uma posição mas a oposição defende que se mantenham as regras actuais.




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TÓPICOS

Parlamento
PSP
Protestos
Crise


A PSP identificou e levantou 60 autos a cidadãos desde o início do ano por desacatos nas galerias da Assembleia da República. Remeteu-os ao Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, mas a Procuradoria-Geral da República não diz o que fez com eles. O caso do empresário de Leiria, Ivo Margarido, que foi interrogado na passada semana é o único conhecido.

O comando distrital de Lisboa da PSP confirmou ao PÚBLICO que identificou formalmente este ano, até 6 de Dezembro, 60 pessoas por perturbação dos trabalhos no plenário da Assembleia da República. Em 2012 apenas identificara uma. Os autos de notícia decorrentes desta identificação formal foram enviados ao DIAP de Lisboa, mas esta entidade, questionada pelo PÚBLICO, remeteu para a Procuradoria-Geral da República que, apesar da insistência, não quis explicar o que sucedeu às seis dezenas de participações, inclusive se existem processos de averiguações. Porém, também não seria necessário ter um auto para que o Ministério Público actuasse, já que se trata de um crime público contra o Estado. O Código Penal criminaliza os “tumultos, desordens ou vozearias” que perturbem ilegitimamente o funcionamento da Assembleia da República com pena de prisão até três anos.

Ivo Margarido é, para já, o único que terá sofrido consequências, talvez por se tratar de uma reincidência. O empresário, a quem foi aplicado o termo de identidade e residência, interpelou ruidosamente Passos Coelho no plenário em Maio e Junho e foi retirado à força das galerias, o que além do crime de tumulto acresce o de resistência às forças de segurança – o que raramente tem acontecido com outros manifestantes. Essa agravante pode ser punida com pena de prisão até dois anos ou multa de 240 dias. Ivo Margarido estará também indiciado por coacção contra um órgão constitucional, mas este crime implica violência ou ameaça de violência, e é punido com pena de prisão de um a oito anos.

A lei portuguesa é das mais pesadas a punir desacatos contra órgãos constitucionais, nomeadamente parlamentos, entre a dezena de países do estudo que a presidente da Assembleia da República encomendou. Em Espanha, quem injuriar gravemente o Senado e o Congresso sujeita-se a uma pena de multa de 12 a 18 meses. Se perturbar o plenário será uma pena de prisão entre seis a 12 meses, e sobe para três a cinco anos se usar de violência ou intimidar um deputado. No Bundestag alemão, os distúrbios são punidos com multas até 5000 euros ou pena de prisão até quatro anos.

Pressão da maioria
O PÚBLICO apurou que as bancadas da maioria têm pressionado a presidente da Assembleia da República para que tome uma posição clara sobre o aumento exponencial dos protestos nas galerias - que pode passar por criar uma espécie de cadastro e que impeça os reincidentes de entrar no Parlamento durante algum tempo, entre meses ao resto da legislatura - mas Assunção Esteves tem adiado o problema. Apelou aos partidos que reflectissem sobre o assunto, o que foi visto como um pedido indirecto para que algum avançasse com uma proposta legislativa. Depois, Assunção Esteves pediu o estudo comparado sobre as regras noutros parlamentos. Entretanto, também foi alertando indirectamente o Ministério Público, afirmando que estes desacatos nas galerias são crime público, não precisam de queixoso. Até agora, Assunção Esteves não terá sido ouvida nem dentro nem fora da Assembleia.

No final de Maio, num dos debates ouviu-se barulho nas galerias quando discursavam deputados da maioria e gestos de aplausos silenciosos quando a oposição falava. Deputados do PSD e do CDS deixaram no ar que os cidadãos estavam na galeria dos convidados pela mão da oposição, que protestou. Passos Coelho, depois de interrompido, haveria de atribuir a alguns “agentes políticos” a intenção de passar a imagem de “quanto pior melhor”, numa alusão a manobras políticas nestes protestos.

Em imagens de diversos protestos há de facto cidadãos com o cartão azul ao peito, o que indica que estão ali como convidados, normalmente dos partidos. Carlos Zorrinho, o anterior líder da bancada socialista conta que depois desse episódio houve uma “sensibilização” por parte de Assunção Esteves para que os partidos soubessem de antemão a composição de todos os grupos que entravam no Parlamento com convites partidários e para que as regras de comportamento fossem divulgadas.

A “condescendência” do juiz

Cantar a Grândola, Vila Morena, aplaudir, gritar “ladrões”, “assassinos”, “demissão”, desdobrar cartazes com palavras de ordem, lançar cópias de notas de euro, de bilhetes de identidade, de cartões de cidadão e papelinhos coloridos, colocar narizes de palhaço, trajar de negro, atirar sandálias ou levantar-se e virar as costas, em silêncio, aos deputados – tem valido tudo nos últimos meses para protestar nas galerias do Parlamento e interromper deputados, mas sobretudo o chefe do Governo e o vice-primeiro-ministro, entre outros governantes.

Há uns dias, numa sessão plenária com pouco interesse mediático e com as galerias quase vazias, Alfredo de Abreu, um antigo motorista dos CTT, levantou-se, desdobrou a t-shirt vermelha que escondera na barriga (não se pode levar malas, sacos ou carteira e telemóvel para as galerias) onde se lia uma mensagem contra a privatização da empresa e a subconcessão dos estaleiros de Viana. Como de costume, foi prontamente levado por um polícia até à saída, onde foi identificado. A todos os elementos da PSP ia pedindo, sucessivamente “desculpe, sim? Desculpe!”. Afinal, não era nada contra eles, justificava-se, com um sorriso tímido.

Estava nervoso, contava depois, já na rua, ao PÚBLICO e por isso nem se lembrava que quando o polícia o puxara, agitava a camisola para um fotógrafo. Pedira, nessa manhã, a t-shirt no sindicato, e vinha com ela fisgada, apesar de ser a primeira vez que se manifestava tão activamente – nem à mulher tinha contado. Almoçara um bitoque mas não tocou em álcool, “para não dizerem que vinha bêbedo”. Pela identificação é que não esperava. “O que é que me vão fazer agora? Será que me levam a tribunal? Acho que o juiz tem uma condescendência para isto. Não chamei nomes, não interrompi, não bati nem matei ninguém”, ia-se desculpando Alfredo de Abreu. Afinal, “isto é a casa do povo, temos que vir cá falar porque isto está mal à brava”, justificava-se.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

LEMBRAM-SE DO TEMPO EM QUE CAVACO -MINISTRO, MANDOU NÃO PLANTAR AS VINHAS???????????????


partilhou o vídeo de SIC Coimbra.
29/4

Dia da Produção Nacional
Vinho alcançou o maior valor de sempre nas exportações

OS PORTUGUESES TÊM OS SALÁRIOS MAIS BAIXOS E A VIDA MAIS CARA DA EUROPA...


partilhou o vídeo de SIC Coimbra.
30/4

Aumento de combustíveis.
Aumento de combustíveis.

OS PORTUGUESES A FAZEREM A VONTADE AO DESGOVERNO E A MORREREM COMO MOSCAS NAS ESTRADAS...OUTRA FORMA DE SUICÍDIO, DAS OUTRAS DE QUE NINGUÉM FALA NAS NOTÍCIAS...


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há 5 horas
Operação Natal da GNR já registou sete mortos e 21 feridos graves nas estradas

Mais em: http://bit.ly/1fUOU6E


bit.ly
sicnoticias.sapo.pt
Sete mortos, 21 feridos graves e 195 ligeiros é o balanço dos 604 acidentes registados pela GNR durante a Operação Natal/Ano Novo, cuja primeira fase se iniciou às 00:00 de sexta-feira e que termina às 24:00 de dia 26.



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há 5 horas
Operação Natal da GNR já registou sete mortos e 21 feridos graves nas estradas

Mais em: http://bit.ly/1fUOU6E

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sicnoticias.sapo.pt
Sete mortos, 21 feridos graves e 195 ligeiros é o balanço dos 604 acidentes registados pela GNR durante a Operação Natal/Ano Novo, cuja primeira fase se iniciou às 00:00 de sexta-feira e que termina às 24:00 de dia 26.

GUINÉ -BISSAU: UM "ESTADO GANG"


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há 2 minutos
Investigação guineense conclui que ministro do Interior exigiu embarque dos imigrantes sírios

Vídeo: http://bit.ly/1ciiGBP

bit.ly
sicnoticias.sapo.pt
O ministro guineense do Interior demissionário António Suka Inchama esteve hoje à tarde a ser ouvido no Ministério Público em Bissau sobre o caso dos sírios que viajaram para Lisboa com passaportes falsos. A audição aconteceu depois de divulgados os resultados da Comissão de Inquérito ao caso que re...

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há 5 horas

«Eles mostram que é possível ter sucesso lá fora sendo português»
www.tvi24.iol.pt
Conselho da diáspora portuguesa reunido

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há 11 segundos

Primeiro, fazem-nos fugir a sete pernas da miséria e do roubo...depois, fazem-lhes este tipo de pedidos... Bem se vê que não conhecem os emigrantes portugueses... ELES NÃO FALAM MAL DE PORTUGAL! FALAM MAL DA CACA DA VOSSA FALTA DE INTELIGÊNCIA E COMPETÊNCIA, POIS DE "PORTUGAL" NINGUÉM FALA MAL, DOUTO CÉREBRO!
Cavaco pede aos emigrantes para falarem bem de Portugal
www.tvi24.iol.pt
Recado dado no Conselho da Diáspora dirige-se «em particular àqueles portugueses que alcançaram um lugar de destaque nos países onde exercem as suas atividades»

O Natal: através de www.portal.ecclesia.pt



Natal
(Do lat. = nascimento). 1. O mistério do Natal. Trata-se da vinda ao mundo e aparecimento entre os homens do Verbo Divino incarnado para salva­ção de todos. Rigorosamente, o momen­to da entrada do Filho de Deus na his­tó­ria dos homens deu-se com o SIM dito pela Virgem Maria aquando da *Anun­ciação, que a Igreja celebra a 25 de Março, nove meses antes do Natal; e a sua apresentação oficial ao povo de Deus fez-se por altura da *Circuncisão, quando lhe foi dado o nome de *Jesus. Por isso, o novo ano começa (a 1 de Ja­neiro) na oitava do Natal, com festa hoje consagrada liturgicamente à Ma­ter­nidade divina da Virgem Maria. 2. O facto histórico. Segundo a tradição captada por S. Lucas (2,4-7), o nascimento de Jesus aconteceu em Belém de Judá, a terra do rei David, de cuja linha­gem era José, o esposo de Maria. O nascimento terá ocorrido no ano 6 ou 7 a.C. O início da era cristã, fixado por Dionísio, o Exíguo (c. sécs. V-VI), foi mal calculado, pois sabe-se que o rei Herodes morreu no ano 4 a.C. Quanto à data tradicional de 25 de Dezembro, já adoptada em Roma no ano 336, terá sido escolhida como forma de substituir, por uma festa cristã, a festa pagã do Natalis Solis Invictis, instituída pelo impe­rador Aureliano, em 274, celebrada no Solstício de Inverno, 9 meses depois do Equinócio da Pri­ma­vera, a 25 de Março, segundo o Calen­dário Juliano. Na Igreja do Oriente, o Natal, como manifestação ou “Epifa­nia” de Jesus, celebra-se no dia 6 de Ja­neiro; e mesmo hoje, em alguns países, como a Espa­nha, é neste dia que se trocam as prendas de Natal. 3. Celebração litúrgica. Depois da Páscoa, que celebra o mistério da Redenção, o maior dia festivo do *Ano Litúrgico é o Natal. A sua cele­bração é preparada pelo tempo do *Ad­vento, polarizado pela figuras bíblicas de Isaías, João Baptista e Ma­ria, adensando-se nos dias 17 a 24; e prolonga-se pelo tempo do Natal até ao domingo a seguir à Epifania. Parti­cula­ridade do Natal é a de, no seu dia, se poderem cele­brar (com intenção livre) três missas: a da Meia-Noite ou do Galo (desde o séc. V), a da Aurora (desde o séc. VI) e a do Dia (a que primeiro foi instituída, no séc. IV). Modernamente, foi acrescentada mais uma, para a celebração vespertina do dia 24. Excep­cio­nal­men­te, pode juntar-se o Ofício das Horas à missa da Meia-Noite. Nas missas de Natal, às palavras do Credo “E incarnou…”, todos se ajoelham. A sole­ni­dade do Natal tem oitava, ao longo da qual se celebram várias festas com ele relacionadas: Sto. Estêvão (1.º mártir), S. João Evangelista (o discípulo pre­di­lecto), os Santos Inocentes e, no do­min­go (ou dia 30), a festa da Sagrada Famí­lia. Na oitava celebra-se a solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, come­çan­do o novo ano sob a protecção de Nossa Senhora. No dia 6 de Janeiro (e, em Por­tu­gal, no domingo entre os dias 2 e 8) celebra-se a solenidade da *Epifania ou manifestação de Jesus aos gentios re­pre­sentados pelos Magos do Oriente. O Tempo do Natal termina com a celebração do Bap­tismo do Senhor (no do­mingo depois de Epifania). A festa da Apresentação do Senhor, de temática relacionada com o Natal, faz a transição para a Páscoa, pela profecia de Simeão sobre o que Maria havia de sofrer pelo seu Filho. 4. O Natal na piedade popu­lar. O Na­tal goza de grande popularidade, por focar Jesus Menino no am­bien­te fami­liar. São tradições ligadas ao Advento a coroa de ramos com quatro velas que se vão acendendo sucessiva­m­en­te nos quatro Do­min­gos deste tem­po; a novena do Natal, que se deve enquadrar no espírito dos dias 17 a 24, em que, nas Vésperas, se cantam as antífo­nas maiores ou do “Ó”, que deram o nome a N.ª Sr.ª do Ó (Senhora da Ex­pec­ta­ção ou do Bom Sucesso); e a pre­pa­­ração próxima do Natal. Com o Natal inauguram-se o *presépio e a *árvore do Natal armados nas igrejas, ca­sas, mon­tras de estabe­le­ci­mentos e até nos largos das povoa­ções. Na noite de Natal é costume reu­nirem-se as famílias para a ceia de alegre convívio, a que não devem faltar a evocação do Natal, e os tradicionais pratos, doces e bolos, o que contribui para o estreitamento dos laços familia­res. A festa da Sagrada Família é também oportunidade para uma liturgia doméstica. Na noite de passagem do ano, celebra-se, em muitos lugares, o “mistério do tempo”, com exposição do SS. Sacramento e orações de agradecimento pelo passado e súplica de bênção para o futuro. No dia 1, formulam-se votos de bom ano e, desde de 1967, cele­bra-se o Dia Mundial da Paz. Na Epifania, conforme as regiões, faz-se o anúncio das festas do ano, trocam-se presentes, procede-se à bênção das ca­sas… Pasto­ral­mente tudo se deve fazer para contrariar a tendência para a paganização do Natal, com a figura exó­tica do Pai Natal (corrupção da figu­ra da S. Nicolau) e a transformação des­te santo tempo em época de intensa pro­mo­ção comercial. Embora já fora do tem­po do Natal, está muito ligada ao mis­tério do nascimento de Jesus a festa da *Apresentação do Senhor (2 de Fe­vereiro) com a procissão das velas, bên­ção das mães e bênção dos nascituros. (Cf. DPPL 96-123).


© Paulinas


Os novos emigrantes portugueses: jovens, Licenciados, que os portugueses, com os seus impostos ajudaram a formar, fogem de Portugal, a um ritmo assustador, porque as políticas do desgoverno são no sentido de "roubar" as pensões aos idosos e não de ter estratégias para o desenvolvimento da Economia!


Assim desce o número de desempregados, nos Centros de Emprego.
Entre 100 a 120 mil portugueses emigraram este ano, diz Governodinheirodigital.sapo.pt
Entre 100 a 120 mil portugueses saíram do país este ano, uma emigração «bastante alta», mas que se manteve estável devido à falta de emprego nos outros países, estimou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, (ver o site indicado na notícia)

Poema de José Régio (1901-1969), "LITANIA DE NATAL"-(in Net)















LITANIA DO NATAL





A noite fora longa, escura, fria.
Ai noites de Natal que dáveis luz,
Que sombra dessa luz nos alumia?
Vim a mim dum mau sono, e disse: «Meu Jesus…»
Sem bem saber, sequer, porque o dizia.

E o Anjo do Senhor: «Ave, Maria!»

Na cama em que jazia,
De joelhos me pus
E as mãos erguia.
Comigo repetia: «Meu Jesus…»
Que então me recordei do santo dia.

E o Anjo do Senhor: «Ave, Maria!»

Ai dias de Natal a transbordar de luz,
Onde a vossa alegria?
Todo o dia eu gemia: «Meu Jesus…»
E a tarde descaiu, lenta e sombria.

E o Anjo do Senhor: «Ave, Maria!»

De novo a noite, longa, escura, fria,
Sobre a terra caiu, como um capuz
Que a engolia.
Deitando-me de novo, eu disse: «Meu Jesus…»

E assim, mais uma vez, Jesus nascia.

José Régio

domingo, 22 de dezembro de 2013

POEMA:







POEMA : DE UM SOPRO (LXXI)


IN MEMORIAM
ANNE FRANK



De um sopro…
-----------------------------------meus olhos castanhos acendem-se
-----------------------------------na luz de um súbito Verão
-----------------------------------num canal, em AMESTERDÃO.

----------------------------------.raízes de árvores despontam
----------------------------------e entram vigorosas pelo poema-dor.

Grossas, imensas, inusitadas, atormentam lexemas na alma de um escritor.

De um sopro…
------------------------------------a Natureza lacrimeja o frio
-------------------------------------da noite, no orvalho deslizante
-------------------------------------das verdes folhas , a renascer,
-------------------------------------longe do rosto-mártir,
------------------------------------nos canais de AMESTERDÃO.
------------------------------------a linguagem verde das folhas e flores
------------------------------------incendeia-se, como uma infiltração
------------------------------------musical, ao som do Diário dum canal.

De um sopro…
------------------------------------os olhos das árvores, na linguagem
------------------------------------do pranto,
------------------------------------encontram-se na pureza do rosto
------------------------------------de ANNE FRANK!
------------------------------------e há comboios lotados
------------------------------------a deslizar pela neve…
------------------------------------ corpos tristes, desmaiados
------------------------------------de auras de ancestralidade,
------------------------------------ sentem –se já condenados
------------------------------------a um destino selvagem.


De um sopro… choro lágrimas de fel!
E o Tempo-do-não-Mundo da barbárie total
ficou suspenso num-Tempo-sem-Tempo…
Ali…num trágico Portal…


NOTA: em memória de ANNE FRANK, a mulher-menina que não pôde ser Quarto -Crescente
de uma Lua destroçada ,porque vermelha de ensanguentada!
(Maria Elisa Ribeiro)


Marilisa Ribeiro- CQ16/FEV/013