quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

PORTUGAL CORRUPTO!

Mais mil milhões para o Montepio. Tudo graças ao delinquente financeiro Tomás Correia que fez do Banco um albergue de patifes. (Joana Amaral Dias)

Feliz Dia de Sol, meus bons amigos!


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

POEMA REGISTADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

É OUTONO
Sente-se que vem chegando o crepúsculo da terra.
O sol, lentamente, vai dando notícias da diminuição dos seus raios de luz e calor.
A Natureza esforçou-se tanto desde o último Outono
que é, novamente, hora, de entrar em repouso e de rejuvenescer para
acolher a vida que nos oferece o pão das searas de grão, os frutos e os vinhos sãos.
Ao longe, um sopro de vento faz decrescer os últimos raios de sol
e anuncia que as nuvens e os dias mais frescos vão voltar.
Tudo amarelece e as folhas das fartas e ramalhudas árvores
caem , impiedosamente, pelo chão, pelos atalhos, pelas matas
onde, por norma das estações, costumamos passear.
O sol deixa-nos muito mais cedo, convida-nos ao recolhimento
e sentimos que a falta de luz e calor arrefece nas veias cheias de amor.
Dias mais curtos e mais escuros em que o tempo mais frio tudo desnuda…
…mesmo aquilo a que o verão deu vida a cantar e a queimar. Mais assíduo e pertinaz
é o vento que nos deixa a face lívida e o corpo a gelar.
Até nossas palavras recolhem e se acalmam
esperando por momentos melhores
para surgirem rompantes por entre os dedos do poeta
Como elas, sentimos que mudamos.
O relógio do corredor é sempre o mesmo que vamos, de soslaio, olhando.
O tempo é sempre igual…não para nem sofre alterações…
É o poeta que as sente…sua pele vai ficando mais seca e rugosa…
…sua face menos jovem tal como as mãos com que escreve.
O TEMPO, esse, voltará a ser o que foi e é, sem se incomodar com as Estações!
Maria Elisa Ribeiro
OUT/019
Bom dia, meus amigos! Lindo dia de sol!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

sábado, 1 de fevereiro de 2020

LEIA, POR FAVOR!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Sobre este site
LEONOR INSEGURA
*o coração vive em ti
meu Outro-Sempre que não vivi
*árvore ave vento
água e luz
escrevo o canto
veia artéria
do fruto da semente
do ventre que me Nasceu
*obscuro silêncio
das palavras com que falo Mãe
*o tempo ofendeu nossa Beleza
*tua nona sinfonia
não a ouvi
com clareza
*não soube mostrar-te
o Mundo-em- Mim
e vou para a fonte
da insegurança-de-Tudo
o que não me cabe nas mãos
*derredores
dos arredores
de ti
fonte-vida-seca-rica
(divina fragilidade)
*leonor fermosa
não segura
das pensativas flores
na cromática melancolia
do acaso-no-ocaso
*permanente-migração-peregrinação
eu, leonor insegura,
desposo Mãe-Poesia
…ordem na desordem
de uma humana disforia
Maria Elisa Ribeiro
Jan/014-foto Net
Em O Citador:
Cultura
Penso que a Cultura da nossa época tende muito a ser uma espécie de reserva cultural. Faz-se um Centro Cultural, chama-se um bom arquitecto, põe-se lá quadros bonitos e coisas bonitas... Depois, à roda, é a construção do pato bravo: é uma caricatura cultural. A Cultura é uma coisa que, ou está na mentalidade e na vida, ou não está em parte nenhuma. Não é um objecto de museu, é qualquer coisa de estrutural na vida humana.
Entrevista de Sophia de Mello Breyner a Vida Mundial
Sobre este site
NATGEO.PT
O testemunho de um sonho cor-de-rosa nas margens da Ria de Aveiro.
A Serra da Estrela recebeu o maior nevão do ano nas últimas horas
Nesta investigação, o Sexta às 9 mostra-lhe provas de maus tratos num lar de idosos que escapam ao controlo da Segurança Social. No lar de São José da Santa Casa de Valpaços, no norte do país, durante meses a fio um casal de idosos de cerca de 90 anos foi alvo de um tratamento totalmente desumano.
RTP.PT
Nesta investigação, o Sexta às 9 mostra-lhe provas de maus tratos num lar de idosos que escapam ao controlo da Segurança Social e que são muito mais frequentes do que possa imaginar. É isso que garantem aqueles que lidam com esta realidade dramática.

Bom dia, meus amigos, com Foto de Pinterest!