sábado, 7 de abril de 2018

POEMA ao povo mártir da SÍRIA e outros sítios de HORROR------OBRA REªªªªªªª!!!!!









POEMA:
"IN MEMORIAM"
Síria e outros horrores

SEM VIDA…

Há um mundo impronunciável
onde os horizontes são da cor do sangue
derramado pelas cidades…pelas ravinas…
…pelas estradas de pó e pedras…
…pelos jardins-que-lá-não-existem

É o mundo onde morreu a alegria saudável
da gravidez do mar,
do voo das gaivotas de carne e osso e onde
os pássaros vomitam fogo e morte…
e os búzios morrem nas areias do deserto,
nas suas casas-sacrários-violados, a fugirem da música
oposta à estridência do cristal ,
que adorna de luz e cor
a Alma de uma qualquer catedral

É o Mundo
onde a luz desfigurada
perdeu o eixo da Linguagem da Paz*
* onde os Poemas não podem viver-mais-que-chorar,
as Vidas amortalhadas-das-crianças-a-nascer*

*É o Mundo abominável onde as flores têm medo de aparecer,
em-primaveras que-até-podem-não-acontecer*

Maria Elisa Ribeiro
ABL/018

OS (ALEGADOS...) corruptos, ladrões e o do meio ainda por cima acusado de ter matado, no Brasil(alegadamente...) ,a Senhora Feteira.


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15 h ·




Famosos condenados à prisão continuam de férias
Várias figuras bem conhecidas dos portugueses foram condenadas pelos tribunais, mas encontram-se ainda de… férias. Os tribunais estiveram fechados até agora e só o fim das férias judiciais vai…
TUGA.PRESS

Do cientista António Damásio

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14 h

Obra REGªªªªªªª








Poema :

DE UM SOPRO…

…um poema enfrenta o mundo carcomido de tédio.
…nele, sinto a memória engalanar-se na recordação
da música do sol de Capri,
onde areias ondulantes das brisas de mar
temperam os sorrisos das humanas incertezas …

De um sopro,

… voam gaivotas a romper as nuvens brancas da ilha azul
de mar temperado pelo sopro dos deuses,
enquanto o poema sorri do tormento do vento
que não vence a luz do sol,
e ouve a música-natura do meu claro-escuro-sopro-poético, 
em frenética ânsia de sonho…

De um sopro,
… o pôr do sol deita-se a meu lado
impelido pela força do rebentar da noite…
...respiro a aragem envelhecida do dicionário
que expele lexemas dourados
a suspirar liberdade… 

…e meus dedos acariciam sua pele macia de poema que anseia ultrapassar
promontórios fragmentados de sonhos-a-pretender-viver.

De um sopro, 
cai a noite, enfim…Tiro a máscara da dúvida
e ouço a música do mar revolto a cantar pigmentos de sereias...
... a-passear-no-dorso-do-meu-poema.

Maria Elisa Ribeiro

NOV/013 —

Feliz Fim de semana, amigos!

Bom dia e feliz fim de semana!
(Foto Pinterest)

quinta-feira, 5 de abril de 2018

BBC

BBC News
5 h
A handwritten note inserted in the eye socket revealed his identity.

BBC

BBC News
3 h
Saudi Arabia's first cinema in more than 35 years is opening this month... with a trip to Wakanda.

BBC

BBC News
2 h
"I woke up over a week ago now and am glad to say my strength is growing daily" — Yulia Skripal.

Do nosso Alçada Baptista


De Alçada Baptista, in O Citador, Net:
"Acho que a grande criatividade é aquela que soubermos pôr nos nossos actos: fazer da nossa vida uma obra de arte: pôr na nossa vida a nossa individualidade mais identificada e com um verdadeiro sentido estético na relação com os outros e com o mundo, é a nossa grande criação."
O Riso de Deus

Poema do nosso António Ramos Rosa





De António Ramos Rosa, in O Citador:

Vive-se Quando se Vive a Substância Intacta
Vive-se quando se vive a substância intacta
em estar a ser sua ardente harmonia
que se expande em clara atmosfera
leve e sem delírio ou talvez delirando
no vértice da frescura onde a imagem treme
um pouco na visão intensa e fluida
E tudo o que se vê é a ondeação
da transparência até aos confins do planeta
E há um momento em que o pensamento repousa
numa sílaba de ouro É a hora leve
do verão a sua correnteza
azul Há um paladar nas veias
e uma lisura de estar nas espáduas do dia
Que respiração tão alta da brisa fluvial!
Afluem energias de uma violência suave
Minúcias musicais sobre um fundo de brancura
A certeza de estar na fluidez animal


António Ramos Rosa, in "Poemas Inéditos"

Bom dia, meus amigos!


quarta-feira, 4 de abril de 2018

Oh Freedom! - The Golden Gospel Singers (Lyrics in Description)

Oh Freedom! - The Golden Gospel Singers (Lyrics in Description)

50 anos depois do assassinato de MARTIN LUTHER KING




Tenho um sonho  que algum dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado da sua crença. "Afirmamos que estas verdades são evidentes; que todos os homens foram criados iguais".
Esta frase é da autoria de Thomas Jefferson e se encontra na Declaração de Independência. Ao fazer esta citação, Martin Luther King pretende chamar a atenção para o fato de que a sociedade americana não estava a viver de acordo com essa afirmação e que muitas pessoas sofriam por causa da desigualdade e discriminação.
Tenho um sonho que algum dia nas montanhas rubras da Geórgia os filhos de antigos escravos  e os filhos de antigos donos de escravos poderão sentar-se à mesa da fraternidade.
Martin Luther King nasceu no Estado da Geórgia, que é bastante conhecido pelo solo vermelho (com argila), e onde existiam várias pessoas que possuiam escravos.
Tenho um sonho que  algum dia o estado do Mississipi, um estado sufocado pelo calor da injustiça e opressão, será transformado num oásis de liberdade e justiça.
Além de ser um estado muito quente no âmbito de temperatura, Martin Luther King faz uma associação com o calor da injustiça, porque naquela altura o Mississipi era um dos estados mais racistas.
Tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos viverão um dia em uma nação onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Tenho um sonho hoje.
Esta afirmação é provavelmente a mais famosa de todo o discurso. Martin Luther King teve quatro filhos: Yolanda, Dexter, Martin e Bernice. O sonho que é revelado neste discurso tinha em vista uma mudança na sociedade para o benefício das gerações futuras, onde estão incluídos os filhos do Martin Luther King.
Tenho um sonho que algum dia o estado de Alabama, onde existem racistas maldosos e onde os lábios do governador pronunciam palavras de interposição e nulificação, um dia lá no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas, como irmãos e irmãs. Tenho um sonho hoje.
O Governador do estado do Alabama na altura era George Wallace, um reconhecido encorajador da segregação entre raças e feroz opositor do movimento dos direitos civis.
Tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, todas as colinas e montanhas serão niveladas, os lugares acidentados se tornarão planos, e os lugares tortuosos serão endireitados, e a  glória do Senhor será  revelada,  e todos os seres a verão, juntamente.
Martin Luther King era cristão, tendo sido pastor de uma Igreja Batista. Assim, este parte do seu discurso é baseada na passagem bíblica que se encontra em Isaías 40:4-5.
Esta é nossa esperança. Esta  é a fé com a qual regresso ao sul. Com esta fé seremos capazes de extrair da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé  poderemos transformar as dissonantes discórdias da nossa  nação em uma linda sinfonia de irmandade. Com  esta fé poderemos trabalhar juntos, orar juntos, lutar juntos, ir para a prisão juntos, defender a liberdade juntos, sabendo  que algum dia seremos livres.
A fé, um tema muito importante na vida cristã é mencionado também neste discurso. Martin Luther King tinha convicção que mesmo no meio desta situação difícil, era possível ter esperança num futuro melhor, e que a fé poderia unir as pessoas e ajudá-las a conquistar a liberdade.
Esse será o dia quando todos os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado: "Meu país é teu, doce terra de  liberdade, de ti eu canto. Terra onde morreram meus pais, terra do orgulho dos peregrinos, de cada montanha que ressoe a liberdade".
Neste momento, o discursante menciona uma conhecida canção patriótica intitulada "My Country 'Tis of Thee" e que fala sobre ideais americanos como a liberdade. Martin Luther King quer dizer que os valores mencionados nessa canção ainda não era vividos na plenitude naquela sociedade.
E se a América for destinada a ser uma grande nação isto deve se tornar realidade. Que a liberdade ressoe nestes prodigiosos planaltos de New Hampshire. Que a liberdade ressoe nestas poderosas montanhas de New York. Que a liberdade ressoe nos elevados Alleghenies da Pensilvânia!
Que a liberdade ressoe nos nevados cumes das montanhas Rockies do Colorado!
Que a liberdade ressoe nas encostas curvas da Califórnia!
Não somente isso; que a liberdade ressoe na Montanha de Pedra da Geórgia!   
Que a liberdade ressoe na Montanha Lookout do Tennessee!
Que a liberdade ressoe em cada colina e cada pequena elevação do Mississipi.
De cada lado da montanha, que a liberdade ressoe.
Martin Luther King continua usando a noção de "ressoar da liberdade" que faz parte da canção patriótica mencionada anteriormente. Neste momento, são mencionados vários elementos naturais dos Estados Unidos, expressando a importância de ver a liberdade a ser vivida em todo o país.
Quando isto acontecer, quando permitirmos que a liberdade ressoe, quando a deixarmos ressoar em cada vila e cada aldeia, em cada estado e cada cidade, seremos capazes de apressar o dia quando todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, com certeza poderão dar as mãos e cantar nas palavras da antiga canção negra: "Finalmente livres! Finalmente livres! Louvado seja Deus, Todo-Poderoso, estamos  livres, finalmente!"
O discurso termina com uma referência a uma canção tradicional negra que expressa a importância da liberdade para as pessoas de todas as classes, raças e religiões.

O MACHISMO, segundo Miguel Esteves Cardoso!




Um texto engraçado de Miguel Esteves Cardoso, in O Citador:

O Machismo Português e as Traições Amorosas
Na gíria portuguesa, os palitos são a versão económica, e mais moderna, dos cornos. Os cornos, à semelhança do que aconteceu com os automóveis e os computadores, tornaram-se demasiado volumosos e pesados para as exigências do homem de hoje. Daí a crescente popularidade dos mais portáteis e menos onerosos palitos. Contudo, visto que se vive presentemente um período de transição, em que os novos palitos ainda se vêem lado a lado com os tradicionais cornos, continuam a existir algumas sobreposições. Uma delas, herdada do antigamente, deve-se ao facto dos palitos não se saldarem numa diminuição proporcional de sofrimento. Ou seja, não dão uma mera dor de palito — dão à mesma, incontrovertivelmente, dor de corno. Não é mais carinhoso, por isso, pôr os «palitos» a alguém — continua a ser exactamente o mesmo que pôr os outros.

Tudo isto vem a propósito da forma atípica, entre os povos latinos, que assume o machismo português. Não se trata do machismo triunfalmente dominador, género «Aqui quem manda sou eu!», do brutamontes que não dá satisfações à mulher. Não — o machismo português, imortalizado pelo fado «Não venhas tarde», é um machismo apologético, todo «desculpa lá ó Mafalda», que alcança os seus objectivos de uma maneira mais eficaz. É, de facto, o machismo que, não só dá satisfações, como vive delas.

O machismo português é o machismo, não da força masculina, mas da fraqueza. Não consiste no homem armar-se em agressor, mas em vítima. O logro é este: o homem apresenta-se sempre à mulher como vítima da natureza «de homem», dele. Ser homem, para o machista português, é ser essencialmente fraco. É um não-ser-capaz de resistir às tentações; um envergonhado «já sabes como é, filha» que serve para legitimar todos os privilégios de que goza (aos quais chama «deslizes»). À mulher não se admitem estes abusos — os copos, as entradas às tantas da manhã, os romances — porque o homem português considera a mulher um ser superior. Como é superior — mais forte, mais séria, mais responsável, mais ajuizada — não tem, muito simplesmente, direito a nada.

O homem trata-a como se trata um deus. Julga que ela sabe tudo e, mesmo quando ele lhe mente, sabe que ela não se convence. Pensa também que ele pode tudo e é daqui que vem o medo enorme que lhe tem. E, tal como se faz com um deus, ele peca e pede perdão, mas sem perdoar em troca — porque um deus, por definição, não pode pecar. Se acaso uma mulher não corresponde a este comportamento divino, é logo considerada uma desgraçada, uma meretriz, uma sem-vergonha. Em suma: no fundo, uma criatura tão baixa e desprezível como um homem.

Logo, é a inferioridade do homem — infinitamente confessada, declarada e propagandeada — que lhe impõe o direito de pecar e ser perdoado, e a superioridade da mulher que lhe confere a obrigação de perdoar. O homem, no machismo português, é pouco mais que uma pilha imponente e irresistível de vulnerabilidades. As outras mulheres atraem-no sempre contra vontade, e ele, coitado, não se consegue defender e vai-se instantaneamente abaixo. Como cantava o Carlos Ramos «Tu sabes bem que eu vou para outra mulher, que eu só faço o que ela quer...». A mulher, cheia de uma compreensão indistinguível da santidade, vê-o da janela, coração a sofrer de amor e de piedade, e apenas lhe pede («com carinho») que não venha tarde, «sabendo que ele vem sempre mais tarde». É este o machismo estritamente português, a meio-caminho entre o «Desculpem qualquer coisinha» e o «Era uma vez um rapaz». Nunca diz, à castelhana, «Quero e posso!»; nem disfarça, à italiana, dizendo «Posso mas não quero». Não. Diz, muito à portuguesa «Não quero, mas o que é que tu queres?, é o que posso...». O homem português nunca tem culpa. Arrepende-se sempre, mas não tem culpa porque não consegue deixar de fazer (por muito que não tente) as coisas que lhe apetece imenso fazer. A mulher, em contrapartida, tem quase sempre culpa. Tem, por exemplo, a culpa de atrair o homem, não porque o queira atrair (o querer ou não é irrelevante), mas, simplesmente, porque é mulher, e ele é homem, e não há absolutamente nada a fazer...

O machismo português não é afirmativo e orgulhoso frente à mulher. É um machismo conjuntivo — «Eu bem gostaria de ser fiel, mas...», ou «Eu bem gostaria de passar mais tempo em casa, mas...», ou ainda «Eu bem gostaria de não ser como sou, mas...». É esse «mas» que torna o machismo português diferente — não é tanto de macho como de «mas», não é tanto um autêntico machismo como um masismo. Ele não é senhor do seu destino, como ela é do dela (e do dele). As coisas acontecem-lhe, ele bem tentou; foi uma coisa que lhe deu, ele nem sequer deu por ela, e, pronto, «o que é que tu queres, filha?», aconteceu...

A relação entre o homem português e a mulher é vista (pelo homem), como a relação que tem cada um com a sua consciência. E, ao passo que cada um pode andar na boa vai-ela (e depois penitenciar-se), o mesmo não se imagina (nem consente!) à consciência. E, o mais engraçado de tudo, é que a mulher que «sabe tudo», até isto sabe. Ou seja: sabe perfeitamente que esta do «Tu sabes bem...» é pouco mais que uma excelente treta que os homens propagam para poderem pensar que se divertem mais do que as mulheres. O que torna a mulher portuguesa ainda mais superior. Claro.

Tudo isto para regressar, sem dor, à questão dos palitos. A tese central, criação única do machismo português, é esta: É muito fácil pôr os palitos a um homem (basta a mulher olhar para outro), mas é quase impossível pôr os palitos a uma mulher (porque nunca se consegue enganar a consciência). Um homem pode ser, por dá-cá-aquela-palha, um «corno manso», o que é muito pior que ser um corno selvagem ou só semicivilizado. Mas não existe, na língua, correspondência para o sexo feminino. Os palitos são uma coisa terrível que as mulheres podem pôr aos homens mesmo sem chegar a pô-los; mas que os homens nunca podem pôr às mulheres, por muito que lhos ponham. Nesta vantajosa lógica, bastante mais complexa e respeitosa do que aquela que anima outros machismos menos atlânticos, se encontra a alegria e a tristeza do autêntico macho português — aquele que vem sempre mais tarde, mas cada vez mais cabisbaixo.

Miguel Esteves Cardoso, in 'A Causa das Coisas'

De um amigo Brasileiro...

Mauro Curty partilhou uma ligação.
12 h
“Dane-se o torcedor, vamos garantir o nosso. É melhor um na mão que dois voando” Segundo a FIFA uma frase que vai doer no coração dos brasileiros apaixonados…
SEMPREQUESTIONE.COM|POR CONSPIRAÇÃO GLOBAL
De um amigo brasileiro

POEMA:OBRA REGªªªªªªªª











UM POUCO ALÉM-DO-ALÉM





Assustam-me os vazios que me cercam

e tentam agarrar os dias em que ME-VIVO!

Umas vezes, estou com eles-não-estando…

outras vezes, apanham-me passeando, errante como Cesário,

e nesses instantes sei ,

que estou sempre um-pouco-MAIS-ALÉM-DO-ALÉM.

Nos vazios que me cercam, retalhos de uma passada manta colorida,

sobressaem, como faces de uma donzela, os momentos das trovas

cantadas sobre o leito matrimonial

dos grandes cabelos lavados na fonte…





Vogam ondas sem águas nesse espaço original…

ondas de quentes matrizes…

ondas de amor e ardor, que

alimentam os gelos das cantigas do matagal.





Fixando-o-mar-em-MIM, vejo, por dentro das veias ,

o perfil dos meus Vazios,

escurecido pelas barcas que

partiram de Portugal ,

deixando na água o sangue-cheiro-a-mágoa,

derramado num qualquer areal.

Meus assustadores vazios de penitência andam à minha volta,

perdem-se com os ares dos ventos nas copas entrelaçadas

que Cesário não viu, mas que continuam presentes, a meu lado,

na poesia antiga-recente do meu CONTÍNUO Passado,

um pouco-ALÉM-DO-ALÉM…





FEV/018

Maria Elisa Ribeiro

Bom dia, meus amigos! (Foto Pinterest)