segunda-feira, 2 de maio de 2016

Lusibero tem página no facebook:












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Bom dia e feliz semana, amigos de Lusibero!


Do Filósofo Agostinho da Silva



De Agostinho da Silva , in O Citador

"Escolher a Felicidade
Nem paz nem felicidade se recebem dos outros nem aos outros se dão. Está-se aqui tão sozinho como no nascer e no morrer; como de um modo geral no viver, em que a única companhia possível é a daquele Deus a um tempo imanente e transcendente e a dos que neles estão, a de seus santos. Felicidade ou paz nós as construímos ou destruímos: aqui o nosso livre-arbítrio supera a fatalidade do mundo físico e do mundo do proceder e toda a experiência que vamos fazendo, negativa mesmo para todos, a podemos transformar em positiva. Para o fazermos, se exige pouco, mas um pouco que é na realidade extremamente difícil e que não atingiremos nunca por nossas próprias forças: exige-se de nós, primacialmente, a humildade; a gratidão pelo que vem, como a de um ginasta pelo seu aparelho de exercício; a firmeza e a serenidade do capitão de navio em sua ponte, sabendo que o ata ao leme não a vontade de um rei, como nos Descobrimentos, mas a vontade de um rei de reis, revelada num servidor de servidores; finalmente, o entregar-se como uma criança a quem sabe o caminho. De qualquer forma, no fundo de tudo, o que há é um acto de decisão individual, um acto de escolha; posso ser, se tal me agradar, infeliz e inquieto."


Agostinho da Silva, in 'Textos e Ensaios Filosóficos'

Poesia de Manuel António Pina



De Manuel António Pina, in Net

O Lado de Fora
Eu não procuro nada em ti,
nem a mim próprio, é algo em ti
que procura algo em ti
no labirinto dos meus pensamentos.


Eu estou entre ti e ti,
a minha vida, os meus sentidos
(principalmente os meus sentidos)
toldam de sombras o teu rosto.

O meu rosto não reflecte a tua imagem
o meu silêncio não te deixa falar,
o meu corpo não deixa que se juntem
as partes dispersas de ti em mim.

Eu sou talvez
aquele que procuras,
e as minhas dúvidas a tua voz
chamando do fundo do meu coração.

Manuel António Pina, in “O Caminho de Casa”

domingo, 1 de maio de 2016

Boa noite, amigos de Lusibero!(Foto google)


UM BURRO COM MANIAS....



"Passos Coelho teima em tratar o Presidente por Dr Rebelo de Sousa, parecendo querer ignorar que o Presidente é professor catedrático e ele um licenciado à pressa e sem brilho. Mas o facto é que o Presidente Marcelo anda feliz e fala cada vez mais. Em contraponto, Passos Coelho anda triste e fala cada vez menos. Entre um e outro António Costa sorri e fala só o suficiente. É a vida!" (Da Net)



Passos Coelho: ‘O Presidente da República irradia felicidade’
A entrevista tem lugar na sede do PSD, na Rua de S. Caetano à Lapa, numa sala de aspecto clássico, com gravuras antigas nas paredes. Passos Coelho chega com meia…
SOL.PT|DE JORNAL SOL

ELE TEM QUE SER OBRIGADO A PAGAR O QUE NOS ROUBOU!!!!


partilhou a publicação de Maria Maria.
2 min ·



É PRECISO FAZÊ-LO PAGAR O QUE ROUBOU!!



‎Maria Maria‎ para QUE SE LIXE A TROIKA - QUEREMOS AS NOSSAS VIDAS - a Luta vai Continuar
1 h ·



Que Justiça seja feita!!! Obriguem-no a repôr o que gamou!!!



PJ investiga rasto de 24 milhões de euros a partir de escutas telefónicas de Paulo Portas - Vais...
PJ investiga rasto de 24 milhões de euros a partir de escutas telefónicas de Paulo Portas o polémico concurso de dois submarinos adquiridos pelo Estado
VAISAMAR.INFO

O DOENTE MENTAL NÃO PERDE A "DOR DE COTOVELO"!

Desporto:



Jornal de Notícias partilhou uma ligação.
14 h ·



As fotos da vitória do Sporting no Dragão
JN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP

In www.jn.pt____O 1º de Maio


Opinião
1.º de Maio

Manuel Carvalho da Silva01 Maio 2016 às 00:00





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Jovem aos 40

Manuel Carvalho da Silva01 Maio 2016 às 00:00





A cartilha teórica e a ação do neoconservadorismo e do neoliberalismo que vão subjugando as pessoas e as sociedades alimentam-se muito de dois fatores: (i) um exercício permanente de apagamento da memória a partir de releituras de factos e contextos históricos, para nos parecerem novas as velharias que causaram dor e repúdio; ii) a apresentação das suas propostas como únicas, convidando assim os seres humanos a submeterem-se, a distanciarem-se da responsabilidade de pensarem livremente, de democraticamente construírem caminhos alternativos.

Quando, há 130 anos, os trabalhadores de Chicago e os seus dirigentes foram massacrados por reivindicarem 8 horas de trabalho diário e o início do reconhecimento de direitos essenciais que hoje qualquer "liberalão" diz não pôr em causa, já décadas de humilhações e sofrimento haviam sido impostas. E um penoso caminho iria ser percorrido até que, em 1944, se plasmasse o compromisso universal de que "o trabalho não é uma mercadoria" (Declaração de Filadélfia). Só muito lentamente, em particular ao longo do século XX, se foram instituindo (o que não significa prática imediata) os direitos a um horário de trabalho de 8 horas diárias, a salário efetivo, à eliminação do trabalho infantil, a proteção mínima para as mulheres, ou o reconhecimento do Direito do Trabalho como ramo específico do Direito, da liberdade sindical e do papel indispensável da negociação coletiva. A proteção na maternidade ou na doença, o reconhecimento de direitos sociais fundamentais, do direito ao trabalho, a proteção no desemprego, a igualdade entre homens e mulheres e muitos outros, surgiram muito mais tarde.

Já no século XIX os patrões e a maior parte dos governantes bradavam contra os "trabalhadores malandros" e contra os sindicatos e diziam que era preciso "sacrifício" para as empresas serem competitivas. E juravam que melhorariam os salários logo que houvesse mais riqueza para distribuir. Mas as condições de vida dos trabalhadores e dos povos só melhoraram com a luta, depois de muita repressão, de horrores e guerras que podiam e deviam ter sido evitados.

Quando em 1919, no rescaldo da I Guerra Mundial, foi criada a Organização Internacional do Trabalho ficou vincado que a guerra tinha surgido no contexto de uma sociedade profundamente injusta, em resultado da exploração desmedida do trabalho, e que essa injustiça era a maior ameaça à paz. Por isso, o compromisso para que governos, patrões e sindicatos participassem, em pé de igualdade, nessa importantíssima organização mundial que havia de ser referência para a constituição da ONU (nela se integrando) e para a formulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Os direitos dos trabalhadores e o movimento sindical são património inalienável das sociedades modernas e democráticas. Na emergência de uma nova era, seria dramático se, apesar do extraordinário avanço do conhecimento, das tecnologias, da automação, da capacidade incomparável de se criar riqueza e a poder distribuir melhor, nos deixássemos embalar pelas cantilenas que nos conduzem ao retrocesso.

Chega de mentiras! Os trabalhadores portugueses e as suas famílias fizeram sacrifícios em nome de melhores condições para as gerações futuras e quais os resultados? Os milhares de milhões de euros que saíram do trabalho para o capital desaguaram na criação de emprego ou no aumento das fortunas de alguns, escondidas em offshore? A imposição de baixos salários e precariedades aos trabalhadores mais jovens é para os ajudar? A diminuição do investimento cria emprego no futuro? A destruição de atividades produtivas favorece a quem? Menor investimento na saúde, no ensino, na proteção social beneficia gerações futuras? Então não é uma evidência que a emigração empobrece e incapacita o país?

Neste Dia do Trabalhador, com a memória projetada para o futuro, com responsabilidade, vamos manifestar-nos, exigindo trabalho digno e justa distribuição da riqueza.
CONTINUAR A LER



Leia mais: 1.º de Maio http://www.jn.pt/opiniao/carvalho-da-silva/interior/1o-de-maio-5152047.html#ixzz47OmiXbWq
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"Uma Polícia única?" Ler a entrevista completa em www.publico.pt


ENTREVISTA
“Não estão criadas condições para a polícia única”


SÃO JOSÉ ALMEIDA , NUNO RIBEIRO e PEDRO SALES DIAS

30/04/2016 - 08:03


Na GNR, o caminho natural é que um dia sejam os seus próprios oficiais a dirigir o corpo, em detrimento dos generais do Exército, diz a Ministra da Administração Interna.



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Ministério da Administração Interna
Constança Urbano de Sousa

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Portugal vai "continuar a ter um sistema dual de polícias, ou mesmo de multipolícias", diz a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa. A polícia única "é uma questão antiga, quase para um milhão de dólares", ironiza.

Haverá, na GNR, o avanço simbólico de promoção de oficiais da Guarda para as chefias do corpo, em detrimento dos militares do Exército?
A ascensão dos oficiais da Guarda ao topo da hierarquia é uma questão antiga que tem de ser concretizada porque, entretanto, temos no seio da GNR uma massa crítica e um número suficiente de oficiais que já estão em condições, ou poderão estar, a breve trecho, de assumir o comando da sua corporação, tal como aconteceu com a PSP.

Qual o feedback que tem dos generais do Exército sobre esta matéria?
É uma realidade à qual não podemos fugir. Não tive nenhum feedback dos generais do Exército sobre este assunto, mas penso que é o processo natural dentro da própria GNR. A partir do momento em que existem oficiais que nasceram, foram criados na GNR, o caminho natural é que um dia sejam eles a estar em melhores condições para poder gerir a instituição a que pertencem, porque é sua. Estou convencida de que, então, haverá um grande salto qualitativo na GNR porque, no seu topo, teremos pessoas que conhecem em profundidade a missão da GNR, que, pese embora a matriz militar dos seus membros, é de força de segurança, de polícia, não é uma missão de defesa nacional.

Que pensa fazer para melhorar as relações entre PSP, GNR e PJ? Vê possível a integração destas três forças?
A questão que coloca é extremamente difícil, antiga, quase para um milhão de dólares. Está a colocar a questão da polícia única. Independentemente da opinião pessoal que tenha, reconheço que ainda não estão criadas as condições no país para equacionar essa possibilidade. Portanto, vamos continuar a ter um sistema dual de polícias, ou mesmo de multipolícias.

A Lei de Segurança Interna tem quase 30 anos e há uma multidão de forças policiais com tutelas dispersas, quase um emaranhado...
É verdade, essa é a nossa realidade. Temos de dar o salto qualitativo em frente, que é pôr essas polícias a colaborar umas com as outras, baseado no princípio da confiança mútua, que é a pedra-de-toque para ter um sistema de segurança interna mais eficiente e haver uma coordenação entre todas. As relações têm de ser fomentadas, acarinhadas, desenvolvidas com o tempo. Mas estão criadas as condições para que as polícias dêem esse passo de, diria, maturidade.

Nesse processo, haveria a formação conjunta de oficiais da GNR e PSP?
A formação é um passo muito importante, independentemente das forças e serviços de polícia a que pertencem. Não só por a formação ser comum, mas também pelo convívio directo. Estas forças são compostas por homens e mulheres que necessitam de criar laços de alguma cumplicidade, cada um nas suas competências. A formação conjunta seria um instrumento impulsionador dessa maior confiança mútua.

Tem conhecimento de que na GNR e na PSP os agentes com mais autos passados têm maior pontuação nas avaliações?
A velha questão da caça à multa. Esse não pode ser o único critério de avaliação. Os autos de contra-ordenação podem ser um medidor da actuação de um polícia ou da sua proactividade policial. Se as polícias não fiscalizarem nunca as estradas, é claro que poderá haver uma série de transgressões que nunca serão autuadas. E isso também não é desejável, por uma razão muito simples: é necessário implementar as normas que estão no terreno. Penso que não existe esse prémio de carreira, porque tenho visto muitas pessoas que nem sequer estão no serviço operacional, ou seja, não estão nas multas ou no trânsito e que têm sido promovidas com avaliações excelentes. Fazem outro tipo de serviço. Serviço de policiamento de proximidade, escola segura, e que não estão ali para autuar.


Um chip que ataca o cancro no sítio certo


SIBILA LIND

29/04/2016 - 12:12




0:09



Robert Langer é finalista da 11.ª edição do Prémio Europeu do Inventor 2016, na categoria de Países não-Europeus. O investigador americano desenvolveu um método de tratamento do cancro localizado, através de um ou vários chips que são inseridos no local exacto do tumor. Ao contrário das substâncias administradas por injecções ou medicamentos, o efeito deste método é mais eficaz e não interfere com os outros órgãos. A substância que os chips libertam pode ainda ser controlada, o ideal para quimioterapias de longa duração.

Dois cientistas portugueses, Elvira Fortunato e Rodrigo Martins, estão entre os finalistas do prémio, na categoria de Investigação. Os 15 finalistas do Prémio Europeu do Inventor são provenientes de 13 países e as invenções “cobrem uma área vasta de áreas tecnológicas, nomeadamente a segurança automóvel, a bioquímica, a comunicação, o ambiente, a electrónica ou a nutrição. Os vencedores são conhecidos a 9 de Junho, numa cerimónia em Lisboa.

Morreu Paulo Varela Gomes: Editorial de "Público", em www.publico.pt


EDITORIAL
Paulo Varela Gomes


DIRECÇÃO EDITORIAL

30/04/2016 - 21:55







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Paulo Varela Gomes


Eram da exacta dimensão deste texto, as crónicas que Paulo Varela Gomes escrevia para o PÚBLICO, primeiro no P2, depois na revista de domingo. Agora que, infelizmente sem surpresa, fomos confrontados com a notícia da sua morte, é a lembrança delas que primeiro nos assalta, conduzindo-nos através das palavras (que, junto com as ideias, como bem lembra António Guerreiro, “foram as suas armas poderosas”) à pessoa do seu autor. E é uma memória viva, essa, a que Paulo Varela Gomes deixa. São raros os que, como ele, abarcam com segurança várias áreas do conhecimento, discorrendo sobre elas de forma ardorosa, inteligente e lúcida. Daí que, em muitos momentos, quando aqui no jornal se falava de determinado tema, surgisse com naturalidade o seu nome. Era ele a pessoa certa para escrever sobre aquilo. E, nas crónicas ou fora delas, quer escrevesse sobre história, pintura, fotografia, arquitectura ou até, por exemplo, sobre um romancista de aventuras – como Emílio Salgari (1862-1911), que ele lera sofregamente na juventude –, a sua escrita tinha um traço distintivo, uma fala própria, que exprimia (voltando a António Guerreiro) “com uma perícia e um júbilo inauditos”. Por altura da sua Última Aula, em Dezembro de 2012, quando se aposentou, destacou Jorge Figueira nas páginas do PÚBLICO o seu papel na crítica de arquitectura, com um inequívoco elogio: “Merece um reconhecimento nacional, e internacional, alargado e formal, que lhe tem escapado.” Mas esse ano, 2012, tinha sido o da descoberta do cancro, em Maio, precisamente o mês que agora recomeça já sem ele. O que tinha a dizer sobre a doença e a forma como a encarou e desafiou, a ponto de planear um suicídio a que renunciou, deixou-o exemplarmente escrito no texto Morrer é mais difícil do que parece, publicado em 2015 na revista Granta e agora abundantemente citado. Mas não era a morte que o ocupava, “essa Senhora de Negro” com a qual imaginariamente dialogou e disso deu conta na escrita; era a vida. A que encontrava na natureza, na arte, sobretudo na pintura, que preferia à fotografia por razões que explicou na crónica Um sopro de vida (2013): porque a fotografia é “um instrumento histórico e uma certidão de óbito” e uma pintura permite “contemplar o ‘milagre’ levado a cabo pela mão e o espírito humanos, o milagre de rivalizar com a realidade invisível.” Este outro ‘milagre’ conseguiu-o ele também nos seus imensos escritos, muitos deles inesquecíveis, nas palavras com que foi combatendo a morte. Por isso ela não o derrotou, mesmo no
fim.

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Público
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Petróleo no Algarve? "Não", respondem autarcas, ambientalistas, empresários, cidadãos e estrangeiros.



Uma concessão polémica uniu o Algarve contra o petróleo
A perspectiva de prospecção e exploração de petróleo dentro de zonas protegidas gerou uma aliança inesperada na região entre autarcas, ambientalistas,…
PUBLICO.PT

FELIZ "Dia da Mãe", mulheres de todo o mundo!

Poema de Eugénio de Andrade (1923-2005), in O Citador
Poema à Mãe


No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"

Feliz 1º de Maio, amigos!

MULHER-MAIO
Bom dia minha amiga digo em Maio
és uma rosa à beira dum tractor
neste campo de Abril onde não caio
a nossa sementeira já deu flor.
Bom dia minha amiga eu sou um gaio
um pássaro liberto pela dor
tu és a Companheira donde saio
mais limpo de mim próprio mais amor.
Bom dia meu amor estamos primeiro
neste tempo de Maio a tempo inteiro
contra o o tempo do ódio e do terror.
Se tu és camponesa eu sou mineiro.
Se carregas no ventre um pioneiro
dentro de ti eu fui trabalhador.
José Carlos Ary dos Santos

sábado, 30 de abril de 2016

Boa noite, amigos de Lusibero! Happy 1st of May!




BBC News
3 h ·


At least seven people are known to have died.



Search for building collapse survivors in Nairobi
BBC.IN

MARTE!!!!!!!!



Jornal de Notícias partilhou uma ligação.
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NASA divulga vídeo a 360 graus da superfície de Marte
JN.PT|DE GLOBAL MEDIA GROUP

In www.jn.pt: artigo de opinião

A geringonça e a caranguejola

A geringonça e a caranguejola

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Nova tragédia no mar



Dezenas de migrantes naufragaram no Mediterrâneo
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