sábado, 30 de maio de 2015

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De la rébellion houthiste aux tensions régionales : comprendre le conflit au Yémen

LE MONDE | 29.05.2015 à 15h55 • Mis à jour le 29.05.2015 à 16h03 | Par Donald Walther, Véronique Malécot, Flavie Holzinger et Hélène Sallon


Durée : 04:56 | Images : Le Monde

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Le conflit au Yémen oppose depuis plusieurs mois les rebelles houthistes aux partisans du président en fuite, Abd Rabo Mansour Hadi. Dans ce contexte, les bombardements aériens conduits par l’Arabie saoudite et ses alliés, les enjeux religieux entre chiisme et sunnisme et la présence importante d’Al-Qaida enveniment chaque jour davantage une situation particulièrement complexe. Voici quelques clés pour mieux comprendre le conflit yéménite.

LE MONDE

Poema.



POEMA




BREVES

Mar atlântico
janela aberta para horizontes perfumados,
distantes, desconhecidos.
Lembrança marinha, que ressuscita séculos passados
de fortes sargaços nas velas enredados
e sonhos de antevéspera em empedradas partidas.


Não mais vidas perdidas
nos cais das despedidas…

Léguas de lágrimas na espuma das ondas repartidas
____________________________caem nas folhas de um laranjal
____________________________do espaço casa-matriz-nacional.

Gotas húmidas de pérolas- poemas!
Cristais de lexemas de corais-poemas!
Sílabas de versos feridos eternos
a embalar a lua que se estende
brilhante, por sobre-o-mar-Adiante…

Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
AGOSTO/014







( blog: http://lusibero.blogspot.pt




facebook:https://www.facebook.com /mariaelisa.ribeiro.75?fref.nf)

Poema de Álvaro de Campos ( Fernando Pessoa), in Pesquisa Net



Poema de Álvaro de Campos(Fernando Pessoa), in Net

Poema em linha recta

Fernando Pessoa
(Álvaro de Campos)


Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza."

Os versos acima, escritos com o heterónimo de Álvaro de Campos, foram extraídos do livro "Fernando Pessoa - Obra Poética", Cia. José Aguilar Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 418.

De Guerra Junqueiro, poeta e pensador português (1850-1923), in Net



De Guerra Junqueiro (1850-1923), in Net

"Um Povo Resignado e Dois Partidos sem Ideias
Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. [.]


Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.

A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.

Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar. "...

Guerra Junqueiro, in 'Pátria (1896)'

Obra de Mestre Guilherme D'Almeida...


foto de Guilherme D'Almeida.
18 h ·



Quadro cubista de Mestre Fraguial, Guilherme D'Almeida , baseado no meu poema "NOITE DESCALÇA"!


Guilherme D'Almeida‎Maria Elisa Ribeiro


THE NIGHT COMETH
(Based on a poem "NOITE DESCALÇA", from
Maria Elisa Ribeiro)
70x50 cm (2015)
Acrylic on canvas
Geometric abstraction
Painted by FRAGUIAL-

www.fraguial.webnode.com

http://sitiodoartistacom/fraguial

NOITE DESCALÇA
. a noite desce a fechar , lentas, as pálpebras ensonadas


. o crepúsculo chega tão rápido que não tem tempo para
pensar, seja na luz, seja nas trevas, do dia a esmorecer


. como é habitual, a noite chega a dançar descalça…


. bate palmas com as mãos feitas de estrelas
e vai alojar-se debaixo das árvores e das flores do quintal


.passou o dia nas asas dos pássaros
a abrir rotas de nuvens.


.passou nos lagos do mar e
espalhou sons de flautas nas colinas verdes
suspensas da geografia do sol


.tão numerosas como as minhas palavras,
viajaram nela as andorinhas com cheiro a suco de rosas,
latejando aromas de pólen criador


.o dia passa…a noite vem…

eu-estou-comigo-
-sem-saber-com-Quem…


Maria Elisa Ribeiro
NOV/014




Blog http:// lusibero.blogspot.pt




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Perante o mistério do Mundo...Bom dia, meus amigos de lusibero!


Cat Stevens: Morning has broken! Good Morning, friends!

sexta-feira, 29 de maio de 2015

BENFICA VENCEU A TAÇA da LIGA!


Boa noite , meus amigos de Lusibero! Tenham um feliz fim de semana!


CURDISTAN IN THE PORTUGUESE TV! HONOUR TO YOU, CURDI PEOPLE!

FROM CURDISTAN.

ABOUT CURDISTAN...

Lusibero no Facebook!

https://www.facebook.com/mariaelisa.ribeiro.75

Sobre o meu livro, apresentado em Dezembro!


partilhou a sua foto.
3 h ·



O meu livro , apresentado nesta data( 13 de Dezembro de 2014), continua a ser-me pedido por amigos leitores. Os pedidos devem ser dirigidos à Pastelaria Studios Editora, com página no Facebook, onde estão os números de telefone de contacto, bem como os emails da Editora.
A todos os amigos leitores, o meu abraço de gratidão pelo apreço em que a obra está a merecer!

(Este cartaz de Apresentação foi elaborado pelo "Criativo" da Escola Profissional Vasconcellos Lebre, sob a Direcção do Dr. Nuno Canilho)

Boa tarde ,meus amigos!


CURDISTÃO!



Adorei ver esta Reportagem da Sic sobre o Curdistão. Conhecia pouco, quer do País, quer da luta que trava ,contra o EI. O Mundo deve apoiar o heroísmo deste POVO!


Curdistão - a luta contra o "Estado Islâmico"
O "Estado Islâmico" já controla um terço do Iraque e metade da Síria. Contudo, no norte do Iraque, no Curdistão, há um exército que tem conseguido travar a ofensiva.
SICNOTICIAS.SAPO.PT

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Boa noite, amigos de lusibero!(foto google)


From BBC News


Loretta Lynch: The woman who took on Fifa

4 hours ago
From the sectionEurope
US Attorney General Loretta Lynch vowed to "root out misconduct" in world football

Fifa in crisis
Why so long for Swiss Fifa probe?
Chuck Blazer: Fifa 'supergrass'
Fifa scandal 'a disaster' for sponsors
Fifa corruption claims: Key questions answered

As the dust began to settle on Wednesday's blockbuster indictments against nine Fifa officials and five corporate executives, one person emerged as the face of a long and complicated criminal investigation.

And when the time came to announce the charges, Loretta Lynch did not mince her words. The United States attorney general said officials at football's world governing body had engaged in "rampant, systemic, and deep-rooted" corruption.

After just a month in the job, Ms Lynch had landed an enormous punch. Suddenly her face was on TV screens and newspaper pages around the world. The Department of Justice would, she vowed, "root out misconduct" and "bring wrongdoers to justice".

It was an extraordinary statement of intent from a woman whose nomination as attorney general had been frustrated for nearly six months as Republican senators blocked her appointment. And it was the payoff for an investigation she had spearheaded for years.
Dreams of Harvard

Born in 1959 in North Carolina, with the odds stacked against her, Ms Lynch harboured a dream of graduating from Harvard. "As a child she was very inquisitive," her father Lorenzo told the BBC earlier this month. "She asked questions of everybody and about everything."

Her dream became a reality in 1981 when she earned a first class degree in English literature, before switching to law. She joined New York law firm Cahill Gordon and Reindel in the mid-1980s and was appointed as a prosecutor for the city's Eastern District in 1990. Nine years years later, she was US attorney for the district.

It was in Ms Lynch's first year as district attorney that she caught her first really high-profile case. Abner Louima, a Haitian, was beaten and sexually assaulted by police officers. Amid a storm of public outrage, she prosecuted the officers involved, one of whom was sentenced to 30 years in prison. On one day, she had to be escorted out of the courtroom by US marshals for her own safety.

Ms Lynch left the US Attorney's office in 2001 to become a partner at Hogan and Hartson law firm, where she remained until 2010 when President Barack Obama nominated her to return to her previous job as US attorney for New York's Eastern District.

Then in November 2014, Mr Obama nominated her for US attorney general. "If there's an American dream story, Loretta Lynch is it," said Democrat senator Chuck Schumer at the time.
Taking on Fifa

In was in her role as district attorney that her involvement in the Fifa investigation began. Over the course of five years in Brooklyn - during which she weathered criticism for striking a deal with HSBC that spared the bank from criminal charges over money laundering - a case against the football officials was pieced together.

"We always knew it was going to be a very large case," Ms Lynch told the New York Times.

Veins in the network of Fifa corruption alleged by Ms Lynch ran through meeting rooms in the Eastern District and through banking systems across the country, the Department of Justice said. Working with the Federal Bureau of Investigation (FBI) and Internal Revenue Service (IRS), Ms Lynch used those connections to the US to bring Wednesday's long-awaited indictments.

After years of investigating, she stood up at a press conference in New York on Wednesday and boldly accused Fifa officials of "abusing their positions of trust to acquire millions of dollars in bribes and kickbacks". It was an extraordinary blow against an organisation that is alleged to have got away with bribery and corruption for more than two decades.

"The pantheon of world soccer has a new hero," said Politico's Tunku Varadarajan. "To the names of Pele, Maradona, Cruyff and Messi, add another: Loretta Lynch. The US attorney general, confirmed by the Senate just three weeks ago by the most un-soccer-like score of 56-43, is destined to go down as the most consequential woman in the history of the game."

Football fans around the world "should salute her", said BBC sports correspondent Matt Slater.

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Sur le Genocide , au RUANDA. (Dans "Le Monde. fr)



ENQUÊTE
Rwanda : comment le génocide est enseigné à l’école

Par Pierre Lepidi (envoyé spécial à Kigali, Rwanda)

Le Monde.fr Le 28.05.2015 à 15h35 • Mis à jour le 28.05.2015 à 18h55


image: http://s1.lemde.fr/image/2015/05/28/768x0/4642788_6_8113_deux-jeunes-rwandais-lors-des-commemorations_f0f3eab1c8e23f4e691f6f60fc9ca277.jpg

Sensible et délicate, la leçon ravive des douleurs profondes que le temps ne permet pas toujours d’apaiser. Elle touche au plus intime, anime parfois des rancœurs. « Je me souviens bien des cours que j’ai eus sur le génocide, raconte Alex, un étudiant de Kigali âgé de 23 ans, dont les parents et une partie des frères ont été tués. C’était un moment difficile, important. Il y avait le silence dans la classe. Ensuite, nous avons pu poser toutes les questions que nous voulions au professeur. »

Quand un enseignant rwandais enseigne les mécanismes du génocide, qui a fait 800 000 morts essentiellement Tutsis entre avril et juillet 1994, il doit expliquer comment la folie meurtrière alimentée par la haine ethnique a conduit des voisins à tuer leurs voisins, des amis à massacrer leurs amis. Dans le cas de mariages mixtes entre Hutus et Tutsis, la cruauté a aussi forcé des conjoints à se « découper » entre eux à la machette.

Vingt et un ans après cet enfer, il y a quasiment dans chaque salle de classe des descendants de rescapés assis à côté d’autres de tueurs. Au nom de l’unité et de la réconciliation qui est exhortée par le gouvernement, ils vivent ensemble. Dans ce pays grand comme l’Auvergne et peuplé d’environ 12 millions d’habitants, toutes les familles – surtout en zones rurales – se connaissent et se croisent chaque jour.
« Une famille qui ne parle pas, ment »

« Les élèves rwandais souhaitent comprendre les raisons qui ont conduit à ce qui s’est passé, assure Jean Damascène Bizimana, directeur de la Commission nationale de lutte contre le génocide. Ils cherchent des explications. Ils veulent savoir comment cela a été planifié, comprendre le rôle des différents acteurs : colonisateur, politique… Ils ont soif d’apprendre l’histoire du Rwanda. »

L’école n’est évidemment pas le premier contact que les jeunes ont avec le sujet. Les premiers récits, les premiers détails, viennent toujours du cercle familial. « Un proverbe rwandais dit : « Une famille qui ne parle pas, ment », indique Assumpta Mugiraneza, historienne et sociologue. Le génocide est constamment présent au milieu de nous et hante chaque famille. Il est présent dans tous les interstices de la société. »

Chaque année, entre le 7 avril et le 4 juillet, le Rwanda organise des commémorations. A la télévision ou sur des panneaux en centre-ville de Kigali, la capitale, on peut voir une flamme grise stylisée avec ce mot : « Kwibuka » (souviens-toi, en kinyarwanda, la langue nationale). Mais comment l’aborder en classe ? Comment expliquer à des enfants pourquoi leur oncle ou leur père a violé des dizaines de femmes ? Comment justifier l’injustifiable, comme l’histoire de cette voisine qui a tué ses propres enfants en les jetant contre un mur ?
« Il n’y a pas d’ethnie au Rwanda ! »

Le génocide est entré dans les programmes scolaires en septembre 1996, soit deux ans après la fin des massacres. « Il est expliqué à des enfants âgés de 11-12 ans dans le cadre des Social Studies [études sociales], raconte Jeanne D’arc Baranyizigiye, chargée de l’élaboration des programmes d’histoire au sein du ministère de l’éducation. Ce qui est expliqué aux élèves, c’est qu’il n’y a pas d’ethnie au Rwanda ! Les colons belges ont instauré ces différences, ces ethnies pour nous diviser et pouvoir mieux régner. Ici, nous partageons tous la même langue, la même culture et le même territoire. »

L’enseignement étant chronologique, le chapitre sur le génocide vient après celui sur l’indépendance, obtenue au Rwanda en 1962. Les manuels pédagogiques fixent plusieurs objectifs à l’enseignant. Dans la partie concernant le génocide, ils sont au nombre de six :
Au terme du chapitre, l’élève doit être capable de :
1) Expliquer la signification des termes « génocide » et « massacres à grande échelle ».
2) Expliquer les causes du génocide rwandais : mauvaise gouvernance, mauvaise politique, impact de la colonisation.
3) Expliquer les conséquences du génocide ; beaucoup de pertes humaines, de dégâts économiques, nombre important de veuves et d’orphelins…
4) Expliquer comment le génocide a été résolu : la fin des hostilités obtenue grâce au FPR [le Front patriotique rwandais, le parti présidentiel de Paul Kagamé]
5) Décrire le processus de réconciliation : il est fondé sur la justice, a pour but l’unité nationale et la réconciliation. C’est un processus qui est fondé sur du long terme.
6) Pouvoir identifier d’autres génocides (juifs, arméniens…) et pouvoir les comparer avec celui du Rwanda.

« Les professeurs ne suivent pas de formation spécifique avant d’aborder le cours, indique Jeanne D’arc Baranyizigiye. Chacun est capable de l’expliquer car cela fait partie des compétences générales que tous doivent avoir. »
Le rôle de la Radio des mille collines

Dans le cursus de l’élève, c’est ensuite en cours d’histoire que le sujet est abordé, lorsque les étudiants atteignent 14 ou 15 ans. L’influence du colonisateur belge sur la société rwandaise est alors approfondie (réformes administratives, judiciaires, religieuses…) Il est aussi demandé au professeur « d’organiser des discussions en groupe sur sa politique de division de la société. »

Le troisième chapitre du manuel pédagogique regroupe la guerre de 1990-1994 et le génocide. L’un des objectifs est notamment « d’expliquer comment la presse de toutes tendances s’est développée rapidement pendant les années qui ont précédé le génocide », en citant l’exemple de la Radio des mille collines qui diffusait des messages de haine à l’encontre des Tutsis et qui a joué un rôle important lors des massacres. Le rôle du multipartisme est aussi souligné dans ce pays où l’opposition est aujourd’hui muselée, et où les dissidents du régime vivent sous la menace (l’ancien chef des renseignements extérieurs Patrick Karegeya a été retrouvé assassiné en 2014 à Johannesburg).

L’objectif du professeur est ensuite d’expliquer « les mauvaises actions du gouvernement de Juvénal Habyarimana », président en 1994 et dont l’explosion de l’avion – suite à un missile tiré du sol alors qu’il était en phase d’approche sur l’aéroport de Kigali – a donné le coup d’envoi des tueries, le 6 avril.
« Cela ne doit jamais se reproduire »

Le contenu du cours porte enfin sur la définition du terme génocide, la phase d’extermination des Tutsis et des opposants hutus à l’idéologie génocidaire, le rôle des acteurs (Etat, communauté internationale, population locale…) et toutes les conséquences. Il est demandé aux enseignants d’appuyer leurs explications en montrant un film, en organisant des débats et de conclure en disant « que cela ne doit jamais se reproduire ».

Pour gommer les divisions, le gouvernement a pris, dès la fin des conflits, des mesures strictes. Les insultes à caractère ethnique sont, par exemple, interdites et passibles de peines de prison. Les ethnies qui étaient mentionnées sur les cartes d’identité – et qui ont notamment permis aux miliciens Interahamwe d’identifier les Tutsis aux innombrables barrages érigés sur les routes – ont été supprimées.

Si une partie du programme scolaire est consacrée aux efforts du gouvernement pour favoriser l’unité nationale, une autre aborde les succès qui en ont découlé dans les domaines politiques, économiques (7 % de croissance en 2014) ou socioculturels. Rien en revanche sur les crimes commis par les soldats du FPR – le parti de Paul Kagamé qui dirige le pays d’une main ferme depuis la fin du génocide – comme à Kibeho, au centre du pays en 1995.
Des visions obsédantes

« Beaucoup de Hutus tentent aujourd’hui de fuir leur passé, analyse Assumpta Mugiraneza. Il y a à l’école une façon de présenter l’histoire qui reste factuelle. Si vous demandez à des adolescents : « Qu’est-ce que le génocide ? ». Ils vous parleront de crânes et de machettes, mais il leur sera difficile de mener une vraie réflexion. Il serait plus intéressant de déconstruire intellectuellement le mécanisme du génocide, en s’attardant principalement sur son aspect idéologique et non biologique. »

Sur le plan psychologique, les plaies ont du mal à cicatriser et pas seulement chez les rescapés. Des centaines d’adolescents souffrent aujourd’hui de symptômes post-traumatiques, comparables à ceux de leurs proches qui ont eux vécu l’horreur. Leurs troubles se manifestent par des angoisses ou des visions obsédantes de scènes qui se sont pourtant déroulées avant leur naissance. Ce phénomène, déjà observé chez des descendants de juifs rescapés de la Shoah, ont tendance à se multiplier lors des périodes de commémoration.

« Il est difficile de dire si, au fil du temps, les enfants se sentent plus ou moins concernés par le génocide, explique Jean Damascène Bizimana. Ce qui est certain, c’est que le rôle de l’école est de continuer à expliquer ce qui s’est passé en 1994 afin que cette idéologie ne revienne jamais. Comme dans tous les génocides, il y a des personnes qui nient l’existence de celui du Rwanda. Le rôle de l’école est donc aussi de lutter contre le révisionnisme et le négationnisme qui ont tendance à se développer sur Internet et les réseaux sociaux. »


En savoir plus sur http://www.lemonde.fr/afrique/article/2015/05/28/rwanda-comment-le-genocide-est-enseigne-a-l-ecole_4642789_3212.html#e9bKs562zdTgZJOr.99

Dans "Le Monde.fr"


Pour Joseph Blatter, « la corruption dans le foot est le fait d'une minorité »

Le Monde.fr avec AFP | 28.05.2015 à 18h08
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image: http://s2.lemde.fr/image/2015/05/28/534x267/4642930_3_3db9_joseph-blatter-au-discours-d-ouverture-du_de24cdc00d03794ba93e2055b7ffe68f.jpg

Au lendemain de l'arrestation à Zurich de sept responsables de la Fédération internationale de football (FIFA), le président de l'institution, Joseph Blatter (dit Sepp) a mis en garde, jeudi 28 mai, contre « d'autres mauvaises nouvelles à venir ».
« Ce sont des moments difficiles et sans précédent pour la FIFA. Les événements d'hier ont jeté une ombre sur le football et sur le congrès de cette semaine. »

Le président de l'institution, qui, à 79 ans, brigue un cinquième mandat de président à la tête de la plus haute instance du football mondial, a refusé d'endosser la responsabilité de cette affaire lors du discours d'ouverture du 65e congrès de la FIFA. « Beaucoup de gens me tiennent pour responsable. Je ne peux pas surveiller tout le monde tout le temps », s'est défendu Joseph Blatter.


En savoir plus sur http://www.lemonde.fr/football/article/2015/05/28/pour-joseph-blatter-la-corruption-dans-le-foot-est-le-fait-d-une-minorite_4642902_1616938.html#XI1YC7l8Hw5U6mwq.99

Dana "Le Monde.fr"


Les pertes militaires russes en temps de paix sont désormais des secrets d’Etat

Le Monde.fr avec AFP | 28.05.2015 à 14h26 • Mis à jour le 28.05.2015 à 15h24
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Le président russe, Vladimir Poutine, a signé jeudi 28 mai un décret classant comme secret d’Etat les pertes de l’armée en temps de paix. Ce décret, publié sur le site du gouvernement, ajoute à la liste des secrets d’Etat de la Russie les« informations relatives à la perte de personnel (…) en temps de paix lors d’opérations spéciales ». Les pertes militaires en temps de guerre étaient déjà gardées secrètes.

Si les informations sont transmises à un pays étranger, la divulgation de secrets d’Etat est punie en Russie d’une peine pouvant aller jusqu’à quatre ans de prison.
La raison : le Donbass

« La raison pour laquelle les pertes ne doivent pas être rendues publiques est le Donbass », cette région de l’est de l’Ukraine où les séparatistes prorusses combattent depuis plus d’un an les forces de Kiev, estime l’expert militaire proche de l’opposition Pavel Felgenhauer.

Kiev et les Occidentaux accusent la Russie d’aider militairement les séparatistes de l’est de l’Ukraine et d’y avoir déployé ses troupes régulières, ce que Moscou dément catégoriquement, ne reconnaissant que la présence de « volontaires »partis prendre les armes de leur propre initiative.
« Emprisonner ou effrayer »

Selon M. Felgenhauer, ce décret vise à « emprisonner ou à effrayer » ceux qui souhaiteraient révéler des informations sur les pertes présumées subies par l’armée russe en Ukraine. « Je n’ai jamais vu une définition juridique du concept d’opération spéciale, explique-t-il. Cela signifie que tout peut être désigné en tant que tel. »

La presse russe et internationale, ainsi que les militants opposés au Kremlin, a fait état à plusieurs reprises d’enterrements secrets en Russie de militaires russes qui seraient morts en Ukraine. Plusieurs interviews d’anciens soldats et de leurs familles ont été publiées dans les médias, et des informations sur leur présence en Ukraine ont été collectées par le biais des réseaux sociaux.

Lire aussi : Escalade verbale entre Kiev et Mos
cou

Poema: (obra regª)








NOITE DESCALÇA

. a noite desce a fechar , lentas, as pálpebras ensonadas
. o crepúsculo chega tão rápido que não tem tempo para
pensar, seja na luz, seja nas trevas, do dia a esmorecer


. como é habitual, a noite chega a dançar descalça…
. bate palmas com as mãos feitas de estrelas
e vai alojar-se debaixo das árvores e das flores do quintal

.passou o dia nas asas dos pássaros
a abrir rotas de nuvens.
.passou nos lagos do mar e
espalhou sons de flautas nas colinas verdes
suspensas da geografia do sol

.tão numerosas como as minhas palavras,
viajaram nela as andorinhas com cheiro a suco de rosas,
latejando aromas de pólen criador

.o dia passa…a noite vem…eu-estou-comigo-
-sem-saber-com-Quem…

Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
NOV/014

Bom dia, amigos de lusibero! (foto google)


Dos Estados Unidos...O INSÓLITO PERIGOSO!!!!






EUA enviaram amostras vivas de antraz para nove estados
Hoje às 08:22
O exército dos Estados Unidos enviou "inadvertidamente" amostras da bactéria viva do antraz a laboratórios de nove estados do país e a uma base militar norte-americana na Coreia do Sul.


GEORGE FREY/EPA
Amostras de antraz foram enviadas desde um laboratório do exército em Utah







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Segundo o Pentágono, as amostras, que, em princípio, deveriam conter antraz morto ou inativo, foram enviadas entre março de 2014 e o mesmo mês deste ano a laboratórios em Maryland, Texas, Wisconsin, Delaware, Nova Jersey, Tennessee, Nova Iorque, Califórnia e Virgínia, além da Coreia do Sul.
LEIA TAMBÉM

Mais de 20 pessoas expostas a antraz na Coreia do Sul


O Pentágono assegurou que ninguém foi infetado e que não existe risco para o público, mas informou que mantém quatro pessoas sob medidas preventivas por terem estado expostas ao antraz.

As quatro pessoas estiveram expostas ao antraz que, no caso de ser inalado, pode causar a morte, quando realizaram "procedimentos que permitiram a passagem do agente para o ar".

As amostras de antraz foram enviadas desde um laboratório do exército em Utah como parte de um programa para desenvolver um teste nas bases que permita identificar ameaças ante possíveis ataques biológicos.

O porta-voz do Pentágono, o coronel Steve Warren, explicou ter sido aberta uma investigação para determinar o que se passou e anunciou que o departamento de Defesa interrompeu o envio de antraz inativo até que sejam esclarecidas as causas do erro.

DE PORTUGAL...os impostos!


IRS Se acumula recibos verdes com outro trabalho, leia isto
Os trabalhadores que acumulam recibos verdes com atividade por conta de outrem têm desde 2014 de preencher o Anexo SS quando entregam a declaração de IRS, mas a Segurança Social ainda não aplicou multas a quem não o apresentou.


ECONOMIA
Lusa

13:35 - 27 de Maio de 2015 | Por Lusa


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Em 2013 esta obrigação não existia, tendo a Segurança Social publicado no seu portal - no último dia de maio desse ano - um esclarecimento que expressamente excluía desta obrigação os trabalhadores independentes que acumulem atividade independente com atividade profissional por conta de outrem e que, por esta última atividade, lhes tenha sido atribuída isenção, por estarem abrangidos por outro regime de proteção social obrigatório. A mesma informação esclarecia que também estavam excluídos os trabalhadores independentes que nunca tenha atingido rendimento superior a 2.515,32 euros (6 vezes o valor do Indexante de Apoios Sociais).
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A obrigação de entrega do anexo SS para estes trabalhadores surgiu na Lei do Orçamento do Estado para 2014, mas só foi objeto de um esclarecimento da Segurança Social este ano, no dia 7 de maio, uma semana depois de ter começado o prazo de entrega do IRS dos trabalhadores independentes.

"Têm de preencher o Anexo SS, mas não precisam de preencher o quadro 6, os Trabalhadores Independentes (...) que nunca tenham atingido rendimento superior a 6 vezes o valor do IAS (...) e que se encontrem isentos da obrigação de contribuir, quando acumulem atividade independente com atividade profissional por conta de outrem, e que por esta última atividade lhes foi atribuída isenção, por estarem abrangidos por outro regime de proteção social obrigatório", lê-se na nota publicada no portal ad Segurança Social.

Numa resposta à Lusa, o Instituto de Segurança Social (ISS) esclarece que não houve qualquer alteração relativa ao Anexo SS em 2015 face ao ano de 2014 e que, nesse sentido, também não houve qualquer alteração dos grupos de contribuintes que estão excluídos desta obrigação e que tenham deixado de estar dispensados do preenchimento do anexo.

"Dado não ter havido qualquer alteração aos grupos contribuintes sujeitos à obrigação declarativa, não se verificou por necessário proceder a qualquer notificação", explica o ISS.

A única diferença que houve este ano, segundo a Segurança Social, é que o ISS "optou por incluir também no seu portal a informação que é prestada na rede de atendimento da Segurança Social, informação essa que também foi prestada na rede de atendimento no ano de 2014".

E defende que a informação constante no Anexo SS é necessária para que a Segurança Social possa aferir com o rigor, para além do apuramento do rendimento relevante, as situações de isenção e exclusão do regime dos trabalhadores independentes.

"Assim, a informação agora solicitada no Anexo SS servirá para obviar que a mesma seja solicitada ao trabalhador independente posteriormente" acrescenta na resposta à Lusa.

A lei prevê coimas (contraordenação leve) até 250 euros pela não apresentação do Anexo SS, mas até agora a Segurança Social não aplicou qualquer multa, segundo a mesma fonte.

A segurança Social acrescenta que a informação constante no Anexo SS é necessária para que a Segurança Social possa "aferir com o rigor", para além do apuramento do rendimento relevante, as situações de isenção e exclusão do regime dos trabalhadores independentes.

Nem todos os trabalhadores independentes têm a obrigação de entregar o anexo SS, estando excluídos os advogados e os solicitadores, entre outros.



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