sábado, 2 de maio de 2015


Comunicado da Associação das Forças Armadas

«UM NOVO 25 DE ABRIL» - COMUNICADO DA ASSOCIAÇÃO 25 DE ABRIL
Car@s associad@s Divulgamos uma intervenção do militar de Abril, de todas as horas, David Martelo que mostra bem o tipo de preocupações dos militares de...
AVIAGEMDOSARGONAUTAS.NET

EDUCAÇÃO EM PORTUGAL...


Teix Luis Filipe‎VINTE E CINCO DE ABRIL SEMPRE


menos educação mas mais diplomas para quem pode !

OUÇAM passos a elogiar dias loureiro, um dos alegados ladrões do BPN, fugido de Portugal, desde o colapso do banco!!!!!!!!



Poema de José Luís Peixoto (1974- ), in Net




Explicação da Eternidade

devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo, o amor
transforma-se em tempo, a dor transforma-se
em tempo.


os assuntos que julgámos mais profundos,
mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.

por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.

os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.

foste eterna até ao fim.

José Luís Peixoto, in "A Casa, A Escuridão"

DO NEPAL


Há mil europeus desaparecidos entre a "destruição lancinante"


por Filomena NavesHojeComentar


Fotografia © REUTERS/Danish Siddiqui


Na capital em ruínas, população busca alimentos e água. Nas zonas remotas balanço de vítimas está por fazer e a ajuda não chega


Uma semana depois do terramoto que abalou o Nepal, começa a emergir a verdadeira dimensão da catástrofe, que é de devastação generalizada na capital e de destruição "lancinante" em zonas remotas do país, como relata a ONU. O balanço provisório dos mortos era ontem de 6250, para além de 14.357 feridos e mais de dois milhões de desalojados. Soube-se ontem também que haverá cerca de mil cidadãos da União Europeia que estão desaparecidos.

Na capital, Katmandu, enquanto as equipas de socorro trabalham em contrarrelógio para tentar ainda encontrar sobreviventes sob os escombros, embora a esperança de isso acontecer diminua a cada hora que passa, a população vive o desespero de tentar obter alimentos, água potável e notícias dos familiares nas regiões mais remotas, onde a situação é ainda em grande parte desconhecida, e onde a ajuda tarda em chegar.

A maioria dos cerca de mil cidadãos da União Europeia dados como desaparecidos serão turistas e estariam em Langtang e Lukla, zonas a nordeste de Katmandu que são muito procuradas para as caminhadas de montanha e que foram atingidas por avalanches e deslizamentos de lamas, na sequência do sismo de magnitude 7,8 na escala de Richter, que atingiu o país há uma semana.

Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN

De Anadia- Portugal



Despiste de mota em Anadia causa quatro mortos. Ler mais em:http://www.cmjornal.xl.pt/…/despiste_de_mota_em_anadia_caus…

Mais uma rede de CORRUPÇÃO...



Veja aqui a primeira página do CM

‪#‎CMcapas‬


CM de hoje (02/05/2015)
CMJORNAL.XL.PT

A caminho do Santuário de Fátima...

Cinco peregrinos morrem atropelados Ficaram ainda feridos mais quatro peregrinos. Cinco peregrinos, com idades entre o 17 e os 50 anos, morreram esta madrugada, num acidente em Cernache, em Coimbra. Um dos peregrinos morreu já a caminho do hospital de Coimbra. Do acidente resultaram ainda quatro feridos graves. Setenta peregrinos de Mortágua, entre eles 14 escuteiros, iam para Fátima quando, cerca das 4 da manhã, foram atropelados por um carro. O condutor sofreu ferimentos ligeiros. O veículo seguia no mesmo sentido, na faixa contrária, mas despistou-se e abalroou o grupo na berma. As vítimas mortais são três homens e duas mulheres. No local estão os Bombeiros Sapadores de Coimbra, os Bombeiros Voluntários de Condeixa-a-Nova, o INEM e a GNR. O trânsito no IC2 está cortado nos dois sentidos para retirada dos corpos.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/cinco_peregrinos_morrem_atropelados.html

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Boa noite, amigos!



















POEMA: QUEM MENTE?


Deixámos repousar o segredo dos nossos corpos
bem escondido num deserto de árvores, no vale.

Ferimos o chão de areia na fúria de um vendaval
que levantou folhas de palmas e cocos de palmeiral.

Abraçámos águas loucas quentes
ao sol anilado de um doirado ardente.

Construímos castelos –refúgio de horas vividas
de sangue-a-ferver, em momentos imponentes.

Transpirámos orvalhos matinais
nas noites quentes de um deserto frio da falta de sol,
que corria ofegante pelas areias fatais.

Levantámos pomares de suculentos frutos…
Espantámos borboletas de asas-de-luto…
Bebemos frescura de nesgas de rocha
Em tessituras-aquáticas-de-gelos-traumáticos…

Fomos um, num só!
Beijámo-nos, sem dó!
Queimámos os dedos nos dedos excitados…
Cabelos revoltos, despenteados, fomos lindos-
-a-acontecer-em-auges-.de-prazer!
Deitámo-nos nas relvas das tardes calmas
de serenidade, a ver nuvens correr, mudando de cor,
de acordo com as normas das regras do amor.

Guardei as pétalas de rosa, secas…
Tenho comigo as sementes dos frutos…
Vejo passar as borboletas de asas pretas…
Bebo as águas das mesmas grutas…
A areia, essa, queima-me os dedos,

cheia de opulentos segredos.




Onde estamos, hoje, sonho de Sempre?
Não sabes?
Qual de nós confirma que Mente?







Maria Elisa Ribeiro

On se rappele...

To remember...Time has gone...

Il fait froid au Portugal! It's cold and raining!

MULHER-MAIO
Bom dia minha amiga digo em Maio
és uma rosa à beira dum tractor
neste campo de Abril onde não caio
a nossa sementeira já deu flor.
Bom dia minha amiga eu sou um gaio
um pássaro liberto pela dor
tu és a Companheira donde saio
mais limpo de mim próprio mais amor.
Bom dia meu amor estamos primeiro
neste tempo de Maio a tempo inteiro
contra o o tempo do ódio e do terror.
Se tu és camponesa eu sou mineiro.
Se carregas no ventre um pioneiro
dentro de ti eu fui trabalhador.
José Carlos Ary dos Santos

Bom dia, meus amigos!



O 1º DE MAIO-Wikipédia



O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal em Angola e em outros países. No calendário litúrgico celebra-se a memória de São José Operário por tratar-se do santo padroeiro dos trabalhadores.



Índice [esconder]
1 História
1.1 Dia do Trabalhador em Portugal
1.2 Dia do Trabalhador no Brasil
1.3 Dia do Trabalhador em Moçambique
2 Dia do Trabalhador no mundo
3 Referências
4 Ligações externas


História[editar | editar código-fonte]

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.1 2 3

Cartaz da Rússia, alusivo ao dia 1 de maio (Trabalhadores não têm nada a perder, mas suas correntes ... 1919).

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de três manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos polícias que começavam a dispersar os manifestantes matando um agente, na rixa que se seguiu sete outros morreriam. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. No seguimento cinco sindicalistas foram condenados à morte e três condenados a pena perpétua. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haimarcet.1 4

Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.1 2 4

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a União Soviética adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.1

Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
Dia do Trabalhador em Portugal[editar | editar código-fonte]

1º de Maio na cidade do Porto

Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT(União Geral dos Trabalhadores).

No Algarve, assim como na Madeira e Açores é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas nas regiões..
Dia do Trabalhador no Brasil[editar | editar código-fonte]

Com a chegada de imigrantes europeus no Brasil, as ideias de princípios e leis trabalhistas vieram junto. Em 1917 houve uma Greve geral. Com o fortalecimento da classe operaria, o dia 1º de Maio foi declarado feriado pelo presidente Artur Bernardes em 1925.1 3 4

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.4

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalhador. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.1 3 4

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.3
Dia do Trabalhador em Moçambique[editar | editar código-fonte]

Durante o período colonial (até 1975), os moçambicanos estavam proibidos de celebrar o 1º de Maio em virtude da natureza repressiva do regime colonial português. No entanto, houve manifestações de trabalhadores moçambicanos, em particular em Lourenço Marques (actual Maputo), contra o modo de relações laborais existente naquele período.

Após a Independência Nacional, o Dia do Trabalhador é celebrado anualmente, e com o passar dos anos, com as reformas políticas, económicas e sociais que o país sofreu a partir de finais da década de 80, registrou-se um crescimento do movimento sindical em Moçambique. A primeira instituição sindical no país foi a Organização dos Trabalhadores Moçambicanos (OTM), que veio depois a impulsionar o surgimento de novos movimentos sindicais, cada vez mais específicos de acordo com os sectores de actividade.
Dia do Trabalhador no mundo[editar | editar código-fonte]


Dia do Trabalhador cai ou pode cair no dia 1° de maio
Outro feriado no dia 1° de maio
Sem feriado no dia 1° de maio, mas Dia do Trabalhador em outra data
Sem feriado no dia 1° de maio e sem Dia do Trabalhador

Muitos países em todos os continentes celebram o dia 1° de maio como Dia do Trabalhador, Dia do Trabalho, Dia Internacional do Trabalhador ou Dia de Maio, embora o termo Dia de Maio ainda se refere ao significado original em muitos desses países que ainda celebram esse feriado. Em países onde o dia 1° de maio não é feriado oficial demonstrações são organizadas nesse dia em defesa dos trabalhadores.

Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes de 1° de maio:
Nova Zelândia celebra o Dia do Trabalho na quarta segunda-feira de outubro em homenagem à luta dos trabalhadores locais que levou à adoção da jornada diária de 8 horas décadas antes da greve geral que resultou no massacre nos EUA.
Na Austrália o Dia do Trabalho varia de acordo com a região.
Estados Unidos e Canadá celebram o Dia do Trabalho na primeira segunda-feira de setembro, escolhido propositalmente para que não fosse lembrado o massacre de 1° de maio.

A TAP em greve, por 10 dias!


Paralisação Pilotos da TAP mantêm greve de dez dias
Representante do sindicato dos pilotos culpa Governo e administração da TAP. Hélder Santinhos lamentou, em conferência de imprensa, que trabalhadores tenham sido “obrigados” a parar.


ECONOMIA
DR

20:10 - 30 de Abril de 2015 | Por Notícias Ao Minuto


Share on printShare on email



A esperança de uma suspensão da greve dos pilotos da TAP não se tornou realidade. Apesar de uma reunião de última hora entre sindicato e administração, a paragem mantém-se.
PUB



“Os pilotos lamentam ter sido obrigados pelo Governo e pela TAP a chegar à greve”, disse o representante sindical Hélder Santinhos em conferência de imprensa, acrescentando que “a responsabilidade do estado atual não é dos trabalhadores”.

“Ao fim de três meses, o SPAC verificou que as negociações eram um logro”, diz o sindicato dos pilotos e afirma: “Não podemos aceitar uma redução dos nossos salários”.

Os representantes dos pilotos acusam a TAP de não dar “contrapartidas suficientes” e de “fazer concessões que não são simétricas para toda a gente”.

Apesar da falta de acordo, sindicato garante que a companhia vai sobreviver: “A TAP é um tesouro que vai ser preservado”, conclui Hélder Santinhos.

[Notícia atualizada às 20:25]

O desGOVERNO QUIS IMPOR A CENSURA DO TEMPO de SALAZAR...


Directores editoriais lançam carta de princípios pela liberdade de informação


MARIA LOPES

30/04/2015 - 17:10

(actualizado às 17:50)


Responsáveis editoriais de rádios, televisões, jornais e revistas subscrevem documento onde propõem linhas orientadoras para a revisão da lei da cobertura das campanhas eleitorais.NELSON GARRIDO




2







TÓPICOS

Eleições
Media
ERC
Comunicação social
Lei eleitoral


Os directores editoriais de 30 jornais, revistas, rádios e televisões assinaram uma carta de princípios com propostas para alterar a legislação que regula a cobertura das campanhas eleitorais.

Numa iniciativa inédita que junta pela primeira vez todos os directores de informação dos grandes media portugueses, é subscrito um documento denominado "Pela liberdade de informação", que aponta críticas à legislação vigente e faz propostas sobre princípios de base para um novo enquadramento jurídico.

Os responsáveis editoriais consideram que o novo enquadramento jurídico deve ser "claro e objectivo" para não levantar dúvidas de interpretação legal e de aplicação prática como as que existem em relação à lei vigente, de 1975; e deve aplicar-se unicamente ao período da campanha eleitoral – ou seja, nos últimos 14 dias antes do acto eleitoral.

Além disso, defende a carta de princípios, a cobertura jornalística deve ter presente a "ponderação entre o princípio da não discriminação das candidaturas e a autonomia e liberdade editorial e de programação dos órgãos de comunicação social". E esta ponderação, especificam os directores, "não deverá resultar na exclusão arbitrária ou na total ausência" de informação sobre determinada candidatura durante a campanha eleitoral.

As restantes linhas orientadoras para a elaboração da nova legislação incluem ainda a separação "inequívoca" da actividade jornalística (que é da "responsabilidade exclusiva" dos meios de comunicação social) das iniciativas de propaganda, como os tempos de antena (que são da responsabilidade dos candidatos e dos partidos).

Defende-se também que as regras devem aplicar-se a todos os órgãos de comunicação social, independentemente do meio de difusão e da plataforma.

A lista de subscritores iniciais conta com os directores de informação da RTP, SIC, SIC Notícias e TVI, PÚBLICO, Lusa, Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Correio da Manhã, i, Diário Económico, Jornal de Negócios,Observador, Expresso, Sol, Sábado, Visão, Rádio Renascença, RDP e TSF.

Esta carta de princípios será enviada ao Presidente da República, à presidente da Assembleia da República, aos líderes das bancadas parlamentares do PSD, PS, CDS-PP, PCP, BE e PEV, assim como ao ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional, à Procuradora-Geral da República, ao Provedor de Justiça, ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça, assim como aos presidentes da ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social), da CNE (Comissão Nacional de Eleições), do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas e da Comissão da Carteira Profissional dos Jornalistas. Tendo em conta que é uma iniciativa dos directores editoriais, o documento seguirá igualmente para os conselhos de administração dos respectivos grupos de comunicação social.

Os directores lembram que o país está a poucos meses de duas eleições fundamentais – as legislativas no Outono e as presidenciais em Janeiro –, e apelam aos partidos e aos deputados que "discutam e aprovem em tempo útil um projecto de lei que possibilite ainda aos jornais e às estações de rádio e de televisão fazer a cobertura plena das campanhas eleitorais, com sentido ético e responsabilidade profissional e sem condicionalismos nem restrições impostas por órgãos do Estado".

O documento de meia dúzia de páginas faz uma análise sobre a situação actual decorrente da vigência de uma lei de 1975. Hoje verifica-se uma “interferência na liberdade editorial de organismos externos e condicionamento da liberdade de expressão dos cidadãos e dos jornalistas”, a par da “intervenção do Estado na definição do valor-notícia”. O que resulta, de acordo com os directores editoriais, num “condicionamento do direito de informar, de ser informado e de informar-se”.

Olhando em concreto para a legislação de 1975 e para a sua jurisprudência, o documento considera que “condiciona a liberdade de informação e interfere na autonomia dos meios de comunicação social ao impor uma métrica específica e alheia à actualidade e ao escrutínio editorial". Além de que "põe em causa o pluralismo e a diversidade informativa ao determinar que notícias, que debates e que entrevistas devem ser feitas em cada órgão de comunicação social", "confunde o trabalho editorial com iniciativas de propaganda político-partidária, noticiários com tempos de antena", e "obriga a que assuntos de natureza e importância diferente tenham a mesma cobertura noticiosa, anulando os critérios editoriais e o valor de notícia dos acontecimentos".




PORTUGAL: ninguém escapa a CASOS DE CORRUPÇÃO!


Ex-director de Equipamentos do MAI acusado de corrupção e branqueamento


PEDRO SALES DIAS

30/04/2015 - 22:13


Adjudicações irregulares de obras na PSP, GNR, ANPC e SEF causaram prejuízos financeiros ao Estado superior as 900 mil euros. Doze arguidos vão a julgamento por vários crimes de corrupção activa e passiva, participação económica em negócio, branqueamento de capitais, abuso de poder e falsificação de documento.Miguel Macedo em 2013 na inauguração da esquadra de Aldoar, no Porto: o MAI já confirmou que a investigação partiu de uma denúncia sua. NELSON GARRIDO




4







TÓPICOS

PSP
GNR
Polícia Judiciária
Ministério Público
Ministério da Administração Interna
questões sociais

MAIS
Obras em instalações do PSP, do SEF, da ANPC e da GNR sob investigação
Ex-director-geral do MAI fica em prisão preventiva
Convento privado reconstruído com dinheiros públicos está abandonado em Monsaraz
Presidentes de seis das maiores construtoras brasileiras acusados no esquema de corrupção da Petrobras


O ex-director geral de Infra-estruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna, João Alberto Correia, em prisão preventiva desde em Abril do ano passado, foi esta quinta-feira acusado pelo Ministério Público de corrupção no âmbito de adjudicações irregulares de obras na esfera daquele ministério que causaram prejuízos financeiros ao Estado superiores a 900 mil euros, adiantou esta quinta-feira a Procuradoria-Geral da República (PGR) em comunicado. Estão em causa obras na PSP, SEF, GNR e Autoridade Nacional de Protecção Civil.

No âmbito do inquérito, 11 arguidos e o ex-director irão a julgamento por vários crimes de corrupção activa e passiva, participação económica em negócio, branqueamento de capitais, abuso de poder e falsificação de documento. João Alberto Correia que esteve até esta quinta-feira em prisão preventiva, vai passar a aguardar julgamento em prisão domiciliária, tendo sido o próprio Ministério Público a promover a alteração da medida de coacção.

“Ficou indiciado que os arguidos actuaram concertadamente no sentido de beneficiar determinados empresários, mediante a adjudicação de contratos públicos em violação das normas da contratação pública e em prejuízo do princípio da livre concorrência”.

Segundo a PGR, os valores cobrados a propósito das obras adjudicadas “foram intencionalmente inflacionados de modo a permitir a obtenção de mais-valias indevidas para os arguidos, incluindo o ex-director”. O “Ministério Público, que representa o Estado, deduziu pedido de indemnização para reparação dos prejuízos causados ao erário público”, acrescenta ainda a Procuradoria.

Durante a investigação, que contou com a participação da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, foram feitas buscas nas instalações da Direcção-Geral de Infra-estruturas e Equipamentos do MAI e inquiridas 70 testemunhas. As buscas alargaram-se ainda vários locais do país, nomeadamente em empresas de construção civil, numa operação que envolveu algumas dezenas de inspectores da PJ.

A investigação passou a pente fino os contratos assinados pelo dirigente. Uma busca na base de dados da contratação pública permite concluir que João Alberto Correia recorria em abundância ao ajuste directo, o que aconteceu 224 vezes nos três anos que esteve em funções. Nesse período, o dirigente só realizou um concurso público, tendo feito 19 ajustes directos de obras em instalações do MAI com valor entre os 140 mil e os 150 mil euros, o limite máximo para os ajustes directos previsto nas regras da contratação pública.

São exemplos disso a ampliação da sede da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), em Carnaxide, a remodelação da 2.ª Esquadra do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, várias obras de adaptação dos antigos governos civis a instalações do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) ou da GNR.

João Alberto Correia foi nomeado por um despacho de Março de 2011 assinado pelo então primeiro-ministro, José Sócrates, e pelo respectivo ministro da Administração Interna, Rui Pereira. Isto duas semanas e meia antes de José Sócrates ter anunciado o seu pedido de demissão. O ex-director-geral é doutorado em arquitectura pela Universidade de Salford, Reino Unido, tendo sido entre 2009 e 2010 consultor para a área da construção do então secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas, Paulo Campos. Em 2009 foi igualmente adjunto do secretário de Estado adjunto e da Justiça, Conde Rodrigues.

O inquérito resultou de uma participação do MAI, então gerido ppelo ex-ministro Miguel Macedo, que “no âmbito de uma auditoria e processo de inquérito à Direcção-Geral de Infra-estruturas e Equipamentos — realizado pela Inspecção-Geral da Administração Interna — determinou a remessa ao Ministério Público dos factos apurados com eventual relevância criminal”, salientou então o ministério.

MAIO-TÃO-SEMPRE-COMO-ABRIL-PORTUGAL!!!!!!!!!!!!!!!!!

DA CGTP-PORTUGAL!!!!!!!!!!

Comunicação Sindical


Todos ao 1º de Maio

30 Abril 2015

O1º de maio, é dia o de todas as lutas, de todos os trabalhadores, em todo o mundo. O dia da festa da dignificação e da valorização do trabalho.Vamos estar por Portugal inteiro. Esta é a festa dos ...

1º de MAIO/015!!!!!!!


foto de Acção e Luta.
5 min ·




Acção e Luta


http://www.cgtp.pt/accao-e-lu…/8429-cantina-da-rtp-encerrada