quinta-feira, 2 de abril de 2015

DO QUÉNIA..


Número indeterminado de estudantes refém em ataque a universidade


por LusaHojeComentar


Fotografia © REUTERS


Grupo armado disparou indiscriminadamente e detonou vários engenhos explosivos. Há 14 mortos e mais de 40 de feridos. Cruz Vermelha queniana diz que atacantes controlam os edifícios da residência universitária.


Um número indeterminado de estudantes está hoje retido no interior da universidade de Garissa, no leste do Quénia a cerca de 150 quilómetros da fronteira com a Somália, na sequência de um ataque de homens armados.

De acordo com a Cruz Vermelha queniana, os atacantes ocuparam e controlam os edifícios da residência universitária, onde residem várias centenas de estudantes.

"Cinquenta estudantes foram libertados", acrescentou a Cruz Vermelha em comunicado, sem explicar as circunstâncias da libertação.

As forças de segurança quenianas lançaram uma operação para capturar os atacantes.

O número de vítimas pode aumentar já que estavam cerca de mil estudantes na universidade na altura do ataque. A última atualização indicava 14 mortos e mais de 40 feridos, alguns em estado grave

LISTA VIP: foram apagadas provas comprometedoras!


Polémica Lista VIP: Foram apagadas provas comprometedoras
A notícia está a ser avançada pelo Expresso Diário. A existência de uma lista VIP de contribuintes continua a dar que falar.


PAÍS
DR

19:14 - 01 de Abril de 2015 | Por Notícias Ao Minuto


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Esta quarta-feira, o Expresso revela que, em março, a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) realizou uma inspeção à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e descobriu que emails que provavam que em novembro do ano passado esta lista estava em funcionamento haviam sido apagados.
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Segundo a mesma fonte, os emails em causa foram apagados por José Morujão Oliveira, o diretor da Área de Segurança Informática da AT, mas os técnicos da CNPD conseguiram recuperá-los.

De acordo com o Expresso, a lista VIP foi criada pelo diretor da Área de Segurança Informática e aprovada pela sub-diretora-geral de Sistemas de Informação (Graciosa Martins Delgado) e pelo sub-diretor-geral de Justiça Tributária (José Maria Pires).

Relativamente à participação e conhecimento do diretor-geral da AT ou do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais não foram encontradas evidências que apontem no sentido positivo. Isto é, não existem provas que assegurem que a criação desta lista fosse do conhecimento de António Brigas Afonso ou de Paulo Núncio.

Perante a primeira abordagem da equipa da CNPD, tanto José Morujão Oliveira como Graciosa Martins Delgado negaram a existência da lista VIP, garantindo que “não estavam implementados alertas automáticos associados aos acessos efetuados pelos utilizadores”. Contudo, os dois responsáveis acabaram por ser desmentidos na sequência da investigação, através de depoimentos de outras pessoas e de documentos.

Sabe o Expresso que a 3 de outubro de 2014 José Morujão Oliveira enviou a Graciosa Martins Delgado a informação relativa ao “controlo do acesso aos dados – alarmística em caso de consulta/alteração de dados sensíveis”.

A iniciativa pretendia que fossem “despoletados [alertas] em caso de verificação de consulta ou alteração de dados de determinados contribuintes que, na ausência de melhor conceito, denominamos de VIP”.

A ideia de que alguns dos contribuintes fossem Passos Coelho, Paulo Portas ou Cavaco Silva partiu do próprio responsável que sugeriu que “numa primeira fase” fossem incluídos os números de identificação fiscal “dos principais titulares dos órgãos de soberania”.

A lista VIP entrou em funcionamento a 15 de outubro quando José Morujão Oliveira recebeu o despacho de aprovação, depois de a implementação do sistema ter recebido a autorização da sub-diretora-geral de Sistemas de Informação e de ter sido aprovado a 10 de outubro por José Maria Pires, que substituiu o diretor-geral.

O primeiro alerta surgiu a 6 de novembro, quando um funcionário do Fisco consultou os dados de Passos Coelho e a 28 de novembro disparou novo alarme com a consulta aos dados de Cavaco Silva.

Ricardo Salgado, "um escroque da pior espécie"


Entrevista João Duque explica o "escroque da pior espécie"
O antigo diretor do Instituto Superior de Economia e Gestão conversou com o Notícias ao Minuto e explicou de onde surgiu a tão polémica expressão associada a Ricardo Salgado.


PAÍS
DR

21:07 - 01 de Abril de 2015 | Por Patrícia Martins Carvalho


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Em entrevista ao jornal i, datada do dia 2 de março, João Duque abordou vários temas, entre os quais o colapso do BES e o doutoramento honoris causa do ISEG que atribuiu a Ricardo Salgado.
Leia também:
"Premiei um escroque da pior espécie"
Presidente do ISEG pede desculpa pelo "escroque" dirigido a Salgado
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Nas declarações que proferiu à referida publicação, o economista disse, a propósito do doutoramento honoris causa, que “se fosse hoje não diria aquilo, não participava”.

“Depois publicaram-se artigos nos jornais e começaram a enviar-me emails a dizer que eu o tinha elogiado. Eu respondi sempre que foi pena não me terem enviado aqueles emails um ano antes, a dizer-me que eu ia premiar um meliante, um escroque da pior espécie”, referiu.

E foi este “escroque da pior espécie” que lançou a polémica.

Em conversa com o Notícias ao Minuto, João Duque explicou que a expressão não foi da sua autoria, mas que era o que lhe diziam nos referidos emails.

“Não tive essa intenção deliberada de dizer que o dr. Ricardo Salgado é um escroque da pior espécie. Eu disse aquilo que as pessoas me diziam”, clarificou.

Sobre o antigo presidente do extinto BES, João Duque refere que não é seu “amigo pessoal”, que apenas o conhece “da praça”.

“Achava que ele era um bom exemplo. O que passava cá para fora era que tinha levado a bom porto o Banco Espírito Santo”, acrescentou.

No entanto, como o último ano revelou, o banco não tinha chegado a bom porto. Antes pelo contrário.

Questionado sobre o que pensou quando ficou a par do escândalo de gestão do BES, o antigo diretor do ISEG exclamou: “Enganei-me”.

“Enganei-me. Não nego [o que disse na cerimónia de atribuição do doutoramento]. Não apago. Foi o que disse naquela altura. Mas fiquei envergonhado”, salientou.

Antes de concluir, João Duque disse ter-se sentido “enganado” por Ricardo Salgado, pessoa por quem tinha “estima enorme”, e “muito desiludido pelo facto de ter sido confrontado com um resultado da ação dele que é totalmente desconforme com aquilo que achava que era o resultado da sua gestão”.

GREVE DE 4DIAS , NOS CAMINHOS DE FERRO DE PORTUGAL


Greve na CP ameaça viagens de mais de um milhão de passageiros


RAQUEL ALMEIDA CORREIA

01/04/2015 - 17:57


Paralisação convocada por dois sindicatos promete causar fortes perturbações na circulação de comboios a partir desta quinta-feira e ao longo dos próximos quatro dias, já que não foram decretados serviços mínimos.CP poderia fazer circular mais de cinco mil comboios neste período do ano PAULO PIMENTA




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CP: sindicalista Luís Bravo faz balanço da greve


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Apenas seis comboios circularam até às 06h00 por causa da greve
Adesão à greve dos revisores da CP é de 100%, diz o sindicato


A greve que a CP enfrenta a partir desta quinta-feira e ao longo dos próximos quatro dias vai afectar mais de um milhão de passageiros. São esperadas fortes perturbações na circulação de comboios, já que o tribunal arbitral não decretou serviços mínimos para esta paralisação. Uma decisão invulgar e que foi muito criticada pela transportadora pública.

Tendo em conta os passageiros transportados pela empresa por esta altura no ano passado, prevê-se que a greve possa afectar cerca de 1,1 milhões de pessoas e mais de cinco mil comboios. Foi este o tráfego e a oferta registados pela CP entre os dias 17 e 21 de Abril de 2014, que coincidem com o período da greve agora convocada pelo Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) e pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF).

Dada a evolução no tráfego que a transportadora tem registado desde o início do ano, o número de passageiros afectados até poderá superar a referência de 1,1 milhões. “Poderia até verificar-se um número superior, atendendo a que a CP continua a registar crescimento de passageiros”, referiu a empresa, que, nos dois primeiros meses de 2015, teve uma subida de 1,4% na procura, para um total de 17,4 milhões de passageiros.

Na prática, são quatro os dias de paralisação: esta quinta-feira, sexta-feira e ainda domingo e segunda-feira, mas espera-se que os efeitos também se façam sentir no sábado. Aliás, os primeiros impactos já se devem verificar esta quarta-feira ao início da noite e deverão prolongar-se até às primeiras horas da próxima terça-feira. O pré-aviso de greve do SFRCI, que representa os revisores e os trabalhadores de bilheteira da CP, só abrange os dias 2 e 6 de Abril, mas os funcionários foram estimulados a aderir também à paralisação convocada pelo SNTSF, que, caso contrário, teria menos impacto, para os dias de feriado (sexta-feira e domingo) e ao trabalho extraordinário.

“A direcção do SFRCI decidiu convocar todos os seus associados a aderir aos dois pré-avisos de greve existente na empresa (SFRCI e SNTSF) para o período da Páscoa, isto é, efectuar greve nos dias 2, 3, 5 e 6 de Abril de forma a demonstrar o nosso descontentamento relativo ao seguinte caderno reivindicativo”, refere um comunicado interno, a que o PÚBLICO teve acesso.

Este sindicato reclama o cumprimento da decisão dos tribunais relativa ao pagamento dos complementos nos subsídios desde 1996. Já o SNTSF emitiu o pré-aviso contra os cortes nos salários e reivindicando a abertura da negociação do acordo de empresa, a contratação de novos trabalhadores e a reposição do direito ao transporte gratuito para os funcionários da CP.

Sem serviços mínimos
A transportadora já avisou os passageiros que espera “fortes perturbações” fruto desta paralisação, mas diz que fará “todos os comboios que for possível realizar com os trabalhadores que se apresentem ao serviço”. No seu site, a CPpublicou uma lista com os comboios de longo curso, Alfa Pendular e Intercidades, que prevê realizar nesta quinta-feira (51) e sexta-feira (35). Não está prevista a circulação de nenhum comboio suburbano em Lisboa ou no Porto – precisamente os que mais passageiros transportam – ou regional.

Esta situação é bastante invulgar, pois, regra geral, o tribunal arbitral nomeado pelo Conselho Económico e Social define sempre como obrigatória a realização de uma parte da operação, que ronda os 25%. Desta vez, porém, foi diferente. E decisão, conhecida na segunda-feira depois de a CP ter pedido serviços mínimos para dar resposta à greve dos revisores e dos trabalhadores das bilheteiras, suscitou fortes críticas da empresa.

No acórdão, concluiu-se que, “apesar da inegável penosidade que a presente greve acarreta para os utentes”, não estavam preenchidos “os pressupostos indispensáveis para a imposição de serviços mínimos do tipo percentual”. O tribunal arbitral considerou mesmo que não há populações “que fiquem desprovidas de meios de transporte ou genuinamente isoladas em função da presente greve” e que “não foi evidenciado que alguém fique verdadeiramente impossibilitado de circular”. Em última instância, refere o documento, haverá sempre “a possibilidade de recurso a viaturas particulares”.

A CP repudiou a decisão do tribunal arbitral, acusando-o de “desprezo” pelos passageiros. “A decisão é leviana”, frisou, num comunicado emitido na terça-feira, acrescentando que esta “assenta em pressupostos errados, uma vez que é tradicional a indisponibilidade de meios alternativos de transporte nesta quadra da Páscoa em que a reunião das famílias é um hábito generalizado”. A empresa classificou de “irresponsável” a inexistência de serviços mínimos.

SENADO AMERICANO...


Senado americano pede à FIFA para retirar Mundial à Rússia


PAULO CURADO

01/04/2015 - 22:07


Grupo de 13 senadores enviou carta a Blatter para o responsável do futebol mundial se associar às sanções ao regime de Putin.John McCain, ex-candidato à presidência dos EUA, foi um dos signatários da carta à FIFA JOSHUA ROBERTS/REUTERS (ARQUIVO)




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Um grupo de senadores norte-americanos pediu à FIFA para considerar a hipótese de retirar a organização do Mundial 2018 à Rússia, devido ao envolvimento deste país na crise da Ucrânia e pela ocupação da Crimeia. Numa carta com a data da última terça-feira e revelada ontem, 13 congressistas democráticos e republicanos procuraram “encorajar fortemente” o organismo máximo do futebol mundial a procurar uma alternativa para sediar a competição.

“Permitir que a Rússia venha a sediar o Campeonato do Mundo da FIFA é inadequado e reforça o prestígio do regime de Putin [presidente russo] numa altura em que ele deveria ser condenado, para além de permitir algum alívio económico numa altura em que a comunidade internacional está a impor sanções económicas”, escreveram os senadores, numa carta dirigida ao presidente da FIFA, Joseph Blatter.

Entre os signatários da missiva, encontram-se os senadores Robert Menendez, líder democrata na Comissão de Relações Externas, e Ron Johnson, presidente republicano da subcomissão para a Europa, para além do senador republicano John McCain, presidente do Comité das Forças Armadas do Senado e ex-candidato à presidência dos EUA. Uma cópia da carta foi igualmente enviada para a federação norte-americana de futebol.

A Rússia foi escolhida a 2 de Setembro de 2010 pela FIFA para receber o Mundial de 2018, vencendo as candidaturas conjuntas da Bélgica/Holanda, Espanha/Portugal e ainda a da Inglaterra.

No total, a prova irá ser distribuída por 11 cidades-sede, onde estarão localizados os 12 estádios que irão acolher o evento. O investimento total em infra-estruturas, poderá atingir os 24 mil milhões de euros.

A DITADURA EM ACÇÃO


Nuno Crato manda anular 152 processos académicos na Universidade Lusófona


ANDREIA SANCHES e CLARA VIANA

01/04/2015 - 19:17


Processo relacionado com curso de Miguel Relvas está em tribunal para decisão. Se nos próximos dias a Lusófona não cumprir o que foi determinado, pode perder o reconhecimento de utilidade pública e fica em risco de fechar.Foi a forma como Miguel Relvas fez o curso na Lusófona que levou o ministério a mandar averiguar os processos de atribuição de créditos de todos os alunos que pediram equivalências NUNO FERREIRA SANTOS




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Cronologia do caso Lusófona/Relvas
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O Ministério da Educação e da Ciência (MEC) deu instruções à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) para "declarar, em 152 processos, a nulidade dos actos" de atribuição de créditos/equivalências a alunos que frequentaram a instituição desde 2006. E para proceder à “cassação de diplomas e certificados”. Um dos processos em causa é o do ex-ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas que se licenciou na Lusófona, em 2007.

A instituição de ensino privada já comunicou ao MEC que declarou nulos (ou está em vias de o fazer) 75 processos académicos, na sequência das ordens recebidas. Mas em relação aos outros 77, aguarda a resposta a esclarecimentos de dúvidas entretanto pedidos ao ministério de Nuno Crato. A informação consta de uma nota enviada nesta quarta-feira ao PÚBLICO, pelo MEC. Que não esclarece se o processo académico de Relvas está entre os 75 onde já houve decisão ou entre os 77, que, segundo fonte do ministério, podem ser declarados nulos ou não.

Questionado pelo PÚBLICO sobre se o seu é um dos processos já anulados pela Lusófona, Miguel Relvas faz saber que não foi contactado pela universidade. “Não sei de nada. O meu processo, como é público, está no Tribunal Administrativo e é a este que compete decidir. Já não é o ministério (da Educação) a decidir”, disse. A decisão final não está para breve já que, segundo o advogado de Relvas, Castanheiras Neves, "ainda nem sequer está marcada a audiência prévia".

Embora frisando que não fala em nome da Lusófona, Manuel José Damásio, que já pertenceu à administração da universidade, corrobora a informação de Relvas. “O processo de Miguel Relvas foi remetido pelo Ministério da Educação ao tribunal. Por isso já não somos nós que decidimos sobre o caso”, indicou ao PÚBLICO. Apresentando-se como conhecedor do processo que opõe o MEC à Lusófona, Damásio esclarece que todos os 152 processos que estão em causa dizem respeito a ex-alunos da universidade.

Segundo o ministério, a universidade pode contactar estes ex-alunos para lhes propor soluções, como a frequência de algumas cadeiras. Será o que está a ser feito com alguns dos 77 ex-alunos para os quais não houve ainda decisão final de anulação.

Damásio limita-se apenas a afirmar que, por terem sido “detectadas falhas processuais, foi declarada a nulidade de processos e que estes têm agora de ser reinstruídos”. Não disse como. “Temos cumprido todos os prazos legais e o último que nos foi posto pelo ministério ainda não terminou”, frisou quando questionado sobre se a Lusófona já tomara decisões sobre os 77 processos cuja nulidade o MEC requereu e ainda não foi decidida.

O último prazo de 15 dias para a conclusão do processo foi dado a 24 de Março pelo secretário de Estado do Ensino Superior.

A atribuição de créditos permite aos alunos obter equivalências a certas disciplinas. Para a sua licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais, e ao abrigo deste sistema de reconhecimento e creditação de competências, Relvas teve de realizar apenas quatro cadeiras (de um plano de estudo que contemplava 36). Mas em Abril de 2013, face a várias dúvidas levantadas pela Inspecção-Geral de Educação e Ciência (IGEC), o ministério de Nuno Crato acabou por enviar o processo de Miguel Relvas para o Ministério Público.

Em causa estava essencialmente, segundo foi divulgado na altura, a forma como Miguel Relvas tinha sido avaliado à disciplina de Introdução ao Pensamento Contemporâneo — uma das quatro que fez. Relvas demitiu-se do cargo de ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares momentos antes de ser conhecida a decisão de Nuno Crato de enviar o caso para a Justiça. O processo que pode ditar a anulação do diploma do ex-ministro está pendente no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa desde o Verão de 2013.

Mas sucessivos relatórios da IGEC, feitos depois de tornada pública a forma como Relvas tinha feito o curso, apontavam problemas em muitos outros processos de muitos outros alunos da Lusófona.

Ex-alunos ouvidos

Na nota desta quarta-feira, o MEC explica que em Dezembro último o secretário de Estado do Ensino Superior determinou que ULHT devia promover, no prazo de 60 dias, “a instrução de novos procedimentos de creditação de acordo com a legislação em vigor” em relação a 152 processos onde tinham sido detectados problemas.

“Depois de ouvidos os interessados, deve também a ULHT declarar, em 152 processos, a nulidade dos actos de creditação e proceder à cassação de diplomas e certificados que tenham sido atribuídos, sob pena de ser participada a invalidade desses actos ao Ministério Público”, decidiu o secretário de Estado José Ferreira Gomes.

...e ninguém falou disto...


MP exige pena de prisão para ex-ministra da Educação


PÚBLICO

17/07/2014 - 18:06


Procurador admite a suspensão da pena se a antiga governante indemnizar o Estado. Maria de Lurdes Rodrigues está acusada de ter gasto 265 mil euros para contratar irmão de um dirigente socialista.NUNO FERREIRA SANTOS




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Lurdes Rodrigues começa a ser julgada por crime que lhe pode valer até oito anos de cadeia
Não é prática dos gabinetes ministeriais recorrer a concursos públicos, alega Maria de Lurdes Rodrigues
Parece “filho sem mãe nem pai” o contrato do Ministério da Educação com João Pedroso


O Ministério Público exigiu esta quinta-feira pena de prisão para a ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues no processo em que está acusada de ter gasto 265 mil euros para contratar o irmão do dirigente socialista Paulo Pedroso, avança a SIC. João Pedroso foi contratado para fazer uma compilação da legislação portuguesa sobre o ensino.

O procurador admitiu que a pena poderá ser suspensa se a ministra indemnizar o Estado. A Maria de Lurdes Rodrigues é imputado um crime de prevaricação de titular de cargo político, cuja moldura penal oscila entre os dois e os oito anos de cadeia — tal como sucede com os restantes arguidos neste processo, incluindo João Pedroso.

Os factos remontam ao período entre 2005 e 2008, altura em que a então governante socialista resolveu contratar, por ajuste directo, os serviços do advogado João Pedroso, que por sua vez chamou também para o ajudar na tarefa um estagiário do seu escritório e um filólogo que havia trabalhado no Ministério da Educação.

O despacho de pronúncia dos arguidos diz que não existe nenhum registo de que Maria de Lurdes Rodrigues tenha tentado apurar se a tarefa que entregou ao grupo de trabalho podia ter sido desempenhada por pessoal do Ministério da Educação.

A acusação menciona ainda a “total ausência de fiscalização”, por parte da tutela, do cumprimento dos serviços adjudicados, realçando a afinidade político-partidária entre os arguidos, todos da esfera política do PS.

A pôr-se de bem com a sua consciência??????????????


Deputado confessa fraude nas presidenciais de 1980


13 setembro 2011Comentar


Fotografia © DR


O deputado madeirense António Fontes revela numa entrevista exclusiva como foram adulterados os votos para as presidenciais e garante não ter medo de represálias: "Eles sabem que eu sei".


António Fontes, advogado, ex-militante da JSD e irmão de dois homens fortes de Jardim (Paulo Fontes e Rui Fontes, ambos ex-secretários regionais), confessa que, também na Madeira, quem ganhou as eleições foi Ramalho Eanes, mas que "os votos foram adulterados para que aparecesse Soares Carneiro a ganhar".

O actual deputado do PND admite que participou na "chapelada" e pede agora observadores internacionais para que não se repita "o que viu nas presidenciais de 1980" - uma grande "aldrabice eleitoral".

Leia mais no e-paper do DN.


Poemas de Oscar Wilde.

Numa tradução inédita de Margarida Vale de Gato


Segundo poema




SINFONIA EM AMARELO


Como amarela borboleta
Cruza a ponte a diligência;
Um transeunte, intermitente,
Surge tal mosca inquieta.

Contra o molhe se arremessam
As lanchas de feno amarelo,
E a bruma vela o cais, um selo
Ou lenço amarelo de seda.

Amarelas, folhas fanadas
Caem dos olmos de Temple;
Verde, a meus pés, jaz o Tamisa
Tal vara de jade estriada.

Tradução de Margarida Vale de Gato

O pensamento de Virginia Woolf



De Virginia Woolf (1882-1941), in O Citador :




"Os Nossos Eus


Esses eus de que somos feitos, sobrepostos como pratos empilhados nas mãos de um empregado de mesa, têm outros vínculos, outras simpatias, pequenas constituições e direitos próprios - chamem-lhes o que quiserem (e muitas destas coisas nem sequer têm nome) - de modo que um deles só comparece se chover, outro só numa sala de cortinados verdes, outro se Mrs. Jones não estiver presente, outro ainda se se lhe prometer um copo de vinho - e assim por diante; pois cada indivíduo poderá multiplicar, a partir da sua experiência pessoal, os diversos compromissos que os seus diversos eus estabelecerem consigo - e alguns são demasiado absurdos e ridículos para figurarem numa obra impressa."





Virginia Woolf, in "Orlando"

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Boa noite, amigos!


SÓ AGORA, JOANA??????????????


Joana Marques Vidal admite existência de uma rede de corrupção instalada no Estado
25/2/2015, 0:326.204 PARTILHAS


Joana Marques Vidal, procuradora-geral da República, admitiu esta terça-feira, em entrevista à RR e ao Público, que existe uma rede que "utiliza o aparelho do Estado para realizar atos ilícitos".



A procuradora-geral da República falou sobre os casos "Marquês" e "Submarinos" e criticou as fugas de informação na Justiça

M

Autor
Miguel Santos
Miguel_SantosC
Email

Tópicos
CASO SÓCRATES
CASO SUBMARINOS
CORRUPÇÃO
ENTREVISTA
JOANA MARQUES VIDAL


A procuradora-geral da República (PGR), Joana Marques Vidal, admitiu esta terça-feira em entrevista à Renascença e ao Público, que existe “uma rede que utiliza o aparelho do Estado e outro tipo de aparelhos da Administração Pública para realizar atos ilícitos”, muitos na área da “corrupção”.

Desafiada a comentar sobre uma eventual crise de regime, depois de vários casos de corrupção terem sido tornados públicos envolvendo, alegadamente, altos quadros da classe político-económica do país, Joana Marques Vidal começou por dizer que não lhe competia “fazer análises de regime”, mas admitiu que existe uma rede de corrupção instalada no Estado. Mais: a PGR apontou as áreas da “Saúde e da contratação pública” como os terrenos mais férteis onde germinam este tipo de casos.


O “Caso Marquês” dominou também grande parte da entrevista. Joana Marques Vidal aproveitou para afastar a hipótese de o Ministério Público (MP) se sentir de alguma maneira condicionado pelas eleições legislativas que se avizinham. “O MP tem de atuar de acordo com aquilo que a lei prevê. Não há os chamados timings políticos nem os timings para as investigações”. Na prática, explicou a PGR, “se a acusação tiver de coincidir com as eleições” assim acontecerá.

As questões relacionadas com a violação do segredo justiça, não só no caso que envolve o ex-primeiro-ministro, mas também noutros, foram alvo de críticas por parte de Joana Marques Vidal. A PGR garantiu o MP está a tomar medidas para “limitar” e travar as sucessivas fugas, mas admitiu que houve “alguns deslizes” de magistrados e de outros responsáveis que conduziam investigações importantes.

Joana Marques Vidal pronunciou-se ainda sobre o defecho do “Caso dos Submarinos” e deixou críticas à forma como a Justiça se comportou. “O caso dos submarinos é daqueles que dará uma imagem não muito simpática do MP, mas que envoleu também polícia criminal, órgãos de perícia criminal e outras estruturas (…) O MP terá que reconhecer que podia ter tido um desempenho mais adequado“, confessou a PGR.

Agora, o importante é aprender com os erros e tentar não repetir as falhadas cometidas no caso, sublinhou Joana Marques Vidal. “É um caso que devemos analisar com calma. Ver onde houve passos menos correctos e [fazer dele] um case study que nos permita melhorar a nossa capacidade de investigação criminal”.

DA COREIA DO NORTE...


Imagens Expulso da Coreia do Norte graças a estas imagens
A ditadura norte-coreana não gostou das fotografias captadas por Eric Lafforgue. O francês foi banido permanentemente do país.
Imagens valeram expulsão da Coreia do Norte
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O governo não permite que se fotografe cenas de pobreza




Eric Lafforgue

21:48 - 31 de Março de 2015 | Por Notícias ao Minuto


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Eric Lafforgue mal sabia que o simples pressionar de um botão o levaria a ser banido de um país.
Leia também:
Coreia do Norte lançou novos mísseis para o mar
Coreia do Norte recusou desculpar-se pelo afundamento de navio sul-coreano
Denunciados "raptos sistemáticos" da Coreia do Norte

O fotógrafo francês visitou a Coreia do Norte este ano e captou imagens pouco vistas da realidade diária dos norte-coreanos, algo que não é bem visto pela ditadura de Kim Jong Un.

Veja aqui as fotografias que valeram a expulsão a Eric Lafforgue.

QUE É FEITO DOS "INDIGNADOS" DE PORTUGAL???????????

As pessoas já não têm mais pequenas poupanças ou peças de ouro para compensar o saque a que estão submetidos, agora penhoram-lhes tudo, agora já estamos na fase da liquidação total.
Muitos dos Indignados já se resignaram com a sua desgraça, derrotados ajustaram -se à condição de pobreza.
Outros conservam ainda o emprego e querem acreditar numa mudança depois das eleições legislativas.
Da maioria dos Indignados apenas se sabe do que são vítimas, não se organizaram em movimento político desde as manifestações.
Apesar de todas as razões se manterem actuais e o momento ser mais oportuno que nunca, não é expectável uma mobilização semelhante em calendário pré eleitoral mas um simples acontecimento pode desencadear em poucos dias uma onda gigantesca.
Assim a questão em relação aos Indignados não é como ou onde, mas sim quando sairão à rua novamente.
Quando os Indignados farão tremer ou cair o governo?

VERDADES ESCONDIDAS DE cavaco....

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A verdade Escondida de Cavaco Silva





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Este é o artigo, que mais define o Presidente que temos. Quando tivemos um Primeiro Ministro assim, e voltamos a ter novamente esta figura no poder, como Presidente, que poderei pensar eu das cabeças que votam neste País.......



Porque ainda tenho memória! Quem ouvir Cavaco Silva e não o conhecer bem, ficará a pensar que está perante alguém que nada teve a ver com a situação catastrófica em que se encontra este país. Quem o ouvir e não o conhecer bem, ficará a pensar que está perante alguém que pode efectivamente ser a solução para um caminho diferente daquele até aqui seguido. Só que... Este senhor, ou sofre de amnésia, ou tem como adquirido que nós portugueses temos todos a memória curta, eu diria mesmo, muito curta.

Vejamos, então qual o contributo de Cavaco Silva para que as coisas estejam como estão e não de outra maneira:

Cavaco Silva foi ministro das finanças entre 1980 e 1981 no governo da AD. Foi primeiro-ministro de Portugal entre 1985 e 1995 (10 anos!!!). Cavaco Silva foi só a pessoa que mais tempo esteve na liderança do governo neste país desde o 25 de Abril. É presidente da República desde 2005 até hoje (5 anos) Por este histórico, logo se depreende que este senhor nada teve a ver com o estado actual do país.

Mas vejamos quais foram as marcas deixadas por Cavaco Silva nestes anos todos de andanças pelo poder:

Cavaco Silva enquanto primeiro-ministro alterou drasticamente as práticas na economia, nomeadamente reduzindo o intervencionismo do Estado, atribuindo um papel mais relevante à iniciativa privada e aos mecanismos de mercado.

Foi Cavaco Silva quem desferiu o primeiro ataque sobre o ensino “tendencialmente gratuíto”.

Foi Cavaco Silva o pai do famoso MONSTRO com a criação de milhares de “jobs” para os “boys” do PPD/PSD e amigos. Além de ter inserido outros milhares de “boys” a recibos verdes no aparelho do Estado.

Foi no “consulado Cavaquista” que começou a destruição do aparelho produtivo português. Em troca dos subsídios diários vindos da então CEE, começou a aniquilar as Pescas, a Agricultura e alguns sectores da Indústria. Ou seja: começou exactamente com Cavaco Silva a aniquilação dos nossos recursos e capacidades.

Durante o “consulado Cavaquista”, entravam em Portugal muitos milhões de euros diáriamente como fundos estruturais da CEE. Pode-se afirmar que foram os tempos das “vacas gordas” em Portugal. Como foram aplicados esses fundos?

O que se investiu na saúde? E na educação? E na formação profissional?

Que reforma se fez na agricultura? O que foi feito para o desenvolvimento industrial?

A situação actual do país responde a tudo isto! NADA!

Mas então como foi gasto o dinheiro?

Simplesmente desbaratado sem rigor nem fiscalização pela incompetência do governo de Cavaco Silva.

Tal como eu, qualquer habitante do Vale do Ave, minimamente atento, sabe como muitos milhões vindos da CEE foram “surripiados” com a conivência do governo “Cavaquista”.

Basta lembrar que na época, o concelho de Felgueiras era o local em Portugal com mais Ferraris por metro quadrado.

Quando acabaram os subsídios da CEE, onde estava a modernização e o investimento das empresas? Nos carros topo de gama, nas casas de praia em Esposende, Ofir, etc. Etc.

Quanto às empresas... Essas faliram quase todas. Os trabalhadores - as vítimas habituais destas malabarices patronais - foram para o desemprego, os “chico-espertos” que desviaram o dinheiro continuaram por aí como se nada se tivesse passado.

Quem foi o responsável? Óbviamente, Cavaco Silva e os seus ministros!

Quanto à formação profissional... Talvez ainda possamos perguntar a Torres Couto como se fartou de ganhar dinheiro durante o governo Cavaquista, porque é que teve que ir a tribunal justificar o desaparecimento de milhões de contos de subsídios para formação profissional. Talvez lhe possamos perguntar: como, porquê e para quê, Cavaco Silva lhe “ofereceu” esse dinheiro.

Foi também o primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1989 recusou conceder ao capitão de Abril, Salgueiro Maia, quando este já se encontrava bastante doente, uma pensão por “Serviços excepcionais e relevantes prestados ao país”, isto depois do conselho Consultivo da Procuradoria Geral da República ter aprovado o parecer por unanimidade.

Mas foi o mesmo primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1992, assinou os pedidos de reforma de 2 inspectores da polícia fascista PIDE/DGS, António Augusto Bernardo, último e derradeiro chefe da polícia política em Cabo Verde, e Óscar Cardoso, um dos agentes que se barricaram na sede António Maria Cardoso e dispararam sobre a multidão que festejava a liberdade.

Curiosamente, Cavaco Silva, premiou os assassinos fascistas com a mesma reforma que havia negado ao capitão de Abril Salgueiro Maia, ou seja: por “serviços excepcionais ou relevantes prestados ao país".

Como tenho memória, lembro-me também que Cavaco Silva e o seu “amigo” e ministro Dias Loureiro foram os responsáveis por um dos episódios mais repressivos da democracia portuguesa. Quando um movimento de cidadãos, formado de forma espontânea, se juntou na Ponte 25 de Abril, num "buzinão" de bloqueio, em protesto pelo aumento incomportável das portagens. Dias Loureiro (esse mesmo do BPN e que está agora muito confortávelmente em Cabo Verde), com a concordância do chefe, Cavaco Silva, ordenou uma despropositada e desproporcional carga policial contra os manifestantes. Nessa carga policial “irracional”, foi disparado um tiro contra um jovem, que acabou por ficar tetraplégico.

Era assim nos tempos do “consulado Cavaquista”, resolvia-se tudo com a repressão policial. Foi assim na ponte, foi assim com os mineiros da Marinha Grande, foi assim com os estudantes nas galerias do Parlamento...

Foi ainda no reinado do primeiro-ministro Cavaco Silva, que o governo vetou a candidatura de José Saramago a um prémio literário europeu por considerar que o seu romance “O Evangelho segundo Jesus Cristo” era um ataque ao património religioso nacional.

Este veto levou José Saramago a abandonar o país para se instalar em Lanzarote, na Espanha, onde viveu até morrer. Considerou Saramago, que não poderia viver num país com censura.

Cavaco Silva foi o Presidente da República nos últimos 5 anos. Sendo ele o dono da famosa frase: “nunca tenho dúvidas e raramente me engano”, como é que deixou Portugal chegar até à situação em que se encontra?

Mais! Diz a sabedoria popular: “diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.”

Bem... Alguns dos ministros, amigos, apoiantes e financiadores das suas campanhas eleitorais não abonam nada a seu favor. Embora, na minha opinião, esta gente reflete exactamente a essência do Cavaquismo.

Oliveira e Costa - Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do governo Cavaquista entre 1985 e 1991. Ex presidente do famoso BPN.
A história deste fulano já é mais conhecida que os tremoços, nem vale a pena escrever mais nada.

Dias Loureiro - Ministro dos governos Cavaquistas. Assuntos Parlamentares entre1987 e 1991, Administração Interna entre1991 e 1995.
Associado aos crimes financeiros do BPN, com ligações ainda não clarificadas ao traficante de armas libanês, Abdul Rahman El-Assir, de quem é grande amigo.
Foi conselheiro de estado por nomeação directa de Cavaco Silva, função que ocupou com a “bênção” de Cavaco, até já não ser possível manter-se no lugar devido às pressões políticas e judiciais.

Encontra-se actualmente, muito confortavelmente a viver em Cabo Verde.

Ferreira do Amaral - Ministro dos governos Cavaquistas. Comércio e Turismo, entre 1985 e 1990, Obras Públicas, Transportes e Comunicações entre 1990 e 1995. Foi nesta condição (ministro das obras públicas do governo Cavaquista) que assinou os contratos de construção da Ponte Vasco da Gama com a Lusoponte, e a concessão (super-vantajosa para a Lusoponte) de 40 anos sobre as portagens das duas pontes de Lisboa.

Ferreira do Amaral é actualmente presidente do conselho de administração da Lusoponte. (Apenas por mera coincidência...)

Duarte Lima - Lider da bancada do PPD/PSD durante o Cavaquismo.
Envolvido em transacções monetárias “estranhas” no caso Lúcio Tomé Feteira.


A juntar a isto tudo (e que já não é pouco!), tenho ainda a opinião de que Cavaco Silva é demasiado inculto e arrogante. O que na minha opinião são atributos dispensáveis para um Presidente da República.

Por estas e por outras, e porque ainda tenho memória, jamais votaria em Cavaco Silva.



Artigo de Rogério Leite Ferreira, In bandeira-vermelha.blogs.sapo.pt

cavaco, o gastador do dinheiro dos pobres e desempregados, o tal que, a par de passos-portas-núncio e outros "Pançudos" , faz parte da tal lista VIP

Os 16 milhões de euros anuais são um valor 163 vezes superior à presidência de Ramalho Eanes
Cavaco Silva entre os chefes de Estado mais gastadores da Europa

Presidente pode ficar às escuras
Nuno Pinto Fernandes

27/10/2011 | 07:54 | Dinheiro Vivo




A Presidência da República representa uma factura de 16 milhões de euros por ano, o que corresponde a um valor de 1,5 euros por cada português.

Este número sustenta 12 assessores e 24 consultores, além dos restantes elementos do séquito pessoal que assegura o financiamento da presidência da República, de acordo com o jornal i.

Cavaco Silva faz-se rodear de um regimento de quase 500 pessoas, fazendo com que os 300 elementos a trabalhar no Palácio de Buckingham, e os 200 que servem o rei Juan Carlos de Espanha pareçam insignificantes.

Os 16 milhões de euros anuais são um valor 163 vezes superior à presidência de Ramalho Eanes, gastando o chefe de Estado luso o dobro do rei de Espanha (8 milhões), mas ficando muito para trás quando comparado com Nicolas Sarkozy (112 milhões de euros) e pela rainha de Inglaterra, Isabel II (46,6 milhões de euros).


A Presidência da República representa uma factura de 16 milhões de euros por ano, o que corresponde a um valor de 1,5 euros por cada português.

IRÃO-MUNDO


MUNDO
Negociações com Irã esbarram em ponto-chave

Potências mundiais tentam, a menos de dois dias do fim do prazo, convencer Teerã a aceitar termo fundamental para um acordo nuclear: o envio para o exterior de suas reservas de urânio enriquecido.



As negociações entre as seis potências mundiais e o Irã foram retomadas nesta segunda-feira (30/03), com o desafio de superar um obstáculo inesperado, capaz de comprometer um acordo a menos de 48 horas do fim do prazo: Teerã se recusa a aceitar enviar para o exterior suas reservas de urânio enriquecido, ponto-chave das conversas que se desenrolam na Suíça.

O refugo da delegação iraniana, anunciado no domingo, surpreendeu porque Teerã há meses vinha concordando em enviar suas reservas à Rússia, onde não estariam acessíveis para uso em um eventual programa armamentista.

"A exportação de nossos estoques de urânio enriquecido não está em nosso programa, e nós não planejamos enviá-los para o exterior", disse o vice-chanceler iraniano, Abbas Araqchi à agência de notícias AFP na noite de domingo.

Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e China querem a suspensão, por pelo menos dez anos, das atividades nucleares considerados mais sensíveis do Irã.

Teerã, que nega estar desenvolvendo armas atômicas, exige o fim de sanções internacionais, que há anos vêm minando sua economia, e o direito de enriquecer urânio para fins médicos e para a geração de energia.

As potências ocidentais consideram a possibilidade de permitir ao Irã que conduza um trabalho limitado e monitorado de enriquecimento, voltado para fins médicos, em uma instalação subterrânea.

Originalmente, o Irã insistiu em manter em funcionamento as cerca de dez mil centrífugas que utiliza atualmente, mas, em novembro, acenou que poderia aceitar em torno de seis mil – como defende Washington.

Israel, que se sente especialmente ameaçado pela possibilidade de um Irã com armas nucleares, é opositor ferrenho das negociações. E disse, no fim de semana, que os detalhes de um possível acordo vindo de Lausanne eram ainda piores do que temia.

Todas as partes de um acordo nuclear são interligadas, ou seja: se não houver consenso sobre um ponto, as negociações como um todo podem fracassar.

RPR/dpa/afp


Data 30.03.2015
Assuntos relacionados Irã
Palavras-chave Políticas, Irã, EUA, nuclear
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De Eduardo Prado Coelho , in Net




"Cultura

Nunca se trata de levar a arte ao povo, mas de levar o povo à arte. Por outras palavras, não vamos pôr os poemas de Pessoa em banda desenhada para serem mais acessíveis, mas devemos desenvolver as estruturas pedagógicas para que as pessoas entendam os poemas tais como eles são. Isto é o ABC de uma política cultural: promover a qualidade e criar dispositivos de ensino que permitam a inteligência adequada dessa qualidade."





Público / 20060110

Bom dia, amigos!



Soneto de Bocage (1765-1805)

De Bocage (1765-1805), in Net


Nascemos para Amar




Nascemos para amar; a Humanidade
Vai, tarde ou cedo, aos laços da ternura.
Tu és doce atractivo, ó Formosura,
Que encanta, que seduz, que persuade.


Enleia-se por gosto a liberdade;
E depois que a paixão na alma se apura,
Alguns então lhe chamam desventura,
Chamam-lhe alguns então felicidade.

Qual se abisma nas lôbregas tristezas,
Qual em suaves júbilos discorre,
Com esperanças mil na ideia acesas.

Amor ou desfalece, ou pára, ou corre:
E, segundo as diversas naturezas,
Um porfia, este esquece, aquele morre.




Bocage, in 'Sonetos'

Bocage: um poeta neo-clássico e pré-romântico.