"As minhas palavras têm memórias ____________das palavras com que me penso, e é sempre tenso _________o momento do mistério inquietante de me escrever"
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Poema: ESQUINAS...(Publicado na Antologia "VOAR NA POESIA")
ESQUINAS…
Pelas esquinas, vento fora pela noite dentro,
caminham madrugadas incendiadas pelos passos de turbulentas
estrelas cadentes.
Do mar salta o som da maresia impregnada de saudade,
batendo contra as margens em absoluta violência ,
indiferente às madrugadas que galgam distâncias…
Apossa-se do
pensamento que já foi de naus altaneiras,
no sonho profundo dos tempos-idos, na proa das caravelas.
São tristes estas esquinas escuras,
madrugadoras de solidão
a cheirar
a vinho da escuridão
das almas inquietas,
que não cumpriram
metas…
Urge chamar as
gaivotas com o seu grasnar
para o céu dos circuitos das esquinas angulares…
Elas cantam o Fado ferido de um som milenar
com cheiro a canelas de longínquos mares.
(Uma guitarra de cor pimenta dedilha acordes na manhã
cinzenta…)
Esquinas da cidade…vielas vomitadas de tanta
saudade…florestas de solidão disfarçadas--------------------------rugido das
ondas do rio zangado…
-----------------marulho
do tempo dos antepassados a correr pelo mar, naufragados-----------------
Vielas empedradas que levam ao cais
queixam-se, agora, de novos-outros-
AIS…
Maria Elisa Ribeiro
(Marilisa Ribeiro)-FEV/013- (MST)
terça-feira, 30 de julho de 2013
POEMA(inédito)-REGISTADO----A FERNANDO PESSOA
…………………………………………………………………A FERNANDO PESSOA
…um sossego , desassossegado.
…um sentir-verdade-a-fingir.
…um entristecer alegre nas dobras de um cigarro aceso,
embriagado de Viver.
…um sorrir-chorando-dentro,
com o intento de mentir.
…uma nostalgia
cansada de Tudo-e-de-Nada
a morrer em areias do deserto
ensopadas de ilusões,
de intentos malogrados.
Um pinhal respira ondas de um mar luso
em subtis camadas de
espuma-de-sonhos-feito,
ainda nítidos…depois de desfeitos…
Ânsias navegadoras
no dorso das madrugadas de Outrora,
foram nos madeiros-do-mito, largando por aí fora,
na demanda de um Além
que existiria, talvez,
num quinto império
português.
…um disfarce na fuga da realidade dos delírios humanos para
o Sonho!
…uma angústia abúlica, cansada,
em equilíbrio instável da mente
que passeia na utopia de qualquer realidade.
…um ideal da imensa caricatura do tédio existencial
a passear ao luar do sonambulismo, de uma estrada obscura.
Um horóscopo da terra
nacional a não-pensar-o-ouvir-se,
na instabilidade-de-SER!
Histericamente-histérico-de-si,
eis PESSOA, bruma de um mar azul constante,
distante deste povo-a-procurar-a-Hora-de-poder-SER,
numa caminhada passada, que não volta a Acontecer!
…um “sentir-sinta-quem-lê”…
…um sol em permanente nascer
escondendo a face perturbada de encanto, a estremecer…
…um escrever longe -do-que-é, não deixando de-o-SER…
…um andaime a oscilar
ao som do sino da
aldeia,
sentindo o sangue
vibrar
na força de melopeia…
Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
(Marilisa Ribeiro)
JLH/ 013-MSG/1
Aos olhos dele
Não acredito em nada. As minhas crenças
Voaram como voa a pomba mansa;
Pelo azul do ar. E assim fugiram
As minhas doces crenças de criança.
Fiquei então sem fé; e a toda a gente
Eu digo sempre, embora magoada:
Não acredito em Deus e a Virgem Santa
É uma ilusão apenas e mais nada!
Mas avisto os teus olhos, meu amor,
Duma luz suavíssima de dor...
E grito então ao ver esses dois céus:
Eu creio, sim, eu creio na Virgem Santa
Que criou esse brilho que m'encanta!
Eu creio, sim, creio, eu creio em Deus!
segunda-feira, 29 de julho de 2013
AO ANOITECER...
AO ANOITECER…
É uma hora de acalmia. Não se ouvem carros, motos ou outros
ruídos, o que lembra a todos e a cada um de nós, que a hora de todos os
descansos está por aí.
É um momento em que, querendo-o, podemos reflectir sobre o
dia que já se escondeu.
Deste dia , retenho imagens de um primeiro-ministro com um
discurso serôdio, com palavras de um paternalismo salazarento e falso como “judas”,
a mostrar, cada vez mais, ser um indigno sucessor de Sá Carneiro. Recordo ,
desse homem, a Ética, que defendeu até às horas em que “se foi”; seria o mesmo
depois de estar no governo de Portugal, por mais uns anos? Nunca o saberemos.
Sabemos, isso sim, que todos os meios de comunicação
referiram, hoje, até à exaustão, que no próximo ano cada português pagará mais
de 700 Euros de impostos, em contra corrente com as palavras de passos coelho
que, mais uma vez, ao longo deste dia “gozou” , à “fartazana”! com os
portugueses dizendo , asseverando-o! que o povo não pode pagar mais impostos ,
porque já não tem possibilidades de o fazer e que , por isso, não serão
aumentados os impostos!
Voltou a referir-se à”união nacional”; estou convicta de que
este homem não tem a consciência do que diz, não saiu da escola a saber
interpretar um texto e , por isso, derrapa nas palavras, constantemente,
sem se preocupar com as “quedas” que vai
dando, acobertadas por uma Exa parda que lhe vai sancionando a loucura , porque
não quer “trabalhos”.
Disse, hoje, com desassombro, que não vai virar as costas ao
país que tanto dele precisa! Na verdade, o homem percebe tudo ao contrário…O
país odeia-o! O país odeia tudo o que ele representa de ditatorialismo, de
prepotência e de miséria! O país já lhe virou as costas há tanto, que ele
prefere fingir em vez de reconhecer a verdade.
Ontem, na “Festa do bodo”, em Pombal, o homem esteve nas
suas “sete quintas” e falou sem dizer nada, de tal maneira que cheirou mal. As
tiras negras que muitos comerciantes puseram nas portas dos estabelecimentos,
eram sábia e oportunamente retiradas pelos acólitos. E quando as vozes do povo
descontente se levantavam, a filarmónica começava a tocar com toda a “genica”
para não deixar perturbar a grande-pequena-triste-insignificante personalidade!
Assim, foi fácil mostrar uma imagem que nós, povo, felizmente sabemos ser de
barro -que-quebra-se-quisermos!
E a verdade é que
queremos que “eles” se afundem no inferno das mentiras e da hipocrisia!
Boa noite, amigos(as)!
Mealhada, 29 de Julho de 2013
Maria Elisa Ribeiro
POEMA (REP)-Idade: futuro-que-vai-sendo...
|
domingo, 28 de julho de 2013
REFLEXÃO,AO ANOITECER...SOBRE O FILME DE VINCENT WARD "RIVER QUEEN"...
REFLEXÃO , AO ANOITECER…
Neste domingo, frio e chuvoso, que não permitiu saídas para além das quatro portas dos nossos refúgios humanos, tive a sorte de ver, no CANAL MOV da TVCABO, um filme que me arrebatou.
Numa Natureza paradisíaca para além do paraíso, vi “DOIS MUNDOS EM GUERRA “,filme baseado nas lutas entre o POVO MAORI e os INGLESES/IRLANDESES, no século XIX; impera neste tipo de histórias de ocupação de territórios alheios, o sentimento do homem prevalecer sobre o outro homem, diferente de si. É um confronto de brutalidades, quase sempre dominado pelas emoções e desejos mais baixos do ser humano, que o leva a desafiar tudo e todos em nome da cobiça, da ganância, da corrupção e da prepotência…No fim, tudo se resolve num ambiente em que a dignidade dos “diferentes “se mantém intacta, no segredo da ,quase mítica Natureza, onde o Homem continua a enfrentar os seus demónios interiores preparando-se , a cada momento, “ para novas guerras” consigo próprio…
Uma história de amor-morte-vida…uma história onde as almas se lavam num rio de águas claras, tingidas de sangue –de-ódio e amor…uma natureza que permanece a “verdade” de todas as verdades e onde nós, seres mortais, somos a mais ínfima espécie… Rostos tatuados ,com místicos significados de iniciação-integração, apontam para realidades que escapam ao mais comum dos mortais, mas que neste filme se compreendem , por fim, pelo valor espiritual de uns”riscos” gravados num simples queixo, para uma eternidade que- tem-fim…
Deixo-vos, na companhia do trailer deste filme, que me emocionou.
Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
Mealhada, 28 de Julho de 2013
Neste domingo, frio e chuvoso, que não permitiu saídas para além das quatro portas dos nossos refúgios humanos, tive a sorte de ver, no CANAL MOV da TVCABO, um filme que me arrebatou.
Numa Natureza paradisíaca para além do paraíso, vi “DOIS MUNDOS EM GUERRA “,filme baseado nas lutas entre o POVO MAORI e os INGLESES/IRLANDESES, no século XIX; impera neste tipo de histórias de ocupação de territórios alheios, o sentimento do homem prevalecer sobre o outro homem, diferente de si. É um confronto de brutalidades, quase sempre dominado pelas emoções e desejos mais baixos do ser humano, que o leva a desafiar tudo e todos em nome da cobiça, da ganância, da corrupção e da prepotência…No fim, tudo se resolve num ambiente em que a dignidade dos “diferentes “se mantém intacta, no segredo da ,quase mítica Natureza, onde o Homem continua a enfrentar os seus demónios interiores preparando-se , a cada momento, “ para novas guerras” consigo próprio…
Uma história de amor-morte-vida…uma história onde as almas se lavam num rio de águas claras, tingidas de sangue –de-ódio e amor…uma natureza que permanece a “verdade” de todas as verdades e onde nós, seres mortais, somos a mais ínfima espécie… Rostos tatuados ,com místicos significados de iniciação-integração, apontam para realidades que escapam ao mais comum dos mortais, mas que neste filme se compreendem , por fim, pelo valor espiritual de uns”riscos” gravados num simples queixo, para uma eternidade que- tem-fim…
Deixo-vos, na companhia do trailer deste filme, que me emocionou.
Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
Mealhada, 28 de Julho de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
Do Filósofo Agostinho da Silva (1906-1996)-in O Citador
"Compreender e Unir
Já são em número demasiado os que vieram ao mundo para combater e separar; o progresso e valor de cada seita e de cada grupo dependeram talvez desta atitude descriminadora e intransigente; aceitemos como o melhor que foi possível tudo o que nos apresenta o passado; mas procuremos que seja outra a atitude que tomarmos; lancemos sobre a terra uma semente de renovação e de íntimo aperfeiçoamento.
Reservemos para nós a tarefa de compreender e unir; busquemos em cada homem e em cada povo e em cada crença não o que nela existe de adverso, para que se levantem as barreiras, mas o que existe de comum e de abordável, para que se lancem as estradas da paz; empreguemos toda a nossa energia em estabelecer um mútuo entendimento; ponhamos de lado todo o instinto de particularismo e de luta, alarguemos a todos a nossa simpatia.
Reflitamos em que são diferentes os caminhos que toma cada um para seguir em busca da verdade, em que muitas vezes só um antagonismo de nomes esconde um acordo real. Surja à luz a íntima corrente tanta vez soterrada e nela nos banhemos. Aprendamos a chamar irmão ao nosso irmão e façamos apelo ao nosso maior esforço para que se não quebre a atitude fraternal, para que se não perca o dom de amor, para que se não cerre o coração à mais perfeita voz que nos chama e solicita.
Não os queremos trazer ao nosso grémio nem ingressar no deles; apenas desejamos que da melhor compreensão entre uns e outros, do conhecimento das essências, se erga a morada de um Pai que não distingue entre os eleitos e a todos por igual protege e incita; cada um ficará em sua lei; só pretendemos que não tome os de leis diferentes por implacáveis inimigos ou por almas perversas e perdidas; são homens como nós e vão-se dirigindo ao mesmo fim; desde já os vejamos como futuros companheiros. "
Agostinho da Silva, in 'Considerações'
"Compreender e Unir
Já são em número demasiado os que vieram ao mundo para combater e separar; o progresso e valor de cada seita e de cada grupo dependeram talvez desta atitude descriminadora e intransigente; aceitemos como o melhor que foi possível tudo o que nos apresenta o passado; mas procuremos que seja outra a atitude que tomarmos; lancemos sobre a terra uma semente de renovação e de íntimo aperfeiçoamento.
Reservemos para nós a tarefa de compreender e unir; busquemos em cada homem e em cada povo e em cada crença não o que nela existe de adverso, para que se levantem as barreiras, mas o que existe de comum e de abordável, para que se lancem as estradas da paz; empreguemos toda a nossa energia em estabelecer um mútuo entendimento; ponhamos de lado todo o instinto de particularismo e de luta, alarguemos a todos a nossa simpatia.
Reflitamos em que são diferentes os caminhos que toma cada um para seguir em busca da verdade, em que muitas vezes só um antagonismo de nomes esconde um acordo real. Surja à luz a íntima corrente tanta vez soterrada e nela nos banhemos. Aprendamos a chamar irmão ao nosso irmão e façamos apelo ao nosso maior esforço para que se não quebre a atitude fraternal, para que se não perca o dom de amor, para que se não cerre o coração à mais perfeita voz que nos chama e solicita.
Não os queremos trazer ao nosso grémio nem ingressar no deles; apenas desejamos que da melhor compreensão entre uns e outros, do conhecimento das essências, se erga a morada de um Pai que não distingue entre os eleitos e a todos por igual protege e incita; cada um ficará em sua lei; só pretendemos que não tome os de leis diferentes por implacáveis inimigos ou por almas perversas e perdidas; são homens como nós e vão-se dirigindo ao mesmo fim; desde já os vejamos como futuros companheiros. "
Agostinho da Silva, in 'Considerações'
quinta-feira, 25 de julho de 2013
LUTO NA GALIZA, REGIÃO AUTÓNOMA DE ESPANHA...
A GALIZA É UMA REGIÃO AUTÓNOMA DE ESPANHA, QUE ESTÁ MUITO PERTO DO CORAÇÃO DOS PORTUGUESES.
DESDE A FUNDAÇÃO DO REINO PORTUGUÊS, TORNADO INDEPENDENTE NO SÉCULO XII, SOB A SOBERANIA DO NOSSO 1º REI, D. AFONSO HENRIQUES, OS PORTUGUESES ESTIVERAM , INTIMAMENTE LIGADOS A ESTA REGIÃO, POR LAÇOS FAMILIARES E DE AMIZADE QUE SÓ UMA LÍNGUA COMUM PODE FACILITAR. FALÁVAMOS, ENTÃO, O GALEGO/PORTUGUÊS.
NO SÉCULO XIII , O REI D.DINIS DECRETOU A OBRIGATORIEDADE DO DESENVOLVIMENTO DA NOSSA LÍNGUA, O PORTUGUÊS, O QUE NÃO FOI IMPEDITIVO DA CONTINUAÇÃO DA MISTURA DAS DUAS LÍNGUAS, ATÉ HOJE, PODEMOS DIZER.
NA LINHA DE FRONTEIRA ENTRE OS DOIS PAÍSES, NO ENTANTO, A LÍNGUA COMUM CONTINUOU , PELOS SÉCULOS FORA, E NELA CANTÁMOS MÁGOAS E ALEGRIAS, NOMEADAMENTE, NAS CANTIGAS DE AMIGO, DE AMOR E DE "ESCARNEO E MALDIZER: COM A GALIZA CONSTRUÍMOS UM PASSADO E CONTINUÁMOS NUM FUTURO-QUE-É-PRESENTE.
HOJE, COMEMORA-SE, DA PIOR MANEIRA e COM TRAGÉDIA, O "DIA DA GALIZA". UM TERRÍVEL ACIDENTE FERROVIÁRIO, PERTO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA, CEIFOU A VIDA DE MAIS DE QUATRO DEZENAS DE PESSOAS. A GALIZA ESTÁ DE LUTO E, POR AFINIDADES IRMÃS, OS PORTUGUESES, TAMBÉM.
OS MEUS SENTIDOS PÊSAMES A TODOS OS QUE TIVEREM PERDIDO OS SEUS ENTES QUERIDOS, NESTA TRAGÉDIA.
Mealhada, 25 de Julho de 2013
Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
DESDE A FUNDAÇÃO DO REINO PORTUGUÊS, TORNADO INDEPENDENTE NO SÉCULO XII, SOB A SOBERANIA DO NOSSO 1º REI, D. AFONSO HENRIQUES, OS PORTUGUESES ESTIVERAM , INTIMAMENTE LIGADOS A ESTA REGIÃO, POR LAÇOS FAMILIARES E DE AMIZADE QUE SÓ UMA LÍNGUA COMUM PODE FACILITAR. FALÁVAMOS, ENTÃO, O GALEGO/PORTUGUÊS.
NO SÉCULO XIII , O REI D.DINIS DECRETOU A OBRIGATORIEDADE DO DESENVOLVIMENTO DA NOSSA LÍNGUA, O PORTUGUÊS, O QUE NÃO FOI IMPEDITIVO DA CONTINUAÇÃO DA MISTURA DAS DUAS LÍNGUAS, ATÉ HOJE, PODEMOS DIZER.
NA LINHA DE FRONTEIRA ENTRE OS DOIS PAÍSES, NO ENTANTO, A LÍNGUA COMUM CONTINUOU , PELOS SÉCULOS FORA, E NELA CANTÁMOS MÁGOAS E ALEGRIAS, NOMEADAMENTE, NAS CANTIGAS DE AMIGO, DE AMOR E DE "ESCARNEO E MALDIZER: COM A GALIZA CONSTRUÍMOS UM PASSADO E CONTINUÁMOS NUM FUTURO-QUE-É-PRESENTE.
HOJE, COMEMORA-SE, DA PIOR MANEIRA e COM TRAGÉDIA, O "DIA DA GALIZA". UM TERRÍVEL ACIDENTE FERROVIÁRIO, PERTO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA, CEIFOU A VIDA DE MAIS DE QUATRO DEZENAS DE PESSOAS. A GALIZA ESTÁ DE LUTO E, POR AFINIDADES IRMÃS, OS PORTUGUESES, TAMBÉM.
OS MEUS SENTIDOS PÊSAMES A TODOS OS QUE TIVEREM PERDIDO OS SEUS ENTES QUERIDOS, NESTA TRAGÉDIA.
Mealhada, 25 de Julho de 2013
Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
quarta-feira, 24 de julho de 2013
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